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Com apoio do Estado, Prefeitura de Cruzeiro do Sul abre 2ª edição da feira Arte da Floresta do Polo Moveleiro
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Eliel Mesquita
Buscando desenvolver o setor moveleiro e aquecer a economia local, com a geração de oportunidades de renda, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul abriu, nesta quarta-feira, 2, a segunda edição da feira Arte da Floresta do Polo Moveleiro.
O evento, que é realizado no complexo industrial do município, conta com a parceria do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict). Ao todo, 16 indústrias do setor estão expondo seus produtos, com expectativa de movimentação financeira recorde. Na edição de 2024, a iniciativa mobilizou R$ 150 mil.
Presente ao evento, o titular da Seict, Assurbanípal Mesquita, destacou os incentivos do governo acreano para fomentar o setor, promovendo o desenvolvimento econômico da região. “A gestão do governador Gladson Camelí tem apoiado a indústria, por meio da oferta de incentivos fiscais e da manutenção de parques e polos, colaborando com a regularização do empresariado moveleiro”, frisou.
Na ocasião, o gestor mencionou o programa Comprac, mais um incentivo ao empresário local, em que o Estado faz aquisição dos produtos do polo, sem a intervenção de atravessadores, ou seja, intermediários que compram produtos de um fornecedor e revendem para outro comprador, causando a elevação do preço final.

O programa reduz desigualdades regionais e, no Juruá, visa elevar a produtividade da indústria moveleira. “Já iniciamos o ano com R$ 5 milhões em aquisição de produtos do setor, por meio da Secretaria de Educação, alcançando o objetivo do Estado, que é ver o empresário entusiasmado com o seu negócio, gerando prosperidade para os acreanos”, ratificou.

Com encerramento nesta quinta-feira, 3, a festividade apresenta novidades, como shows de artistas locais, venda de comidas típicas e de plantas ornamentais. “A feira é uma vitrine para arte criada pelos marceneiros. A edição passada foi um sucesso, e, diante disso, decidimos dar continuidade ao empreendimento, com o foco de torná-lo maior a cada edição. Sabemos da importância dos móveis produzidos em Cruzeiro do Sul, e a exposição valoriza essa tradição, que se iniciou na fundação do município”, enfatizou o chefe do Executivo municipal, Zequinha Lima.
Viver na floresta e dela sobreviver
No coração da Amazônia, as mãos talentosas dos marceneiros, que são profissionais que transformam, de forma artesanal, a madeira em móveis e outros objetos, geram satisfação e ajudam o homem da floresta a manter uma relação harmoniosa com o meio ambiente.

Tábua fria, vaso, abajur, fruteira e porta-joia, além de peças decorativas e móveis, entre outros itens, são exemplos de produtos que nascem no polo e embelezam lares de todo o Acre, muitas das vezes até conquistando espaço no mercado nacional e se tornando objetos de desejo de turistas de outras localidades do país e do mundo.
A feira impulsiona negócios e realiza projetos familiares. “Estamos muito felizes. Antes mesmo da exposição, já iniciamos a comercialização dos nossos produtos. Pra gente, é um incentivo essencial, que vai nos garantir uma renda e melhorar o nosso orçamento familiar”, observou José Elcimar Sombra, proprietário da empresa Móveis Sombra.

“Só temos a agradecer à prefeitura, ao governo do Estado e aos demais parceiros pela realização da feira. Pelo volume de negócios já realizado antes do início da exposição, nossa expectativa aumenta e demonstra o aumento do interesse da população pelo evento e, consequentemente, os pelos nossos produtos”, afirma o presidente da Associação dos Moveleiros e Marceneiros de Cruzeiro do Sul, João Evangelista Neto.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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