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Cidadão da UE que solicitou o estatuto de pré-residente será deportado da Escócia | Imigração e asilo
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2 anos atrásem
Lisa O’Carroll Brexit correspondent
Um cidadão da UE apanhado numa Escritório em casa O acúmulo de pedidos de status de residência pós-Brexit será deportado por funcionários da Força de Fronteira na Escócia.
Costa Koushiappis, 39 anos, que é cipriota grego, foi instruído a aparecer no aeroporto de Edimburgo às 7h de sexta-feira para ser colocado à força em um voo para Amsterdã poucas semanas depois de ter recebido um e-mail do Ministério do Interior dizendo que poderia demorar mais. 24 meses para processar seu pedido de status.
O caso levanta questões sobre se o novo Trabalho o governo abordou a política ambiental hostil do Ministério do Interior, introduzida por Theresa May e concebida para reduzir a imigração.
O pedido original de Koushiappis para status pré-estabelecido concedido àqueles que estavam no país há menos de cinco anos antes Brexit foi rejeitado, mas ele imediatamente solicitou uma revisão administrativa.
Foi-lhe entregue um certificado oficial de pedido do Ministério do Interior, um documento que se destina a provar aos empregadores, aos proprietários e ao NHS que o requerente tem o direito de trabalhar, residir e viver no país enquanto uma decisão estiver pendente.
Ele foi detido por seis horas em Edimburgo na noite de segunda-feira depois de voar de Amsterdã após uma curta viagem. Suas impressões digitais foram coletadas e ele disse que foi informado por autoridades de fronteira que não havia motivos suficientes para estar no país.
Ele lhes mostrou o certificado de inscrição e explicou que trabalhava e morava no país há três anos e que também morava no país antes da pandemia de Covid em 2020.
“Disseram que eu não tinha informações suficientes ou convincentes sobre a minha situação. Eles me deram três dias para resolver tudo. Eu disse: ‘Isso não é possível. Estou aqui há três anos morando e trabalhando aqui. Tenho um apartamento, tenho móveis, um veículo – não posso simplesmente deixar as coisas.’ Eles me disseram que se quisessem poderiam me colocar em um avião naquela noite e me dariam três dias.
Entende-se que o Ministério do Interior não reconhece estas alegações sobre o encontro da Força de Fronteira e que ocorreu uma conversa aprofundada com o indivíduo e que a revisão administrativa continuará a ocorrer independentemente da decisão de remoção.
“Estou em um país estrangeiro. Estou fazendo o melhor que posso. Eu contribuo para a sociedade. Eu pago minhas contas, pago meu aluguel, pago meus impostos.”
O advogado de imigração Andrew Jordan, que trabalha para a instituição de caridade Assentouque apoia cidadãos vulneráveis da UE no Reino Unido, disse: “É muito triste porque este caso é apenas um indicativo da necessidade de respeitar o devido processo.
“Tudo o que estamos dizendo é dê uma chance a isso. Ele tem um caso pendente. Está pendente há mais de dois anos e ele só quer esperar por esse resultado.”
Stuart West-Gray, seu empregador em uma empresa de motocicletas, descreveu Koushiappis como um funcionário “estrela”. Ele o tem ajudado a lidar com a Força de Fronteira e estava na ligação que Koushiappis fez ao Ministério do Interior no início desta semana para tentar resolver o problema.
após a promoção do boletim informativo
Ele disse que o Ministério do Interior lhe deu dois novos códigos de ações – os códigos digitais dados para provar o status aos empregadores e às autoridades – os quais confirmaram os seus direitos de viver e trabalhar no Reino Unido.
Ele escreveu para a Força de Fronteira compartilhando os códigos, mas foi informado de que não era bom o suficiente.
“Qualquer cidadão da UE/EEE que solicite permissão para entrar como residente deve possuir EUSS válido (não pendente) ou uma autorização de entrada relevante na categoria para a qual está solicitando permissão”, disse um oficial num e-mail visto pelo Guardian.
O caso de Koushiappis é um entre vários casos semelhantes em que cidadãos da UE foram ameaçados de remoção na fronteira quando apresentavam um certificado de pedido.
Em Janeiro, uma mulher espanhola foi removido do Reino Unido depois que ela voltou das férias de Natal e disse que estava “perdendo tempo” se achasse que a documentação do Ministério do Interior era suficiente.
Mês passado um polonês que vive no Reino Unido desde a infância recebeu um adiamento de 11 horas após um incidente semelhante.
O Home Office foi contatado para comentar.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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17 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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