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Campanha de Trump pede proteção militar, temendo ‘ameaça do Irã’ | Notícias de Donald Trump

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Não há provas de que o Irão esteja por trás das duas tentativas de assassinato contra o ex-presidente.

A campanha de Donald Trump solicitou o uso de aeronaves militares para proteger o ex-presidente nas últimas semanas do corrida eleitoral — uma demanda sem precedentes por um candidato nos Estados Unidos.

O pedido extraordinário, que também incluía restrições ampliadas de voos Residências de Trump e comícios e uma série de veículos militares para transportá-lo, ocorre no momento em que muitos na órbita de Trump se convencem, sem provas, de que o Irão pode ter estado por trás de duas recentes tentativas de assassinato contra o ex-presidente, relataram o The New York Times e o Washington Post na sexta-feira.

Nenhum candidato presidencial na história recente voou em aviões militares durante a campanha antes de uma eleição. Kamala Harris recebe proteção militar e voa no Força Aérea Dois, um avião militar, porque é a vice-presidente em exercício.

Ameaça iraniana

No mês passado, o porta-voz da campanha de Trump, Steven Cheung, disse em comunicado que Trump estava avisado pelo Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional “em relação às ameaças reais e específicas do Irão de assassiná-lo num esforço para desestabilizar e semear o caos nos Estados Unidos”.

“Oficiais de inteligência identificaram que esses ataques contínuos e coordenados aumentaram nos últimos meses”, disse Cheung na época.

Trump repetiu a afirmação na sua plataforma Truth Social, escrevendo que “já foram tomadas medidas pelo Irão que não resultaram, mas tentarão novamente”.

Não há provas que liguem o Irão a qualquer um dos dois recentes tentativas de assassinato contra o ex-presidente, mas o FBI não descartou a possibilidade de uma conexão. Autoridades de inteligência dos EUA acreditam que os líderes do Irão podem estar a tentar vingar o assassinato do chefe do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, General Qassem Soleimanique foi morto num ataque de drones dos EUA em Bagdá em 2020, quando Trump era presidente. As autoridades acreditam que a capacidade do Irão de atacar dentro dos EUA é limitada.

De acordo com o The Washington Post, que citou e-mails e fontes anónimas, os pedidos de proteção militar surgiram depois de os conselheiros de campanha de Trump terem recebido informações nas quais o governo dizia que o Irão ainda conspira ativamente para matá-lo. Os conselheiros estão cada vez mais preocupados com drones e mísseis, disseram as fontes.

Falhas do serviço secreto

Os pedidos são os mais recentes numa batalha crescente entre a equipa de Trump e o Serviço Secreto, que tem reconhecido suas falhas de segurança durante um comício de campanha em julho, onde Trump foi baleado e levemente ferido.

Tanto o agressor naquele caso, Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, que foi morto no local, e Ryan Routhacredita-se que um homem armado que foi encontrado em setembro supostamente apontando um rifle através de uma cerca em um campo de golfe de West Palm Beach, Flórida, onde Trump estava jogando, tenha agido sozinho.

Routh era cobrado com tentativa de assassinato e se declarou inocente.

Um porta-voz dos Serviços Secretos disse num comunicado que Trump já está a receber “os mais altos níveis de proteção”, incluindo restrições temporárias de voo sobre a residência do ex-presidente e quando este viaja.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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