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Comédia Darkless – Dark e Invententing segue um caminho inesperado | Sundance 2025

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Benjamin Lee in Park City, Utah

BAntes do início do Twinless, um curio clássico de Sundance com muito pouco conhecido sobre o que era ou de onde veio, o escritor, diretor e estrela James Sweeney estava extraordinariamente retendo. O criador da comédia de micro-orçamento de 2019, diretamente, queria que a experimentassemos sem uma introdução detalhada, evitando uma divisão sincera sobre suas intenções ou esperanças. Foi surpreendentemente auto-apagado, mas também revelou um motivo mais profundo: ele não queria que soubéssemos que o que estávamos prestes a ver quase certamente não era o que alguém estava esperando.

Uma das alegrias de uma primeira estréia no festival é que você pode muito bem ser o único público a ver um determinado filme quase totalmente cego e dado a natureza torcida, muitas vezes que se desgasta Para manter -se totalmente em segredo até a liberação. É duplamente difícil, dado o quão imensamente é impressionante o filme também, algo sobre o qual você deseja desesperadamente falar, mesmo que você saiba que provavelmente não deveria. Portanto, é bastante impossível escrever sobre isso sem o menor dos spoilers, mas vou tentar mantê -los no mínimo.

Ele vem inicialmente, muitas vezes excessivamente, pacote familiar, especialmente em um festival como Sundance: um drama de comédia com um senso de humor incomum. A morte de trinta e poucos rochos educados e extrovertidos deixou um buraco na vida daqueles que ele deixou para trás: uma série de amigos, uma mãe devastada e, mais dolorosamente, um gêmeo idêntico. Sua outra metade biológica, Roman (Dylan O’Brien), foi a ovelha negra em comparação, agora um lembrete menos inteligente e menos bem -sucedido do que foi perdido. Enquanto examinava os pertences de seu irmão, ele decide ficar na cidade por mais tempo, eventualmente se encontrando em um grupo de apoio para aqueles que sofreram a morte de seu gêmeo.

Ele conhece Dennis (Sweeney), que também está sofrendo a perda dele, e eles conquistam uma amizade improvável de trauma. Como Rocky, Dennis é todas as muitas coisas que Roman não é: inteligente, cultivada, viajada e gay. Ambos sofrem de uma questão de co -dependência semelhante, ambos um pouco necessitados sem alguém por perto que está sempre lá, ansioso para fazer tudo juntos. Mas quanto mais próximos eles se aproximam, o filme ao seu redor muda de repente e percebemos que as coisas não são de tudo que parecem.

Percebemos então que Sweeney nos enganou com a embalagem, a configuração peculiar escondendo algo muito estranho e muito mais atraente. É um tiro de tapete entregue com tanta confiança e estilo-ele chega junto com um conjunto muito tardio de créditos de abertura-e a partir de então, ficamos desarrumados, sem saber o que estamos assistindo e até que ponto Sweeney está disposto ir. Enquanto a comédia permanece, ela desliza para um lugar muito mais sombrio, enquanto Sweeney também brinca com elementos de um thriller escorregadio de Hitchcockian, enquanto ainda nos lembra que este é um filme sobre o terrível peso do luto. As cenas geralmente são curtas e, tonalmente, podemos ir de engraçado a assustador e triste dentro de um momento.

É o tipo de caminhada complicada que poderia ter visto facilmente um acidente de gêmea no chão, mas Sweeney faz com que seu filme confuso e psicologicamente complicado deslize. Ele é um diretor delicado, mas um escritor incansável, exibiu de maneira mais brutal no personagem que ele cria para si mesmo, enfrentando verdades desconfortáveis ​​sobre as estranhas específicas que podem vir de ser esquisito. Houve uma tendência recente de confundir a bagunça com a textura, mas Sweeney vai muito mais profundo do que isso, para lugares que muitos de nós talvez não queira reconhecer dentro de nós mesmos. Ele também oferece ao seu colega de brogo muito mais sombreado do que esperávamos, os socos iniciais em sua natureza de avião caindo para revelar alguém mais complexo e desenhado com sensibilidade. Com flashbacks permitindo papéis duplos, O’Brien é um nocaute, oferecendo duas performances de vida em extremidades opostas do espectro, uma tão superficialmente heterossexual quanto elas vêm e a outra, incorporando um tipo gay familiar, comandante e elétrico e talvez um pouco perigoso também. Ele acerta um toque de que nas mãos de outro ator pode ser desagradável e desagradável, mas é totalmente crível aqui. Como seu eu mais reto, ele também recebeu um interessante interesse amoroso, encantadoramente interpretado pelo ator irlandês quase irreconhecível Aisling Franciosi.

A jornada que somos levados – não convencionais e chocantes, balançando entre sexo gay gráfico, humor de broca e violência choque – nunca é, ao contrário de muitas outras estreias de Sundance, provocadoras por causa disso. O filme inteligente e altamente incomum de Sweeney ganha seus limites, porque ele nunca perde de vista a tristeza humana inescapável em sua essência. Para todos os seus temas de conexão mental e física idênticos, o gêmeo é um verdadeiro original.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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