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Casey Anthony se junta a Tiktok para anunciar uma nova carreira como ‘advogada jurídica’ | Notícias dos EUA
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Richard Luscombe in Miami
Casey Anthonyo Flórida mãe controversamente absolvido De matar seu único filho em um dos casos de assassinato mais notórios do estado há mais de uma década, lançou uma nova carreira como defensora jurídica.
Anthony, que não relatou o desaparecimento de sua filha de dois anos, Caylee, por meses em 2008, apareceu no Tiktok No fim de semana, anunciando seu novo papel, no qual ela disse que seria “um proponente da comunidade LGBTQ (e) dos direitos das mulheres”.
No vídeo, que foi gravado em seu carro, Anthony Redireciona os espectadores para uma conta substanciosa que a descreve como advogada e pesquisadora – e onde ela disse que estaria publicando regularmente em questões legais.
“Estou no campo legal desde 2011 e, nessa capacidade, sinto que é necessário, se continuarei operando adequadamente como advogado, que começo a me defender e também defender minha filha”, disse ela, convidando pessoas com problemas a enviar por e -mail.
“Meu objetivo é continuar ajudando a dar voz às pessoas, para dar às pessoas ferramentas e recursos que elas podem utilizar.”
Anthony foi considerado inocente de assassinato em 2011 em um veredicto que muitos consideraram um aborto espontâneo na mesma escala da absolvição de Oj Simpson por acusações de que ele matou sua ex-esposa e um amigo. Ela foi, no entanto, condenada por mentir para a polícia e condenado a quatro anos na prisão.
Os promotores a pintaram como uma mãe negligente que viu sua filha como um obstáculo ao seu estilo de vida hedonista, e alegaram que Anthony assassinou a criança usando clorofórmio antes de enterrar o corpo na floresta atrás da casa de sua família em Orlando.
Os restos mortais de Caylee, encontrados em uma bolsa de lavanderia e com fita adesiva que envolvem o crânio da garota, não foram descobertos por seis meses, durante os quais Casey Anthonyentão 22 anos, insistiu em sua família que ela estava ocupada com o trabalho-e que sua filha estava sob os cuidados de uma babá inexistente.
A mãe de Anthony, Cindy acabou suspeitando por não ver a neta e relatou sua falta para a polícia depois de descobrir o carro de sua filha em um ferro -velho com um forte odor que ela testemunhou mais tarde era semelhante a um corpo decomposto.
A defesa afirmou que Caylee se afogou acidentalmente em uma piscina e seu avô, um ex -policial, decidiu fazer com que a morte pareça um assassinato, disse que uma alegação dos promotores era “absurda”.
Por fim, o júri não acreditava em nenhuma das histórias e absolveu Anthony porque eles não acreditavam que o estado tivesse provado suficientemente seu caso, de acordo com uma entrevista que um jurado deu após o julgamento. Os advogados de Anthony, enquanto isso, disseram que ela era vítima de “assassinato da mídia”, enquanto outros disseram que a publicidade a levou a se tornar “Uma das mulheres mais odiadas da América”.
Após a promoção do boletim informativo
Anthony ressurgiu em vários intervalos nos anos desde então, para contar sua versão da história, mais recentemente em 2022, quando ela foi apresentada no documentário do Peacock, Casey Anthony: Where The Truth.
A revisão do Guardian Do programa de três horas e meia da época chamou-o de “um projeto de vaidade de foco suave de um narcisista de classe mundial”. Um trabalhador no programa disse Buzzfeed News Aquele Anthony “passou por 10 anos de terapia intensiva” desde o julgamento e lutava para encontrar trabalho.
Na segunda -feira, Parada relataram que Anthony estava morando no Tennessee.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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