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Como Modi recuperou o grande prêmio econômico da Índia cinco meses depois de perdê-lo | Notícias de política
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Nova Deli, Índia – Uma aliança liderada pelo Partido Bharatiya Janata (BJP), do primeiro-ministro Narendra Modi, varreu as eleições para o segundo maior estado da Índia, Maharashtra, no sábado, recuperando dramaticamente o terreno que havia perdido há apenas cinco meses em um revés nas eleições parlamentares.
Maharashtra, com a sua capital Mumbai, é o estado mais rico da Índia – o seu produto interno bruto de 510 mil milhões de dólares é maior do que o de qualquer outro estado e é também maior do que o de grandes economias globais como a Noruega e a África do Sul.
No sábado, a aliança liderada pelo BJP conquistou mais de 230 dos 288 assentos na assembleia legislativa do estado, com o partido de Modi triunfando sozinho com 132 assentos, dando ao primeiro-ministro o controlo total sobre a potência económica da Índia.
A vitória do partido marca um ressurgimento impressionante num estado que há muito é politicamente crítico na Índia, mas onde, nos resultados das eleições de Lok Sabha (Câmara do Povo) em junho, o BJP e os seus aliados foram derrotados pela oposição, disseram analistas. O BJP e os seus parceiros conquistaram apenas 17 dos 48 assentos parlamentares em Maharashtra, com a oposição, composta pelo Partido do Congresso e seus aliados, conquistando 30 assentos.
Os resultados de sábado deixaram a oposição a lamber as feridas, apesar de a aliança liderada pelo Congresso ter vencido as eleições para o estado de Jharkhand, dominado por tribos, depois de o BJP ter conduzido uma estridente campanha anti-muçulmana naquele país. Em Maharashtra, o Congresso conquistou apenas 16 cadeiras.
“(O) Congresso não consolidou e desperdiçou os ganhos das eleições parlamentares”, disse Sandeep Shastri, cientista político do Centro para o Estudo das Sociedades em Desenvolvimento (CSDS), com sede em Deli. “Há uma profunda desconexão entre a base e sua liderança.”
No entanto, apesar da vitória do BJP, majoritário hindu, em Maharashtra, o que funcionou não foi necessariamente a polarização religiosa, afirmam os analistas. Na verdade, em Jharkhand, a retórica antimuçulmana do BJP pode ter saído pela culatra.
Onde o BJP venceu Maharashtra foi com a sua mudança do foco em Modi – cujo rosto tem sido sinónimo de todas as campanhas partidárias na última década – para factores locais.
Mais mulheres, menos Modi
Maharashtra, um estado costeiro com mais de 125 milhões de habitantes – quase o dobro da população do Reino Unido – foi uma das feridas sangrentas do BJP quando perdeu a maioria parlamentar em Junho deste ano. Cinco meses depois, o BJP obteve o seu melhor desempenho de sempre nas eleições estaduais, enquanto o Congresso – que teve Maharashtra entre os seus bastiões mais fortes durante décadas – registou os seus piores números.
Ambos os partidos nacionais forjaram alianças pré-eleitorais com partidos regionais. Mas embora o BJP tenha conquistado 132 dos 149 assentos que disputou – uma taxa de sucesso de 89 por cento – o Congresso apenas garantiu 16 dos 101 assentos que disputou, uma taxa de vitória de apenas 16 por cento. A assembleia legislativa estadual tem um total de 288 cadeiras, com maioria de 145.
“O BJP permaneceu mais focado e geriu a sua coligação muito melhor do que o Congresso”, disse Shastri do CSDS. “O campo da oposição estava dividido em questões de campanha e focado mais na configuração de partilha de poder.”
Mas os analistas também atribuem a reviravolta dramática da atual aliança “Mahayuti”, liderada pelo BJP, aos seus esquemas de assistência social centrados nas mulheres, como o “Laadki Bahin Yojna”, um esquema de transferência de dinheiro de 1.500 rúpias (US$ 18) por mês para mulheres de 21 anos. 65.
Um inquérito realizado pela CSDS em Outubro revelou que sete em cada 10 respondentes beneficiaram directamente do regime. Segundo o governo, o esquema tem 23,4 milhões de beneficiários, num estado com 46 milhões de eleitoras.
“Outro truque que temos na manga foi minimizar a face de Modi nestas eleições e, em vez disso, combatê-los em questões locais, apoiando o nosso peso nos candidatos locais”, disse um estratega político contratado pelo BJP para gerir as sondagens de Maharashtra, pedindo anonimato.
O estrategista apontou outra parte importante do quebra-cabeça por trás da vitória do BJP: o apoio à sua fonte ideológica, o Sangh Parivar, um termo genérico para mais de três dezenas de grupos nacionalistas ultra-hindus.
“A organização Sangh realizou milhares de reuniões com mulheres e homens-filhos, e simplesmente foi de porta em porta para se encontrar com todos em Maharashtra”, disse Sriraj Nair, porta-voz sênior da Vishwa Hindu Parishad (VHP), uma organização que faz parte do Sangh.
“Somos organizações fortes, baseadas em quadros, que estão presentes em todas as aldeias do estado. Todo o nosso maquinário se uniu para se recuperar das perdas sofridas pelo partido amigo dos hindus nas eleições nacionais”, acrescentou Nair, referindo-se ao BJP.
Shastri concordou, acrescentando que as organizações Sangh realizaram “campanhas bem lubrificadas” que desempenharam um “papel crucial” no sucesso do BJP.
Onde a polarização saiu pela culatra
Mas o BJP perdeu Jharkhand, um estado de 32 milhões de habitantes.
Também aí, o governo liderado por Jharkhand Mukti Morcha (JMM) iniciou um esquema de transferência de dinheiro centrado nas mulheres, fornecendo 1.000 rúpias (12 dólares) por mês a mulheres com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos, atingindo quase 5,2 milhões de mulheres no período que antecedeu a crise. às urnas. O estado tem 12,8 milhões de eleitoras.
“Uma análise simples diz que os esquemas de assistência social financiados pelo governo em ambos os estados obtiveram vitórias esmagadoras para os partidos ideologicamente opostos”, disse Rahul Verma, membro do Center for Policy Research (CPR).
“Mas isso é apenas uma parte da explicação. Muita coisa aconteceu”, acrescentou.
Em Janeiro deste ano, agências de investigação nacionais prenderam o ministro-chefe de Jharkhand, Hemant Soren, amplamente visto como um dos líderes tribais mais populares da Índia, sob acusações de corrupção. Ele nega as acusações e diz que os casos contra ele representam uma vingança política do BJP.
O chefe do JMM foi libertado sob fiança seis meses depois e fez campanha antes das eleições. Agora, ele está prestes a regressar ao cargo de ministro-chefe, depois de a aliança que lidera – que inclui o Congresso – ter obtido a maioria nas eleições estaduais.
As comunidades tribais do estado – 26 por cento da população – e os muçulmanos – 14,5 por cento – apoiaram a aliança liderada pelo JMM. O BJP trouxe Himanta Biswa Sarma, um líder nacionalista hindu divisivo do nordeste da Índia, para liderar a sua campanha em Jharkhand. A campanha do BJP tentou pintar os muçulmanos no estado como “Bangladeshianos” e “forasteiros Rohingya”, inclusive através de uma propaganda islamofóbica que teve de retirar por ordem das autoridades eleitorais.
“O ódio que espalharam na campanha saiu pela culatra”, disse Minakshi Munda, professor assistente de antropologia na Universidade de Kolhan, Jharkhand, que disse que entre as comunidades tribais do estado, “o BJP ainda é visto como estranho”.
As comunidades tribais de Jharkhand acabaram votando para “manter o BJP fora do poder… para salvaguardar a identidade tribal (do estado)”, disse Munda.
Verma, pesquisador do CPR, concordou, dizendo que a campanha do BJP acabou consolidando votos por trás da aliança liderada pelo JMM.
Um Congresso dizimado
Entretanto, o principal partido da oposição do país, o Congresso, parece confuso após os resultados eleitorais – que surgem na sequência de recentes reveses em duas outras eleições, em Haryana e na Caxemira administrada pela Índia.
O Congresso, disse Verma, parece ainda estar a lutar para “descobrir uma estratégia para o seu renascimento”.
Tanto Verma quanto Shastri disseram que o Congresso estava “pegando carona” em seus parceiros de aliança regional para combater o BJP. Mas com o seu próprio número a diminuir, “o Congresso também tem dificuldades na sua capacidade de negociar com os partidos regionais”, acrescentou Verma.
Espera-se que mais dois estados importantes, Delhi e Bihar, realizem eleições nos próximos meses. Mas agora votarão numa atmosfera política fundamentalmente diferente daquela que existia no início deste ano.
O BJP já não está em queda – recuperou das derrotas nas eleições parlamentares que agora parecem aberrações. E a oposição, que parecia estar a aumentar depois de uma década no deserto, voltou a recolher as migalhas.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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13 horas atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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