ACRE
Clãs em guerra: primo de Gladson e filha de Bestene “batem boca” por causa de política
PUBLICADO
7 anos atrásem
Não é só no mundo real que as famílias Cameli e Bestene estão se engalfinhando. Nas redes sociais, não há comentário de um que não traga imediatamente a dura resposta do outro.
Desde que o deputado José Bestene sentiu que vem perdendo espaço no governo que ele próprio ajudou a eleger, o clima entre os clãs têm se deteriorado.
Na postagem em que Bestene afirmou na última quinta-feira, que estaria rompido com o governo de Gladson Cameli por causa do episódio da exoneração dos 340 cargos comissionados, os familiares foram as redes sociais se manifestar.
O ato de rebeldia ou indignação de José Bestene fez Orleir Cameli, filho do ex-governador Orleir e primo de Gladson, despejar sua desconfiança: “essa mesma cena eu já vi há 22 anos atrás”. Cristiano Souza, amigo dos Cameli, emendou: “lembro do meu avô, Jurandir, falando sobre isso. Eu tinha sete anos”. E recebeu aplausos de Orleir, aproveitando para sugerir que Bestene esteve protagonizando uma cena de novela, sendo um ator. “a Globo tá perdendo esse aí”.
A filha de José Bestene, Jaqueline, saiu em defesa do deputado: “sim, inclusive foi o braço direito e esquerdo do seu pai durante vários anos, o livrou de um impeachment. Tá lembrado disso também ? Essa é a índole do meu pai , brigar por seus verdadeiros amigos, este é fiel até o fim”, disse Jaqueline. “Você sabe que o que falado aí é tudo verdade”, replicou Orleir
Relacionado
ACRE
Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 horas atrásem
7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
Relacionado
ACRE
Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
Relacionado
ACRE
Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.