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Como e por que a UNIFIL falhou em “manter a paz” no Líbano | Opiniões
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2 anos atrásem
Durante a mais recente invasão do Líbano por Israel, a força de manutenção da paz das Nações Unidas (UNIFIL) baseada no país foi repetidamente atacada. O exército israelita teve como alvo o seu quartel-general e posições no sul do Líbano, com a ONU a dizer que vários ataques foram “claramente deliberado”.
O Hezbollah também foi acusado de lançar foguetes contra posições da UNIFIL, o que causou ferimentos entre as forças de manutenção da paz.
Enquanto a própria UNIFIL estava sob ataque, a população civil no Líbano também foi sujeita a ataques indiscriminados por parte de Israel. Mais de 3.800 pessoas foram mortas, incluindo mais de 200 crianças, e mais de 15.400 feridas desde Outubro de 2023.
Enquanto mais uma guerra israelita contra o Líbano teve um impacto doloroso, a UNIFIL falhou claramente na sua missão de “manter a paz”. É incapaz de impedir a agressão israelita e pouco fez para ajudar as autoridades libanesas a manter o controlo sobre o seu território no sul e a proteger a população civil. Este fracasso levanta questões importantes sobre a sua presença contínua no Líbano ao abrigo do novo cessar-fogo anunciado em 26 de Novembro.
Falha em proteger
A UNIFIL é uma das maiores e mais antigas missões de manutenção da paz do mundo. Foi criado em março de 1978 pelas Resoluções do Conselho de Segurança da ONU 425 e 426 a fim de: confirmar a retirada de Israel do sul do Líbano; restaurar a paz e a segurança; e ajudar o governo libanês a recuperar o controle da área.
Embora a UNIFIL devesse proteger a população civil e tivesse o direito de usar armas para se defender, não tinha poderes para usar a força para cumprir o seu mandato. Ao longo da sua existência, as suas tropas não responderam a nenhum fogo directamente contra Israel em nenhuma das suas agressões contra o Líbano.
Após a guerra de 2006, a força da UNIFIL aumentou de 2.000 para 15.000 soldados e o seu mandato foi alargado para incluir o desarmamento de todas as entidades não estatais no Líbano. Dado que o Hezbollah continua a ter acesso a armas, é claro que a UNIFIL também não conseguiu implementar esse aspecto do seu mandato.
A incapacidade da UNIFIL de se proteger, e muito menos dos civis libaneses, da agressão israelita teve consequências mortais ao longo dos anos. Em 1987, um tanque israelita disparou contra um posto de observação da UNIFIL e matou um soldado da paz irlandês, que o exército irlandês percebido ser um ataque deliberado.
Durante o ataque de Israel ao sul do Líbano em 1996 o exército israelense teve como alvo uma base de batalhão da UNIFIL Fiji em Qana matando mais de 100 civisincluindo pelo menos 37 crianças e quatro soldados da UNIFIL. Cerca de 800 civis procuraram refúgio na base, na esperança de estarem a salvo dos ataques israelitas sob a protecção da ONU.
A indignação internacional com o massacre forçou Israel a pôr fim ao seu ataque ao Líbano. No entanto, muitos países contribuintes continuaram a enviar as suas tropas para o Sul do Líbano e a manter relações normais com Israel.
Dez anos mais tarde, na guerra de Julho de 2006 entre o Hezbollah e Israel, a UNIFIL ficou novamente sob o fogo directo de Israel. Tal como concluído pelo Relatório da Comissão de Inquérito sobre o Líbano, as posições da ONU foram alvo de ataques 30 vezes durante a guerra de 34 dias e todos os ataques foram injustificados. Entre os incidentes estava um ataque aéreo israelense a uma base da UNIFIL em Al-Khiyam, que matou quatro observadores desarmados da ONU.
Nos anos que antecederam 2023, Israel demonizou continuamente a UNIFIL, acusando-a de trabalhar para o Hezbollah, de encobrir os seus túneis e caminhos e de ignorar o movimento de armas. Através de tais ataques, Israel pretendia deslegitimar a UNIFIL, fornecendo um pretexto para ataques mais violentos.
Os países que contribuíram com tropas da UNIFIL tiveram muito tempo para reavaliar o risco em que estavam a colocar as suas forças de manutenção da paz. Em vez de responsabilizar Israel pela sua violência, continuaram a colocar os seus soldados na linha de fogo.
Uma relação complicada com a população local
Como a UNIFIL não conseguiu proteger os civis da agressão israelita, as comunidades locais no sul desenvolveram relações por vezes ténues com a força. Estas dinâmicas dependem um pouco da nacionalidade de um determinado batalhão e da denominação da comunidade onde está implantado. As tropas europeias têm sido esmagadoramente vistas como espiões de Israel, especialmente pela população xiita, que suportou o pior da ocupação e violência de Israel e testemunhou a passividade e a incapacidade da UNIFIL em fornecer protecção.
É de notar que a UNIFIL, em comparação com outras missões de manutenção da paz, tem o maior número de soldados europeus. Quase 40 por cento das tropas da UNIFIL vêm de países europeus, como Itália, França e Espanha.
Nos meus anos de viagem ao sul, disseram-me inúmeras vezes que “não havia razão” para estudar a UNIFIL porque claramente eles são “uma arma para Israel” ou “espiões”.
“Enquanto Israel existir lá, eles continuarão a existir aqui”, disse-me um trabalhador libanês empregado pela UNIFIL. Muitos partilham este sentimento e perguntam: se a UNIFIL não conseguiu cumprir os seus objectivos, porque é que permaneceu no sul?
Parte da razão para esta desconfiança é que alguns contingentes da UNIFIL utilizaram a ajuda para tentar penetrar nas comunidades locais. Dada a devastação que Israel tem causado repetidamente no sul e a negligência geral por parte do governo central em Beirute, as aldeias e cidades têm lutado para reconstruir e desenvolver-se.
Após a guerra de 2006, a UNIFIL começou a implementar os chamados “projectos de impacto rápido” (QIPs), que forneceram a ajuda tão necessária a estas comunidades. Mas algumas destas iniciativas também causaram mais ressentimento porque foram condicionadas.
Aldeias e cidades, por exemplo, onde o presidente da Câmara apoia publicamente a resistência, não receberiam tal ajuda; o mesmo aconteceria com instituições públicas, como escolas. Quando as comunidades recebem QIPs, espera-se que fiquem “gratas” e permitam à UNFIL maior acesso para realizar a vigilância nas suas áreas.
Em 2023, participei num evento organizado pela UNIFIL para celebrar a doação de painéis solares por um contingente italiano a uma aldeia fora de Naqoura e pude observar em primeira mão algumas das interações da UNIFIL com os habitantes locais.
Nós, os participantes, recebemos suco e alguns biscoitos e depois fomos convidados a sentar em fileiras de cadeiras bem arrumadas. Tivemos que subir várias vezes para poder ocupar os assentos da frente. Havia soldados armados ao nosso redor e câmeras em nossos rostos, capturando a celebração.
Um general italiano falou ao público em italiano e pediu a tradução de um intérprete de árabe. Durante seu discurso, ele invocou Alá, depois o Profeta Muhammad (PECE) e depois o Imam Ali, lembrando ao público que cada um lhes ensinou a importância da gratidão. Cada invocação fazia a multidão orar.
Após o término do evento, os homens da aldeia foram reunidos para posar para uma foto. Nenhum dos moradores parecia especialmente grato ou entusiasmado com os painéis solares doados ao município. Embora estes painéis solares tenham sido sem dúvida úteis, também permitiram à UNIFIL patrulhar e vigiar melhor as estradas.
Outro QIP condicional que encontrei foi executado por um batalhão francês numa escola numa aldeia perto de Tiro. O diretor disse-me que havia duas condições para a ajuda francesa nas reparações da escola: a direção da escola não poderia ter qualquer ligação com um grupo armado e tinha de permitir que a UNIFIL entrasse nas suas instalações, observasse e ministrasse os seus próprios cursos.
Embora algumas aulas da UNIFIL devessem centrar-se em línguas estrangeiras, outras não eram tão benignas. Num curso, soldados franceses falaram com estudantes muçulmanos do ensino primário sobre a irmandade entre todas as religiões monoteístas, enfatizando um parentesco religioso entre judeus e muçulmanos. A intervenção da UNIFIL no currículo procurou neutralizar a luta entre o Líbano e Israel, pintando-a como uma questão de mal-entendido religioso e não de resistência e ocupação.
O diretor da escola, que estava claramente desconfortável com a interferência da UNIFIL, disse-me: “Procuro maneiras de dissuadi-los de quererem entrar regularmente na escola porque não posso dizer-lhes não. Invento desculpas, digo que a nossa agenda simplesmente não permite, que estamos muito ocupados… tudo o que encontro.”
Estas dinâmicas que observei durante o meu trabalho de campo reflectem provavelmente a única conquista alcançada pela UNIFIL desde a sua criação em 1978: conseguiu tornar-se uma entidade semelhante a um governo que utiliza a tão necessária ajuda como meio de pacificar a população civil.
UNIFIL no futuro
A UNFIL claramente não tem a confiança da população libanesa local ou o respeito das autoridades israelitas. É uma força de manutenção da paz que não conseguiu proteger os civis e acabar com a violência.
Foi agora anunciado um cessar-fogo que se concentrará na implementação da Resolução 1701 do CSNU e na manutenção do território entre a fronteira com Israel e o rio Litani livre da presença do Hezbollah.
Isto significa que o mandato da UNIFIL será provavelmente alargado, assim como o seu financiamento e o número de pessoal destacado. No entanto, é pouco provável que tais mudanças tornem esta força uma força de manutenção da paz mais eficaz.
Isto porque a UNIFIL continuará a ser incapaz de proteger a população libanesa da agressão israelita. Não é possível “manter a paz” no Líbano porque não há paz à sombra da ocupação.
O país não pode alcançar a paz enquanto Israel continuar a violar a sua soberania e a atacar a sua população civil. Só uma resolução justa para a questão palestiniana, a defesa dos direitos dos palestinianos e o respeito pela soberania do Líbano, da Síria, do Egipto e da Jordânia podem levar à paz.
A elite política israelita deixou claro que fará tudo e qualquer coisa para evitar a pacificação no Líbano e noutros lugares. Então, o que pode ser feito?
Este novo cessar-fogo pode ser uma oportunidade para repensar os esforços de “manutenção da paz” no Líbano. Se o mandato da UNIFIL não pode ser alargado para proteger os civis libaneses, então os países que contribuem com tropas, especialmente os estados europeus, que têm mais influência política com Israel, têm de começar a responsabilizá-lo pelas suas violações e crimes. Devem reconsiderar os seus laços diplomáticos e comerciais com o Estado israelita, que tem e continuará a ter como alvo as suas forças de manutenção da paz.
Só através da imposição de responsabilização a comunidade internacional poderá exercer pressão suficiente sobre Israel para pôr fim ao seu comportamento agressivo e comprometer-se com a paz.
As opiniões expressas neste artigo são do próprio autor e não refletem necessariamente a posição editorial da Al Jazeera.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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