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Como escolher a melhor máscara em 2021

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Máscaras de proteção – Como escolher a melhor máscara de proteção contra o covid19.

Confira as melhores dicas para escolher a sua máscara de proteção contra o vírus covid 19. Descartável ou cirúrgica, confira nossas dicas e veja como escolher a sua.

Mediante o cenário de pandemia e disseminação do vírus covid 19, nos vemos obrigados a utilizar um acessório pequeno mais que faz muita diferença no nosso dia a dia fora de casa.

As máscaras, elas vieram sem data para ir embora e seu uso se tornou obrigatório em todo o mundo, em qualquer lugar fora de casa. Todos devem usar mesmo durante a prática de exercícios como  caminhada, no trabalho, ao ar livre em todo lugar sem exceção.

E não podemos ter uma só, ela deve ser trocada durante o dia a cada 4 horas dependendo do seu material e nível de proteção.

Então decidimos reunir a s melhores dicas para a escolha da máscara ideal, já que agora ela será nossa companheira por um bom tempo.

Confira nossas dicas!

Qual a melhor máscara descartável?

Um estudo publicado pela Universidade de Duke nos Estados Unidos avaliou o grau de dispersão de partículas em 14 tipos de máscaras descartáveis e máscaras de pano. O experimento utilizado foi bastante simples, consistia em colocar voluntários para repetir um pequeno texto falado enquanto usavam cada uma das máscaras.

Utilizando uma câmera com a ajuda de um laser, os pesquisadores conseguiram captar a dispersão das partículas não absorvidas pelas máscaras dos voluntários. O objetivo foi testar quais das máscaras de proteção de baixo custo são mais eficazes na retenção das partículas e quais apresentam os piores resultados.

Abaixo apresentamos alguns dos resultados obtidos, começando dos melhores modelos para os piores:

  • 1º – Máscaras N95 apresentaram os melhores resultados na retenção de partículas, chegando a reter mais de 99,9% das partículas.
  • 2º – Máscaras descartáveis cirúrgicas de três camadas de polipropileno conseguiram bloquear cerca de 90% das partículas.
  • 3º – Máscaras de algodão feitas à mão, as mais comuns utilizadas pelas pessoas, apresentaram 70-90% de eficácia na retenção de partículas.
  • 4º – Bandanas dobradas reduziram apenas 5% a dispersão de partículas.
  • 5º – Lenços de lã, geralmente usados por atletas, conseguiram aumentar a dispersão de partículas ao quebra-las em partículas menores, gerando um maior potencial de contaminação.

Avaliando o experimento vemos que as bandanas e os lenços de lã não demonstraram eficácia nem proporcionaram segurança contra a disseminação das gotículas de saliva que podem transmitir o vírus não sendo uma opção indicadas para uso.

 

Qual deve ser a principal função das máscaras? 

O principal objetivo das máscaras é conter as gotículas de saliva e outros líquidos corporais que podem conter o vírus e transmiti-lo a outra pessoa. Para isso as máscaras devem ter um elemento filtrante de boa qualidade cujo objetivo é garantir a proteção bacteriana e evitar o contato com os líquidos corporais de outras pessoas.

Mas afinal, qual a diferença entre gotículas e aerossóis? 

As gotículas têm tamanho maior que 5 µm (micrômetros). Cada micrômetro equivale à milionésima parte do metro. Elas podem atingir a via respiratória alta, ou seja, a mucosa das fossas nasais e a mucosa da cavidade bucal. Nos aerossóis, as partículas são menores e permanecem suspensas no ar por longos períodos. Quando inaladas, podem penetrar mais profundamente no trato respiratório. 

 

Posso optar pelas máscaras de tecido? Como elas devem ser produzidas?

Em primeiro lugar, a fabricação das máscaras de tecido também devem seguir algumas recomendações de segurança para serem efetivas, dentre eles está a necessidade da camada tripla: A camada externa deve ser resistente a água, a intermediária deve agir como filtro (à exemplo do TNT), e a interna deve ser capaz de absorver a umidade das vias respiratórias (como o tecido de algodão). Caso contrário, ela pode não apresentar eficácia, na prática.

Além disso, os modelos reutilizáveis também exigem um pouco mais de cuidado com a lavagem e troca.

Como são os modelos profissionais?

Em contrapartida, com as de tecido, as máscaras profissionais já seguem padrões estabelecidos por agências técnicas nacionais, que acompanham as pesquisas e aprovam a qualidade do produto para o uso. 

Máscaras N95/PFF2 protegem melhor da Covid-19?

Para começar, às  duas siglas se referem ao mesmo tipo de equipamento: a PFF2 é a certificação brasileira e a N95, a norte-americana. 

Ambas têm um poder de filtragem superior aos das máscaras cirúrgicas e de pano, recomendadas para barrar vírus disseminados por aerossóis (que permanecem suspensos no ar em minúsculas partículas por horas e horas).

 

Veja como escolher a sua máscara

Máscaras descartáveis

Se você optar pelas descartáveis confira o material que ela foi confeccionada e o tempo de proteção que ela entrega para fazer a sua troca, caso precise.

As máscaras descartáveis se mostraram a opção mais escolhida pelos usuários que necessitam estar mais tempo fora de casa, por ser mais fácil a sua troca e descarte. 

Confira a fabricação das máscaras

Certamente, para fazer uma boa escolha é preciso conhecer a procedência das máscaras cirúrgicas e descartáveis. Pela Anvisa, os itens devem ser confeccionados em material sintético Tecido Não Tecido (TNT), de composição 100% polipropileno, atóxico, com elásticos nas laterais e clipe nasal na parte superior.

As máscaras devem possuir, no mínimo, uma camada interna e uma camada externa e, obrigatoriamente, um elemento filtrante.

Portanto, a camada externa e o elemento filtrante devem ser resistentes à penetração de fluidos transportados pelo ar.

Confira as dimensões da máscara descartável e seu ajuste no rosto

É importante que as máscaras descartáveis e cirúrgicas estejam bem ajustadas ao rosto. Ela não deve ficar com as laterais abertas. Confira se o elástico não fica frouxo. Elas devem cobrir nariz e boca por completo e descer até abaixo do queixo.

Confira se os elásticos podem ser reguláveis ou se realmente terão o seu tamanho, por que não há incômodo maior do que a máscara machucando suas orelhas, durante o dia todo. Isso torna o desconforto ainda maior. 

 

Tenha o número de máscaras indicado para o seu dia 

A troca deve ser feita a cada duas horas, então se você vai passar o dia todo fora de casa certifique-se de levar a quantidade correta para uso durante o dia, e as sacolas necessárias para o descarte correto. 

 

Manuseio e uso correto das máscaras de proteção:

Confira a melhor forma de manusear suas máscaras durante seu dia, veja corretamente como deve ser colocada e não se descuide na hora da troca das máscaras. 

  • Lave bem as mãos com água e sabão antes e após colocar e de tirar a máscara.
  • Ao colocar, segure a máscara pelos elásticos e faça o encaixe atrás das orelhas.
  • Nunca abaixe a máscara e a deixe no queixo.
  • Troque a máscara a cada duas horas ou sempre que ficarem úmidas.
  • Retire a máscara pelos elásticos e descarte.
  • O descarte correto das máscaras de pessoas infectadas pelo vírus inclui o uso de dois saquinhos plásticos – um dentro do outro. Portanto, é preciso amarrar bem e jogar no lixo.
  • Higienize as mãos novamente e coloque uma nova máscara.
  • Não toque na parte da frente da máscara.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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