NOSSAS REDES

ACRE

Como fortalecer seus relacionamentos em 2025? – 23/01/2025 – Equilíbrio

PUBLICADO

em

Catherine Pearson

Relacionamentos são coisas belas e complicadas que afetam nosso bem-estar tanto quanto o que comemos e se dormimos o suficiente.

É por isso que a seção Well do The New York Times leva os relacionamentos a sério, consultando alguns dos principais pesquisadores e terapeutas do mundo para orientações sobre o que fortalece nossas amizades, casamentos e relações familiares —e o que ameaça esses laços.

Às vezes, eles dão conselhos abrangentes que parecem levar uma vida inteira para serem realizados. Outras vezes, oferecem uma dica simples, mas eficaz. Com isso em mente, aqui estão sete dos nossos conselhos favoritos sobre relacionamentos de especialistas ao longo do último ano.

1. ‘REPLANTE’ SUAS AMIZADES.

Se você está procurando fortalecer seus laços platônicos, considere “replantar”, uma estratégia que promove a proximidade ao renovar a forma como você se conecta com um amigo, diz Marisa G. Franco, psicóloga e autora de “Platonic”.

Talvez você deva convidar um colega de trabalho para sua próxima reunião do clube do livro. Ou pedir ao amigo que você normalmente encontra para um happy hour para fazer uma “caminhada de admiração”. A novidade pode revigorar sua conexão, e passar tempo em diferentes contextos permite que você experimente diferentes lados da personalidade de um amigo.

2. NAMORANDO? ATENTE PARA OS ‘SINAIS AMARELOS’.

Se você está no cenário de namoro, pode ter se tornado bastante habilidoso em identificar “sinais vermelhos”, mas “sinais amarelos” —comportamentos ou atitudes que indicam que você deve proceder com cautela— podem ser mais difíceis de identificar, mesmo para o mais experiente dos namoradores.

Jancee Dunn, colunista do boletim Well, analisou os sinais mais sutis a serem observados em um potencial parceiro romântico: Seu encontro acha que todos os seus antigos parceiros são loucos? Seu círculo íntimo tem reservas sobre seu novo relacionamento? Esses não são necessariamente motivos para terminar, descobriu Jancee, mas são sinais de alerta que merecem sua atenção.

3. APRENDA A AMAR AS ‘DECLARAÇÕES EU’.

A “declaração eu” é um elemento básico da linguagem terapêutica que os conselheiros de casais usam repetidamente como uma ferramenta para ajudar a reduzir as acusações entre parceiros e incentivar a comunicação produtiva.

A fórmula básica: “Eu me sinto X quando Y acontece”, geralmente seguida pela expressão de uma necessidade. Então, em vez de dizer algo como: “Você sempre olha para o seu telefone durante o jantar!”, você pode dizer: “Eu me sinto sozinho quando você olha para o seu telefone durante as refeições, e preciso da sua atenção total à mesa.”

4. ELIMINE ESTA FRASE DO SEU VOCABULÁRIO.

Vivemos em uma sociedade que teme o luto, e encontrar as “palavras certas” para ajudar alguém em dor nunca é fácil. Mas certas expressões —particularmente “tudo acontece por uma razão”— podem soar como desdém, relata Jancee.

O luto precisa ser testemunhado, não desviado, diz David Kessler, autor de vários livros sobre o tema que perdeu seu filho anos atrás. Em vez disso, diga à pessoa que você sente muito, ou talvez compartilhe uma ou duas memórias favoritas. Especialistas dizem que sua presença é mais poderosa do que clichês.

5. ABRACE O PODER DA ‘REVISÃO RELACIONAL’.

À medida que envelhecemos, a maioria de nós entende que nenhum relacionamento romântico pode nos oferecer tudo o que queremos ou precisamos, afirma Terrence Real, terapeuta familiar e autor do livro “Us: Getting Past You and Me to Build a More Loving Relationship”. Por isso, ele recomenda uma verificação ocasional que ele chama de “revisão relacional”.

Pergunte a si mesmo: “Estou recebendo o suficiente neste relacionamento para que lamentar o que não recebo seja aceitável para mim?” sugere Real. Afinal, “lamentar e digerir os limites das imperfeições humanas de cada um é uma parte central da intimidade a longo prazo”, diz ele.

6. NÃO DEIXE A COMPARAÇÃO ROUBAR SUA ALEGRIA SEXUAL.

Terapeutas e educadores sexuais passam muito tempo tranquilizando as pessoas de que não existe “normal” quando se trata de intimidade. As pessoas ficam especialmente presas à frequência e se estão tendo uma quantidade “típica” de sexo, diz Lori Brotto, psicóloga e professora da Universidade da Colúmbia Britânica, autora de “Better Sex Through Mindfulness”. Mas a comparação não melhorará sua vida sexual. Uma pergunta mais relevante: Quanto você aproveita o sexo que está tendo?

7. ORGANIZE ENCONTROS PELO PRAZER DE FAZÊ-LO.

Perto do fim de sua vida, Ruth Westheimer, a terapeuta sexual mais conhecida dos Estados Unidos, voltou seu foco da intimidade para a crise da solidão. Em seu último livro, publicado meses após sua morte aos 96 anos, Ruth ofereceu 100 lições para a conexão humana. Entre elas? Pare de contabilizar com que frequência você organiza ou inicia planos. Dê o primeiro passo e reúna seus entes queridos ao seu redor porque isso lhe traz contentamento, aconselha Ruth, não porque você espera um convite em troca.



Leia Mais: Folha

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

PUBLICADO

em

I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS