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Cinzas Femininas: Austrália x Inglaterra, primeiro internacional de um dia – ao vivo | Cinzas Femininas

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Tanya Aldred (now) and James Wallace (later)

Principais eventos

Seleção da Inglaterra – sem Kate Cross

Inglaterra XI: Tammy Beaumont, Maia Bouchier, Heather Knight (c), Nat Sciver-Brunt, Danni Wyatt-Hodge, Amy Jones (sem), Alice Capsey, Charlie Dean, Sophie Ecclestone, Lauren Filer, Lauren Bell.

Não, Kate Cross, que não se recuperou da lesão nas costas. A Inglaterra sentirá falta dela no power play e isso deixará um ataque de boliche inexperiente.

A Austrália vence o sorteio e vai lançar!

A capitã vencedora Alyssa Healy diz. “Acho que sempre há um pouco mais cedo e, embora estejamos começando um pouco mais tarde do que faríamos no mercado interno, espero que, se conseguirmos terminar o trabalho logo e conseguir alguns postigos, possamos restringi-los a algo que pode ser perseguido . Estou de volta às luvas hoje, já se passaram alguns meses. Nenhuma mudança de time desde o último jogo na Nova Zelândia.”

Jogos


11 de janeiro:
Primeiro ODI (23h30 GMT), North Sydney Oval (2 pontos)

13 de janeiro: Segundo ODI (23h05 GMT), CitiPower Centre, Melbourne (2 pontos)

15 de janeiro: Terceiro ODI (23h05 GMT), Ninja Stadium, Hobart (2 pontos)

20 de janeiro: Primeiro T20 (08h40 GMT), Sydney Grilo Terreno (2 pontos)

23 de janeiro: Segundo T20 (08h40 GMT), Manuka Oval, Canberra (2 pontos)

25 de janeiro: Terceiro T20 (08h10 GMT), Adelaide Oval (2 pontos)

30 de janeiro a 2 de fevereiro: Teste único (03h30 GMT), Melbourne Cricket Ground (4 pontos)

E temos um vislumbre de as primeiras fotos do lindo North Sydney Oval, casa do time da liga de rugby, North Sydney Bears, e famosa por sua enorme figueira Moreton Bay, com 22 metros de altura e 45 metros de largura. O céu está escandalosamente azul.

Rafa relata que há um grande coral se aquecendo no campo externo e que se diz na rua que os ingressos venderam muito bem e a expectativa é de um público quase lotado (seis mil).

A cobertura televisiva só começa em 20 minutos, então vou apenas fazer um café rápido. Envie-me quaisquer pensamentos/resoluções/ruminação noturna. E traga o que sobrou de Gloucester duplo com cranberries, podemos resolver isso juntos.

Lauren Filer, comho teve o pulso acelerado em todo o mundo e até agrediu a fleumática Laura Wolvaardt no teste recente, falou com Raf ontem.

Raf Nicholson

“Lindo sol esta manhã. A previsão é a melhor durante toda a semana (chuvas fortes não se materializaram), embora haja possibilidade de aguaceiros no final da tarde. Isso será bom para a Inglaterra, que provavelmente jogará contra Filer – ela escorregou cerca de quatro vezes enquanto jogava boliche aqui na quinta-feira, durante a partida abandonada do XI do Governador Geral.

Ainda não foi confirmado, mas é improvável que Kate Cross jogue pela Inglaterra – apenas participou minimamente do aquecimento ontem.

Nosso repórter estrela Raf Nicholson está no chão e ela já avistou Mitchell Starc, que ela acha que pode estar sentado na caixa de comentários da partida. Ela mencionou que estava gloriosamente ensolarado também.

Preâmbulo

Olá! O relógio bateu. Os portões estão abertos. Os membros são esticados e a moeda polida. Bem-vindo, de um Manchester nevado a um Sydney ensolarado, onde Inglaterra e Austrália estão se posicionando na primeira partida do Women’s Ashes – um ODI no North Sydney Oval.

Foi há onze anos que a Inglaterra venceu o Ashes pela última vez e, apesar da Austrália ter caído antes do obstáculo final na Copa do Mundo T20 no início deste ano, os anfitriões continuam sendo os favoritos. Eles engoliram avidamente a Índia e a Nova Zelândia em série no início deste verão, embora a Inglaterra também chegue depois de uma viagem de sucesso – a deles na África do Sul antes do Natal.

Um começo forte será vital porque todo o Ashes, que consiste em seis jogos de bola branca (três 50 over, três T20) e um Teste, está sendo reduzido em três semanas. Fique para trás cedo e a série pode ficar fora de alcance – apesar do Teste multiponto ser o último jogo da série.

O jogo começa às 10h30 no estádio, 11h30 GMT. Junte-se a nós. Os lanches estão na mesinha lateral.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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