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Cerca de 1.500 pessoas foram mobilizadas pelo projeto “ECA na Comunidade: Direitos e Deveres”

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Instituído pela Lei 8.069 de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente é uma ferramenta para a garantia de direitos dos infantes

Na última semana, foram realizadas duas palestras do projeto “Eca na Comunidade: Direitos e Deveres”, desenvolvido pela Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).  A agenda envolveu a comunidade do bairro Taquari, onde está situada a Escola Professor João Mariano da Silva.

A pedagoga do TJAC, Alessandra Pinheiro, conversou com 150 pais e/ou responsáveis das alunas e alunos dos turnos matutino e vespertino. Além do apoio da Secretaria de Estado de Educação e da diretoria da unidade escolar, a atividade contou ainda com a participação da Defensoria Pública, por meio da coordenadoria do programa RHUAMM, Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, que tem a 2ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco como parceiro da ação.

Na oportunidade, foram abordadas as seguintes temáticas: exercício do poder familiar; necessidade e obrigatoriedade do acompanhamento da vida escolar dos filhos; a importância da rotina para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes; educar com autoridade, mas sem violência. 

Neste ano de 2023 está em execução a 11ª edição do projeto “Eca na Comunidade: Direitos e Deveres”, iniciada em maio de 2023. Até o momento, 11 escolas receberam as palestras deste projeto mobilizando mais de 1.500 pessoas residentes na zona urbana e rural de Rio Branco.

Foto do pátio da Escola João Mariano, que está completo com cadeiras onde estão assentados os pais que participam da palestra do "Eca na Comunidade". A frente está a pedagoga do TJAC e uma projeção de slides.

Muitos pais se manifestaram quando foi tratado o assunto da regulação do uso do celular. Um dos que se levantaram para falar sobre isso, contou sobre a rotina: “meu filho tem 14 anos e é muito problemático com o celular. É o problema maior dele. Ele nunca se ocupa, moramos só nós dois no apartamento e ele só quer chegar em casa… a roupa ele joga no meio da casa e ele só quer saber do celular. Aí ele vai até 1h da manhã. Se eu não mandar guardar, vai até 2, 3h até mais! Só que quase sempre esbarra num problema, quando eu quero tirar dele, ele acha que é um castigo. Mas, o argumento que ele tem usado é que precisa do celular, porque tem aviso da escola pelo grupo do WhatsApp”.

Todos os compartilhamentos foram acolhidos. A interação entre os pais e filhos é fundamental para a manutenção da qualidade dos vínculos estabelecidos na família e isso surte efeitos essenciais em cada fase do desenvolvimento. Portanto, estar em comunidade também é favorável para os pais, pois são estimuladas reflexões sobre as dinâmicas atuais e as experiências complexas que se deparam.

Foto dos pais reunidos no pátio da Escola João Mariano para a palestra do "Eca na Comunidade".

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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