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Chuva de meteoros Leônidas: espetáculo tá chegando; prepare-se

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Novembro chegou e trouxe com ele a chuva de meteoros Leônidas. E o pico de intensidade das estrelas cadentes será na próxima segunda-feira, dia 18. O céu vai se transformar em um verdadeiro espetáculo. Torça para fazer tempo bom onde você está.

Segundo o software de simulação astronomia Stellarium, a taxa de meteoros deve variar entre 5 e 20 estrelas cadentes por hora riscando o céu.

Os especialistas afirmam que o fenômeno deve ficar mais visível logo no início da madrugada, que terá vários picos de luminosidade. Vai perder? Põe aí na agenda!

Horários diferentes em cada região

A observação máxima da chuva está prevista para horários diferentes em cada região do país. Veja!

  • Regiões Norte e Nordeste: a partir da 1h30 da madrugada
  • Regiões Sudeste e Centro-Oeste: a partir das 3h da madrugada
  • Região Sul: a partir das 3h30 da madrugada.

A segunda, dia 18, vai começar bem especial.

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O que é a chuva Leônidas

A chuva de meteoros Leônidas ocorre todo ano entre os dias 6 e 30 de novembro, mas o pico de intensidade muda de ano para ano.

O fenômeno começa quando a Terra passa pelo rasto do famoso Cometa Halley, um dos mais famosos da história.

Quando os fragmentos do cometa entram na atmosfera, eles se queimam e se transformam nos “riscos de luz” que são observados no céu.

Como aproveitar

Se você não vê a hora e pretende aproveitar o máximo possível, essas dicas podem te ajudar com isso.

Primeiro de tudo é muito importante se afastar das luzes da cidade. Quanto mais escuro o local, melhor será a visibilidade dos meteoros.

Campos abertos, rodovias e áreas rurais são ótimas opções, mas fique de olho na sua segurança. Não vá se arriscar!

Além disso, é necessário ter paciência. As chuvas de meteoros são imprevisíveis. Podem ocorrer momentos de maior intensidade, seguidos por intervalos mais calmos.

E assistir a essa beleza com um grande amigo, ou com o crush, pode ser melhor ainda.

Para observar o fenômeno, prefira se afastar de luzes artificiais dos grandes cidades. - Foto: Vito Technology, Inc Para observar o fenômeno, prefira se afastar de luzes artificiais dos grandes cidades. – Foto: Vito Technology, Inc



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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