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Como as ordens executivas de Donald Trump se comparam a todos os outros presidentes dos EUA? | Notícias de Donald Trump
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Donald Trump será juramentado como o 47º presidente dos Estados Unidos na segunda-feira. Em seu primeiro dia na Casa Branca, espera-se que ele comece a assinar diversas ordens executivas como parte de seu mandato. Plano de 100 pedidosque ele revelou aos republicanos do Senado em 8 de janeiro.
As ordens executivas abrangerão uma série de tópicos, incluindo segurança fronteiriça, imigração, produção interna de energia e indultos presidenciais.
Neste explicador, a Al Jazeera visualiza 236 anos de ordens executivas presidenciais dos EUA e analisa o que Trump provavelmente fará em seu primeiro dia no cargo.
O que é uma ordem executiva?
Uma ordem executiva é uma diretriz oficial emitida pelo presidente dos EUA para administrar o governo federal. Embora tenha força de lei, não requer aprovação do Congresso.
As ordens executivas aplicam-se a instituições e agências federais, por exemplo, o Departamento de Segurança Interna foi encarregado de construir o EUA-México muro fronteiriço através de uma dessas directivas.
Não pode ser usado para criar novas leis e pode ser anulado se for considerado inconstitucional; O Congresso pode aprovar legislação para substituí-los.
As ordens executivas são comuns no primeiro dia de mandato de um novo presidente e definem o tom e a prioridade para sua administração.
Ordens executivas ao longo da história
As ordens executivas têm sido uma ferramenta essencial para os presidentes dos EUA mudarem as políticas sem terem de passar pelo Congresso. Ao longo de 236 anos – de 1789 a 2025 – 46 presidentes dos EUA emitiram pelo menos 15.902 ordens executivas, com uma média de 67 por ano.
A primeira ordem executiva foi aprovada pelo primeiro presidente, George Washington, em 1789. Na era pré-Guerra Civil (1789-1861), os presidentes emitiram muito poucas ordens, com uma média de zero a quatro por mandato, reflectindo o papel federal limitado. Durante a Guerra Civil e a era da Reconstrução (1861-77), o número de encomendas aumentou, com Abraham Lincoln emitindo 48 encomendas durante a Guerra Civil e Ulysses S Grant atingindo 217 encomendas.
Entre 1897 e 1929, houve um aumento acentuado nas encomendas, liderado por Theodore Roosevelt (1.081 encomendas) e Woodrow Wilson (1.803) durante a Primeira Guerra Mundial.
Franklin D Roosevelt estabeleceu um recorde ao emitir 3.721 ordens executivas de 1933 a 1945, principalmente para enfrentar os desafios da Grande Depressão e da Segunda Guerra Mundial. Muitas destas ordens foram fundamentais para os seus programas do New Deal para a recuperação económica e para as medidas de guerra para a defesa e mobilização nacional.
Após a Segunda Guerra Mundial, os presidentes emitiram menos ordens à medida que o Congresso e os tribunais expandiam os controlos sobre o poder executivo.
Algumas das ordens presidenciais mais influentes incluem:
- Proclamação de Emancipação (1863) – A ordem de Lincoln aboliu a escravidão e libertou escravos nos estados confederados.
- Ordem Executiva 9066 (1942) – A ordem de Franklin D Roosevelt previu “a remoção forçada de todas as pessoas consideradas uma ameaça à segurança nacional da Costa Oeste para centros de “relocalização” mais para o interior, resultando na prisão de 120.000 nipo-americanos durante a Segunda Guerra Mundial.
- Ordem Executiva 9981 (1948) – A ordem de Harry S Truman procurou acabar com a discriminação com base na raça, cor, religião e origem nacional nas forças armadas dos EUA.
- Ordem Executiva 10924 (1961) – Introduzido por John F. Kennedy, estabeleceu o Peace Corps.
- Ação diferida para chegadas na infância (2012) – Introduzido por Barack Obama, o programa DACA permitiu que algumas pessoas que entraram nos EUA quando crianças, sem estatuto legal, recebessem dois anos de ação diferida de deportação.
- Ordem Executiva 13769 (2017) – Também conhecida como proibição de viagens, introduzida por Trump, restringiu a entrada nos EUA de certos cidadãos estrangeiros. Foi rotulada como uma “proibição muçulmana” por muitos e tornou-se amplamente conhecida como tal, uma vez que a proibição afetou principalmente países com populações predominantemente muçulmanas.
Qual presidente emitiu mais ordens executivas?
Franklin D Roosevelt, o 32º presidente dos EUA, emitiu o maior número de ordens executivas durante seus 12 anos de presidência (1933-45). Ele emitiu 3.721 pedidos, com média de 308 pedidos por ano.
Ele foi seguido por Woodrow Wilson (1.803 pedidos), Calvin Coolidge (1.203), Theodore Roosevelt (1.081) e Harry S Truman (907).
Presidentes recentes, incluindo Obama (276 encomendas), Trump (220 encomendas durante o seu primeiro mandato de 2017-21) e Joe Biden (160 encomendas), tiveram médias muito mais baixas.
As próximas ordens executivas de Trump
Prevê-se que o presidente Trump assine uma série de ordens executivas em seus primeiros dias no cargo.
De acordo com a agência de notícias Associated Press, a sua lista proposta de mais de 100 ordens executivas inclui o início da deportação em massa de migrantes, a revogação de muitas das políticas energéticas de Biden e o perdão dos detidos pelo seu envolvimento no motim de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA.
Deportação em massa de migrantes
Espera-se que Trump restabeleça várias medidas na fronteira entre os EUA e o México e a controversa proibição de viajar nos países de maioria muçulmana desde o seu primeiro mandato. Tom Homan, o principal “czar da fronteira” de Trump, disse que a nova administração republicana lançará extensas operações para deter e deportar imigrantes indocumentados a partir do primeiro dia do segundo mandato de Trump.
Produção doméstica de energia
Trump pretende reverter várias políticas climáticas introduzidas por Biden, incluindo o levantamento da proibição da exploração offshore de gás e petróleo, a supressão do seu mandato de veículos eléctricos e a suspensão da proibição das exportações de gás natural.
Perdões presidenciais
Como presidente, Trump tem o poder de perdoar qualquer pessoa condenada em tribunal federal. Ele rotulou os presos no Caso de motim no Capitólio como “prisioneiros políticos” e “reféns”, comprometendo-se a conceder indultos rapidamente após tomarem posse. Mais de 1.500 pessoas foram acusadas pelo governo federal de crimes que vão desde invasão de propriedade até agressão a policiais.
“Estou inclinado a perdoar muitos deles”, disse Trump em sua plataforma de mídia social Truth Social. “Não posso dizer sobre cada um deles, porque alguns deles provavelmente ficaram fora de controle.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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