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Cafeteria da ZL tem melhor croissant do Brasil – 11/11/2024 – Restaurantes

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Flávia G. Pinho

A cafeteria Prime Coffee, no Tatuapé, faz o melhor croissant do Brasil —esta foi a conclusão dos sete jurados do concurso promovido pela manteiga francesa Isigny Sainte-Mère, que aconteceu no último dia 8, no hotel Emiliano.

Responsável pelo folhado vencedor, Ismael Duarte desbancou 13 concorrentes, oito deles da capital paulista. A confeitaria L’Atelier Sucré, de Bauru (SP), conquistou o segundo lugar, enquanto o terceiro ficou com a padaria artesanal O Pão, localizada na capital, no bairro do Brooklin.

Realizado há 19 anos na França, o concurso ganhou uma edição paulistana por iniciativa do fabricante. “Eles decidiram trazer o evento para cá em função do crescimento das padarias artesanais, especialmente em São Paulo“, afirma Valéria Nakano, diretora da importadora Calimp.

A Tourage, manteiga Isigny Sainte-Mère desenvolvida para facilitar a complexa produção de massas folhadas, é para poucos —o quilo custa R$ 135,09.

A grande quantidade de manteiga necessária para produzir os folhados franceses pesa no custo e faz com que as padarias convencionais invistam em adaptações.

“Para não usar margarina, preparamos a massa com menos dobras. Os clientes chamam de croissant, mas acho mais honesto chamar de folhado”, explica Marcella Moço, sócia da Padaria Palmeiras, em Santa Cecília.

Conheça, a seguir, as diferenças entre as duas receitas e confira onde encontrar os dois tipos de croissant.

CROISSANT À FRANCESA

A massa, à base de farinha de trigo, água, açúcar, sal, fermento e manteiga, é laminada e dobrada diversas vezes – sobre cada dobra, espalha-se uma grande quantidade de manteiga. O processo leva até três dias e resulta em um croissant leve, alveolado, com casca fina e quebradiça.

Atelier Voltaire Pâtisserie

Formado pela École Grégoire-Ferrandi, em Paris, o francês Julien Caille assa croissants tradicionais (R$ 12,25) e recheados com creme de amêndoas (R$ 15), além de uma versão com presunto, queijo branco e molho bechamel (R$ 20,50).

R. Voltaire, 21, Vila Mariana, região sul; @atelier.voltaire.patisserie


Fabrique

A produção dos croissants, que leva três dias, segue receita de José Carlos Gomes, que aprendeu o ofício na The French Pastry School, em Chicago. Além do tradicional (R$ 11), tem recheado com creme (R$ 12) e com Nutella (R$ 15). O montadito, com salmão defumado, avocado e sour cream, sai por R$ 26.

R. Itacolomi, 612, Higienópolis; R. Conselheiro Brotero, 860, Santa Cecília; R. Faustolo, 553, Vila Romana, região oeste; @fabriquepaes


Mintchi Croissant

A arquiteta Luísa Garbarino estudou confeitaria na Le Cordon Bleu, em Paris. Seus croissants levam três dias em produção e saem em três fornadas diárias, com diferentes tamanhos e sabores: tem de doce de leite e de goiabada com mascarpone, entre outros. A degustação com oito pequenos sortidos custa a partir de R$ 80. Recheado com tomate confitado e queijo de cabra, o grande sai por R$ 29.

R. Simão Álvares, 114, Pinheiros, região oeste; @mintchi_croissant

Prime Coffee

O campeão do concurso O Melhor Croissant do Brasil custa R$ 16 na versão tradicional. O smash, prensado na chapa, é servido no café da manhã com presunto cru, muçarela de búfala, rúcula, tomatinho, ovo mexido, café e suco de laranja (R$ 48).

R. Vilela, 652, e R. Padre Estevão Pernet, 718, Tatuapé, região leste; @primecoffeeoficial


Tre Bimbi

Engenheira de alimentos, Fernanda Jimenez dedica dois dias ao processo de laminação e dobras. De duas a três fornadas saem diariamente. Além do tradicional (R$ 13,90), há uma versão recheada com creme de amêndoas (R$ 28,90).

R. Tumiaru, 66, Vila Mariana, região sul; @tre.bimbi

CROISSANT PAULISTANO

A massa leva ovos e não é dobrada tantas vezes – nem todas as dobras recebem camada de manteiga, ingrediente que pode ser trocado por margarina. A produção é rápida e o resulta em um pão folhado de casca macia e miolo compacto.

Bella Paulista

Parte das fornadas diárias de croissant simples (R$ 9,70) abastece o balcão da padaria 24 horas, onde o pão folhado é servido com manteiga (R$ 14), requeijão (R$ 16) ou Nutella (R$ 17).

R. Haddock Lobo, 354, Consolação, região central; padariabellapaulista.com.br


Big Pão Express

A padaria tem cinco versões de croissant, todas recheadas: presunto e queijo, frango com Catupiry, calabresa com muçarela, quatro queijos e peito de peru com queijo branco (R$ 9,90 cada um). Às quintas-feiras, o cliente paga metade do preço.

Av. Líder, 1743, Itaquera, região leste; @bigpaoexpress


Padaria e Confeitaria Palmeiras

Além do croissant simples (R$ 7,90), produz uma versão recheada com presunto e queijo (R$ 9,50) e outra doce, com recheio e cobertura de pistache (R$ 17,90).

Praça Marechal Deodoro, 268, Santa Cecília, região central; @padariapalmeirasoficial


Panificadora Ceci

Eleita a melhor padaria de São Paulo pelo concurso Padocaria 2024, a casa é uma exceção: o cliente escolhe o tipo de croissant. A equipe aprendeu a receita francesa com Thierry Rabineau, da La Boulangerie Moderne, que ficou famoso na série “Emily em Paris”. O croissant paulistano também sai com recheio de presunto, queijo branco ou Catupiry – todos custam R$ 10,50.

Av. Afonso Mariano Fagundes, 1.350, Planalto Paulista; @padariaceci




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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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