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Com até 700 atendimentos por dia, UPA da Sobral tem três médicos afastados por doença em Rio Branco
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4 anos atrásem
Com até 700 atendimentos por dia, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Sobral, em Rio Branco, está com três médicos afastados por motivo de doença. A unidade é uma das mais superlotadas da capital e já montou uma tenda ao lado da entrada principal para conseguir atender a demanda.
A capital Rio Branco vem apresentando aumento nos casos de síndrome gripal há cerca de duas semanas. Moradores passaram a lotar as duas UPAs com dor de cabeça, febre, coriza, dor no corpo, mal estar e outros sintomas de gripe.
Até as Uraps precisaram ser abertas no feriado prolongado, segunda (27) e esta terça (28) no aniversário de 139 de Rio Branco, para dar assistência à população com atendimentos médicos, liberação de medicamentos e vacina contra a Covid-19 e Influenza.
Dados da Vigilância de Influenza e outros Vírus Respiratórios da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) mostraram que o estado acreano registrou 11.044 casos de síndrome gripal entre janeiro e o dia 11 de dezembro deste ano. A reportagem tentou atualizar esses números registrados na capital nesta terça-feira (28), mas foi informada que as equipes tentam fazer o levantamento e enfrentam dificuldades porque o sistema utilizado é federal e ainda está indisponível.
O gerente de Assistência da UPA, José Martins Júnior, conversou, nesta terça-feira (28), com uma equipe da Rede Amazônica Acre e explicou que a unidade atende com quatro médicos, mas três estão afastados e foi necessário chamar mais dois profissional para garantir o atendimento.
“Não é diferente com nossos servidores, inclusive nesta terça-feira pela manhã, recebi três atestados de médicos. Nosso quadro comporta quatro médicos e temos três de atestados. Conseguimos mais um médico para suprir a necessidade e estamos com dois atendendo. Conseguiu chamar mais um médico que vai chegar mais tarde para suprir a necessidade. Estão se ajudando. As equipes de enfermagem também estão completas devido ao grande número de atendimento”, destacou.
O gerente pediu também que a população compreenda a situação e seja paciente. Segundo ele, a prioridade é dada às crianças e idosos que chegam doentes na unidade. Porém, pacientes com febre mais intensa podem ser atendidos mais rápido também.
“Pedimos compreensão da população, estamos, realmente, fazendo o possível para fazer atendimento para todo mundo. Tendo demora no atendimento a gente pede para reclassificar o paciente para ver se febre deu uma aumentar, se sai da classificação verde para a amarela”, aconselhou.
Orientações
Júnior falou que alguns pacientes procuram a unidade com apenas uma coriza, que pode ser tratada em casa. A orientação é procurar a unidade com sintomas mais graves. “Está todo mundo ficando doente mesmo. Estamos vendo as pessoas ruins mesmo”, falou.
O gerente revelou que na segunda (27), a unidade chegou a atender até 700 pessoas durante o dia. Ele explicou que o reforço com atendimento médico nas Uraps veio para desafogar a unidade de saúde. “Mas, mesmo assim a procura é grande”, lamentou.
Pacientes chegaram a relatar para as equipes da Rede Amazônica Acre que a UPA da Sobral atende com um médico há algum tempo. Questionado sobre a falta de profissionais, Júnior afirmou que o padrão dos médicos, que era de quatro profissionais por dia, subiu para cinco.
“Mas, você coloca dez médicos, o número de pacientes vai ser muito grande. Então, estamos buscando médicos em outras unidades , inclusive, conseguimos de Vila Campinas [interior do estado] para nos ajudar na unidade. Se tem atendimento tem que ter médico. Temos que procurar médico para atender na unidade”, justificou.
Com informações de G1Acre
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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