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Com falta de iluminação, desfile dos blocos de Carnaval atrasa em Rio Branco
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4 anos atrásem
Blocos já estavam preparados para iniciarem desfile na capital. População se frustrou com a situação.
Imagem de capa: Populares esperam desfile em meio à escuridão em trecho onde os blocos estão previstos para passar — Foto: Victor Lebre/g1 Acre.
O desfile dos blocos carnavalescos de Rio Branco, que estava previsto para iniciar às 18h desta terça-feira (21), sofreu atraso de mais de uma hora em razão da escuridão que predomina em um trecho da Avenida Getúlio Vargas, em frente ao Colégio Estadual Barão do Rio Branco (CEBRB), no centro de Rio Branco.
O trecho só não está completamente escuro por conta da iluminação pública na Praça da Revolução, que fica em frente do local do desfile, e vias próximas. Na ocasião, os blocos já estão organizados para a entrada.
Segundo a prefeitura de Rio Branco, o transtorno deu-se por conta do furto de fios na região. O diretor-presidente da Fundação Garibaldi Brasil, Pedro Aragão, disse que no dia anterior, o local estava iluminado.
“Ontem (a iluminação) estava bem potente, pra deixar o local bem bonito. Esse local foi decidido com os blocos porque estava bem iluminado. Hoje tivemos essa surpresa, a fiação não se encontra, ela foi furtada. Estamos passando muito por isso na cidade e eu posso dizer que não sabemos mais para quem recorrer. Tem furto, nós iluminamos bairros inteiros e quando vê, os postes estão com as luzes apagadas. Não é nem o furto da cabeça da lâmpada, mas sempre furto de fios”, falou.
Previsão para início do desfile
Aragão complementou ainda que a Zeladoria do município foi chamada para que a iluminação seja restabelecida.
“Não podemos deixar um momento como esse, finalização do nosso circuito de carnaval, no desfile, deixar de acontecer. Trouxemos a Zeladoria do município, estão vindo para colocar novamente a iluminação para o público poder vislumbrar e se entreter com a linda festa que os blocos carnavalescos prepararam para a gente”, frisou.
Contudo, destacou que este é um trabalho relativamente demorado.
“Pelo período que a Zeladoria nos informou sobre o tempo de demora do trabalho deles para poder garantir que a iluminação volte, é cerca de 1h30 a duas horas, porque é um trabalho demorado, é fiação por baixo, é demorado para puxarem o cabeamento […] atrasando bastante. Nós tivemos uma programação com início às 18h e término às 23h, e não é isso que vai acontecer, infelizmente, mas eles entenderam e continuam empolgados”, pontuou.
Frustração
O público que foi prestigiar o evento se frustrou. O autônomo Max Alexandre, do bloco Unidos do Fuxico, foi um destes que demonstrou indignação com o atraso. “O Carnaval de rua, os blocos, têm que ser respeitados. A organização vacilou nisso”, pontuou.
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População reclama de problema que ocasionou atraso no desfile dos blocos em Rio Branco — Foto: Victor Lebre/g1 Acre
Três blocos carnavalescos tradicionais estão previstos para desfilar nesta terça-feira (21), na avenida Getúlio Vargas, no Centro da capital acreana, Rio Branco. Cada bloco vai ter 60 minutos para se apresentar.
O concurso é promovido pela prefeitura, por meio da Fundação Garibaldi Brasil (FGB). Este ano, o 1º lugar vai receber R$ 6 mil, o 2º R$ 5 mil e o 3º lugar R$ 4 mil. O edital previa ainda o pagamento de R$ 3 mil para o 4º lugar e R$ 1,5 mil para o 5º. No entanto, os blocos Saúde e Prevenção no Barão (SPB) e Sem Limites desistiram da competição alegando falta de dinheiro e de incentivo do poder público.
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Bloco ‘6 É Demais’ aguarda há mais de uma hora para iniciar desfile — Foto: Victor Lebre/g1 Acre
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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