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“Cometa do Século”: melhor dia para ver será neste fim de semana; espetáculo de outubro

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No próximo sábado, dia 12, o céu terá um espetáculo único. É o cometa C/2023 A3 chamado de “Cometa do Século” dará um show no céu no fim de semana até o dia 14. Mas até o dia 28, será possível ver em datas distintas o cometa.

O fenômeno terá a máxima aproximação com a Terra no sábado e poderá ser visto logo após o pôr do sol.

Segundo o Observatório Nacional, no dia 14 de outubro o cometa estará a 10 graus de altura, é será fácil notá-lo até às 19h.

Olho nu

O espetáculo pode ser visto até o dia 28 de outubro, na constelação da Serpente.

Depois, só será possível admirar o fenômeno com ajuda de binóculos ou luneta simples.

Será o momento em que o cometa estará menos brilhante e mais distante da Terra.

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Recomendações dos especialistas

Especialistas sugerem que para admirar melhor o espetáculo, os interessados adotem alguns instrumentos específicos.

O recomendado é o uso de binóculos simples 7×50 ou 10×50 ou no máximo, 20×50.

Essa numeração indica o aumento (7×50 tem aumento de 7 vezes) e o diâmetro, em mm, da lente objetiva do binóculos (7×50 tem lente objetiva de 50mm).

Descoberta em 2023

O cometa C/2023 A3 foi descoberto em janeiro de 2023 pelo Observatório Chinês de Tsuchinshan.

Em seguida, foi confirmado pelo sistema ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System) em fevereiro do mesmo ano, segundo o Correio Braziliense.

O calendário e seus detalhes

A seguir, as datas entre outubro e novembro, de acordo com Starwalk:

  • 10 a 12 de outubro: de -3.0 para -1.0 mag, aparece à noite no Hemisfério Norte logo após o pôr do sol, muito baixo no céu oeste na constelação de Virgem. Janela de observação curta, mas visível a olho nu! Melhor momento para ver o cometa. Faz sua aproximação mais próxima da Terra em 12 de outubro.
  • 13 a 14 de outubro: de -1.0 para 1.0 mag, rapidamente perdendo brilho, mas afastando-se do Sol e, portanto, mais fácil de ver. Visível a olho nu à noite cerca de uma hora após o pôr do sol. Em 14 de outubro, o C/2023 A3 passará perto de outro cometa, 13P/Olbers.
  • 15 a 19 de outubro: de 1.0 para 4.5 mag, movendo-se em direção a Serpens Caput. Pode produzir um anti-cauda — uma faixa brilhante que parece estar apontando em direção ao Sol, oposta às outras caudas. Em 15 de outubro, passará a 1.4° do aglomerado globular M5, proporcionando uma boa oportunidade para fotografia.
  • 20 a 31 de outubro: de 4.5 para 7.0 mag, atravessando a constelação de Ofiúco relativamente alto no céu sudoeste à noite. Visível com binóculos e telescópios. Durante esses dias, a cauda do cometa começará a crescer rapidamente, possivelmente alcançando até 20° de comprimento (cerca de 40 vezes o tamanho da Lua Cheia) sob céus escuros.
  • Novembro: de 7 para 8 mag, visível à noite. Sobe mais alto no Hemisfério Norte após o pôr do sol.

O cometa C/2023 A3 chamado de “Cometa do Século” dará um show no céu no fim de semana até o dia 14. Mas até o dia 28, será possível ver em datas distintas o cometa. Foto: UNESP O cometa C/2023 A3 chamado de “Cometa do Século” dará um show no céu no fim de semana até o dia 14. Mas até o dia 28, será possível ver em datas distintas o cometa. Foto: UNESP



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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