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Como o congelamento da ajuda dos EUA de Trump impediu o sistema de imigração da Colômbia | Donald Trump News
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Crianças como Samantha são o grupo principal atualmente elegível para a licença de proteção temporária da Colômbia (PPT), uma vez que a elegibilidade para adultos foi restrita em 2023.
A Colômbia estabeleceu o programa PPT em 2021 para incentivar os venezuelanos a buscar o status de imigração legal.
Foi aclamado como um avanço ao abordar a migração e a crise dos refugiados: as licenças são válidas até 2031 e permitem que os venezuelanos acessem o sistema educacional, emprego e outros serviços da Colômbia.
Andrés Moya, professora da Escola de Economia da Universidade de Andes estudado Os benefícios do PPT.
Ele descobriu que os venezuelanos com status de imigração regularizados tinham maior renda mensal, melhor saúde e altos gastos com consumidores. E custa menos ao governo colombiano para apoiá -los, em comparação com migrantes e refugiados sem documentos.
A vantagem é particularmente evidente com as crianças, acrescentou Moya.
“Se investirmos nessas crianças, elas estarão em uma posição melhor mais tarde na vida para contribuir de volta, trabalhar, criar seus próprios negócios, para aumentar o consumo”, disse ele.
Caso contrário, Moya alertou, as famílias “vão continuar migrando e aumentando a crise em toda a região, ou se tornarão um fardo para o sistema”.
Mas como a USAID parou de distribuir assistência externa, o programa que processa as licenças especiais – chamado de projeto “visível” – cuspiu.
Alguns escritórios visíveis reabriram em 28 de fevereiro com uma equipe de esqueletos. O governo colombiano teve que reformular os funcionários com seus próprios fundos.
Originalmente, havia 171 documentos de processamento de funcionários em todo o país antes do congelamento da ajuda, de acordo com um porta -voz da Agência de Migração da Colômbia. Agora, o governo espera manter 92.
Quando os sites fecharam o país no mês passado, Llano Medina disse que apenas uma única pessoa foi deixada na equipe da Medellín-uma coordenadora do programa-para lidar com queixas de alto nível.
Ela creditou seu link informal a esse coordenador de ajudar a salvar a vida de uma criança de oito meses. Quando o bebê venezuelano contratou uma febre alta no final de fevereiro, o coordenador conseguiu organizar um PPT de emergência para que o bebê pudesse receber cuidados hospitalares.
Ela preocupou que outras crianças sem documentos pudessem não receber a mesma ajuda em uma emergência.
De 2021 até a Freeze, Llano Medina, estimou que registrou pelo menos 1.500 crianças para suas PPTs. Ela mostrou a Al Jazeera os três cadernos e dois tablets, onde escreve as informações de cada criança e armazena suas fotos para preencher sua papelada.
Agora, ela luta para rabiscar a tarifa de ônibus para chegar ao hospital para o seu turno voluntário.
“É um compromisso que eu faço com o coração. Gosto de contribuir porque, honestamente, não há muitas pessoas que fazem isso de graça”, disse ela.
Llano Medina apontou para Samantha como uma das sortudas. A febre da criança de cinco anos acabou quebrando e, em poucos dias, ela se sentiu bem o suficiente para ir à escola.
Mas sua mãe, Loaiza, ainda se preocupa com o que pode acontecer da próxima vez que enfrentar uma emergência médica. Ela planeja reiniciar o processo de registro do PPT para Samantha e Clarion, uma vez que seu escritório de migração local puder recontratar os funcionários.
“O que nos dá esperança é saber que, uma vez que o processo se abre, podemos finalmente nos livrar desse fardo”, disse ela. “Eles terão seguro de saúde … e não seremos afastados”.
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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