ACRE
Como fazer camarão em vaso – receita | Comida
PUBLICADO
1 ano atrásem
Felicity Cloake
EU adoro camarão em vaso. Esses pequenos ramequins, com sua alegre pitada vermelha de pimenta caiena sobre uma tampa dourada de manteiga clarificada, não apenas parecem emissários de peixe de uma idade mais elegante, mas também podem ser preparados com dias de antecedência, o que me dá liberdade para beber gás. com os amigos em vez de ficar brincando na cozinha. UM Natal presente, de fato.
Preparação 5 minutos
Cozinhar 15 minutos
Serve 4
200g de manteiga sem sal
Suco de ¼ limão
¼ colher de chá de maça moída
¼ colher de chá de pimenta branca moída
½ colher de chá de pasta de anchova/Relish de cavalheiro
200g de camarões marrons cozidos e descascados
Pimenta-caienapara servir (opcional)
Endro frescopara servir (opcional)
4 fatias de pão branco finopara servir (opcional)
1 Camarão ou camarões pequenos?
Camarões marrons cozidos e descascados (animais de uísque com cerca de 5 cm de comprimento) estão disponíveis em muitos supermercados, peixarias e online, mas camarões pequenos descascados também funcionam bem aqui. Se você comer este prato dentro de alguns dias, não há necessidade real de clarificar a manteiga (embora dê ao resultado final uma textura agradavelmente sedosa), então você pode pular as etapas 3 a 5, se preferir.
2 Os outros ingredientes
Eu me apeguei aos aromas tradicionais aqui: a pasta de anchova pode ser facilmente encontrada em grandes supermercados, delicatessens e online, mas se necessário, você pode substituir algumas anchovas finamente amassadas em óleo, ou mesmo deixá-las de fora e salgar mais generosamente. A noz-moscada é um bom substituto para a maça e a pimenta preta para a branca. Consulte a etapa 9 para outras sugestões.
3 Derreta a manteiga
Coloque a manteiga (aqui é melhor sem sal, porque a clarificação concentrará o sabor, mas não é o fim do mundo se tiver apenas sal) numa panela pequena, de preferência branca ou prateada, porque assim fica mais fácil de veja o que está acontecendo lá dentro e derreta em fogo suave.
Enquanto fica de olho na panela de manteiga, coloque um pedaço limpo de gaze, um pano de prato fino de algodão ou linho, uma folha grossa ou dobrada de pano de prato ou uma peneira fina sobre uma jarra resistente ao calor. A manteiga vai ferver e começar a espumar vigorosamente.
5 Coe a manteiga
Assim que a espuma diminuir, a manteiga líquida por baixo começará a borbulhar à medida que a água evapora. Quando diminui a velocidade e quase para, isso significa que a maior parte da água evaporou. Fique de olho na panela com muito cuidado – quando os sólidos do fundo começarem a colorir e dourar, passe a manteiga pelo pano e coloque-a na jarra.
6 Adicione os aromas
Limpe a panela e coloque dois terços da manteiga nela. Junte o suco de limão, o macis, a pimenta e a pasta de anchova e cozinhe delicadamente por cinco minutos. Adicione uma pitada de sal, retire do fogo e deixe esfriar até aquecer ou em temperatura ambiente, mas não tanto que comece a endurecer.
7 Despeje sobre o camarão
Divida os camarões entre quatro ramequins, pressionando bem, cubra com a manteiga temperada e coloque em local fresco para esfriar completamente e firmar. Quando estiver sólido, despeje sobre o restante da manteiga clarificada e leve à geladeira até firmar. Deixe atingir a temperatura ambiente e polvilhe com pimenta caiena e/ou endro fresco antes de servir com torradas quentes (melba de preferência). Também gosto de agrião à parte.
8 Para fazer melba brinde …
Torre levemente fatias de pão finas e sem crosta sob uma grelha ou em uma torradeira e, em seguida, corte ao meio lateralmente/horizontalmente no meio macio para criar fatias ainda mais finas. Corte-os em triângulos e toste novamente até dourar dos dois lados. Se for fazer a torrada de melba com antecedência, deixe esfriar completamente e guarde em um recipiente hermético. Reaqueça brevemente em forno médio antes de servir.
9 variações sobre o tema
Brinque com os aromas. Experimente adicionar raspas de limão, pimenta preta e endro picado, por exemplo, ou páprica defumada ou flocos de pimenta e alho esmagado, ou mostarda em pó, Tabasco e cebolinha. Misture todas as ervas frescas assim que a manteiga esfriar. Desde que a manteiga clarificada cubra completamente os camarões, estes devem ser guardados por uma boa semana na geladeira.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
Relacionado
ACRE
Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
Relacionado
ACRE
UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login