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Como Trump busca mudança sistêmica, os EUA têm a obrigação de refugiados? | Notícias dos refugiados

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Como Trump busca mudança sistêmica, os EUA têm a obrigação de refugiados? | Notícias dos refugiados

Mas mesmo uma vitória legal pode não ser suficiente para restaurar o sistema de refugiados dos EUA.

Ramji-Nogales, da Temple University, disse à Al Jazeera que, mesmo que os desafios legais prevalecem, existem inúmeras outras maneiras pelas quais o governo Trump pode tornar o programa quase ineficaz.

“Se eles não conseguem parar completamente, podem realmente diminuir os números e realmente causar danos ao programa e sua capacidade de funcionar daqui para frente”, disse ela.

A legislação de 1980 criou um processo anual para o presidente estabelecer tetos de admissão: um número máximo de refugiados que podem ser permitidos nos EUA.

Desde 1990, admissões de refugiados tiveram a média cerca de 65.000 por ano. Ainda assim, a Lei de Refugiados de 1980 não define o mínimo sobre o número de refugiados que devem ser permitidos.

O falecido presidente Jimmy Carter estabeleceu o bar mais alto, com um teto de admissão de mais de 230.000.

Enquanto isso, Trump limitou as admissões para o ano fiscal de 2020 aos 18.000, marcando uma baixa histórica. Para 2021 – o ano em que seu primeiro mandato terminou – ele propôs um número ainda menor: 15.000.

Não está claro o quão longe Trump pode legalmente minimizar o programa durante seu segundo mandato, de acordo com Opila, o advogado do Conselho Americano de Imigração.

“Não há uma tonelada de jurisprudência sobre o tipo de fronteira” o presidente pode enfrentar, disse Opila.

Por sua vez, o governo Trump indicou que há pelo menos um grupo que está disposto a priorizar nas admissões de refugiados: afrikaners brancos da África do Sul.

Em uma ordem executiva em fevereiro, Trump disse que os EUA “promoverão o reassentamento de refugiados afrikaner que escapam da discriminação baseada no governo, incluindo o confisco de propriedades discriminatórias racialmente”.

O presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, no entanto, disse que as reivindicações de Trump de discriminação anti-branca são falsas.

Não está claro qual será o efeito de todas essas mudanças, de acordo com Ramji-Nogales.

Ela observou que tradicionalmente havia apoio bipartidário ao programa de refugiados, pois se sobrepõe aos interesses e esforços religiosos para nos promover “poder suave” no exterior.

Isso era verdade mesmo quando o sentimento público em relação aos refugiados mergulhou em vários pontos nas últimas décadas, disse ela.

Mas Trump enfrentou pouca oposição de seu próprio partido republicano até agora durante seu segundo mandato.

“O que acontece a seguir depende do que acontece nas eleições intermediárias e depende do que acontece com a próxima eleição presidencial”, disse Ramji-Nogales.

“Mas acho que as ramificações de longo prazo para os Estados Unidos e o resto do mundo serão infelizes, para dizer o mínimo”.



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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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