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‘Como uma grande caixa de chocolates’: Tom Hanks expõe suas máquinas de escrever | Tom Hanks
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2 anos atrásem
Jesse Hassenger
SAlgumas celebridades colecionam arte, gravuras de filmes raros ou figuras de ação simples e antigas. (Bem vindo ao clube, Leonardo DiCaprio.) Tom Hanks, um tanto famoso, coleciona algo que é simultaneamente mais prático e pesado: máquinas de escrever. E, ao contrário das pinturas de Steve Martin ou das figuras de Leo, atualmente você pode dar uma olhada em algumas das máquinas de escrever Hanks na The Church, um local de exposições em Sag Harbor, em Long Island.
Algumas das máquinas de escrever de Tom incluem 35 de sua coleção de mais de 300, escolhidas pelo próprio Hanks. Isso inclui uma máquina de escrever elétrica do set de Mad Men (os curadores ainda não estão claros sobre como Hanks conseguiu isso, mas ele está gravando um guia eletrônico para acompanhar o show que eles esperam que explique), um Olivetti original de 1969 “ Valentine” desenhada por Ettore Sottsass, e, num dos toques mais surpreendentes, um modelo relativamente novo: uma máquina de escrever translúcida, ainda fabricada por uma empresa que se baseou na produção de calculadoras no década de 1980, para uso por escritores encarcerados. A exposição também inclui alguns batedores menos sofisticados, reservados para uma experiência mais interativa; afinal, a presença física faz parte da mística da máquina de escrever.
A origem das máquinas de escrever Hanks foi contada, ainda que ficcional, em seu conto Estas são as meditações do meu coração, de sua coleção Tipo incomum. Na história, uma mulher traz uma velha máquina de escrever para conserto, apenas para ter uma conversa que mudará sua vida com o homem que ela espera que a conserte. Hanks disse que a conversa foi tirada quase literalmente de sua própria experiência, que envolveu ser informado, essencialmente, de que o que ele trouxe estava mais próximo de um brinquedo, e ser presenteado com um Hermes 3000, como um objeto de durabilidade e utilidade surpreendentes. . Hanks agora carrega uma máquina de escrever – nem sempre a mesma – com ele em quase todos os lugares, e usa uma quase todos os dias. Ele não os usa necessariamente para escrever em formato mais longo (um laptop ainda será a ferramenta mais eficiente para isso), mas usará uma máquina de escrever da mesma forma que outras pessoas poderiam anotar algo em um papel de rascunho ou digitar notas. app: para fazer uma lista de compras, digamos.
Mas embora Hanks tenha fornecido as máquinas de escrever e algumas histórias para acompanhá-las, coube ao renomado diretor criativo e autor Simon Doonan, que trabalhou em tudo, desde uma exposição de Warhol até vitrines na Barney’s e decoração de Natal na Casa Branca de Obama. , para realmente projetar e montar a exposição. É fácil ver por que Doonan combinaria bem com a personalidade brincalhona e gentil de Hanks; quando menciono o uso das máquinas de escrever antigas da minha mãe quando criança, há cerca de 35 anos, ele pergunta o nome dela e repetidamente a incorpora em seus pensamentos: “As máquinas de escrever tiveram um impacto enorme em Linda e eu”, diz ele. “A trilha sonora do século 20 foi o barulho e o barulho das máquinas de escrever”, diz Doonan, “porque essa foi a grande revolução no início do século e nas décadas de 50, 60 e 70”. Ele cita os próprios pais como exemplo: “Os dois abandonaram a escola muito jovens, meio que foram para o trabalho na fábrica, só que aprenderam a datilografar, o que mudou o curso de suas vidas”.
“Para os mais jovens”, observa ele em termos de pessoas que não cresceram acostumadas com os dispositivos, “é como, caramba, olhe para essas máquinas malucas que são ao mesmo tempo muito simples e extremamente labirínticas e complexas. Olhar para uma máquina de escrever é como olhar para o cérebro de alguém; é assustador.” Para uma analogia mais amigável, Doonan compara o hobby a colecionar (e brincar com) guitarras vintage, onde há um elemento de interação, em vez de simplesmente exibir os produtos com reverência. Nesse sentido, a montagem desta mostra relembrou seu trabalho em The Warhol Look, mostra que decorreu no Whitney com foco em moda e roupas: “Você está lidando com muitos objetos que não vêm com esse imprimatur de arte pesada”. Ele observa que isso também era semelhante ao seu trabalho na Barney’s, onde foi vitrinista durante décadas, e outros selecionavam os materiais com os quais trabalhava: “Estou acostumado a lidar com mercadorias, sem todas as ideias pré-concebidas da arte”.
Isso não significa, é claro, que estas máquinas não tenham prazeres estéticos. “Para mim, é uma coisa visual. É como uma grande caixa de chocolates”, diz Doonan, evocando um famoso personagem de Hanks. “Todo mundo está tão carregado de linguagem de design que você fica completamente obcecado com a época.” Ele tem um estilo favorito de máquina de escrever? Ele diz que está dividido entre máquinas de escrever do estilo da era espacial de meados do século 20 e modelos mais antigos, que evocam uma espécie de glamour sombrio: “Eu adoro as máquinas vitorianas realmente pesadas, que são muito sinistras – (você pode imaginar) veneno -cartas de caneta e mensagens de ódio escritas nelas. É isso que acontece com as máquinas de escrever: sim, cartas de amor, roteiros, livros, mas também comunicações traiçoeiras que fazem seu sangue gelar quando você as tira do envelope. As máquinas de escrever apareceram em tantos filmes e em tantos contextos sinistros – a chave que identifica um assassino, ou no caso de Jack Nicholson (em O Iluminado), a máquina de escrever que revela a verdadeira extensão da sua psicose.”
Isso também se estende à sensação física de usá-los, especialmente em modelos pré-elétricos: ajustar o papel manualmente, pressionar teclas para acionar um golpe satisfatório para cada letra, mover o carro no final da margem. Doonan não tem rituais de escrita próprios, mas ainda observa que o processo físico mudou de “bater para fazer cócegas nos marfins”, perdendo uma certa força ao longo do caminho. (“A violência!”, ele se entusiasma.) Para as múltiplas gerações que fizeram a mudança, e para as múltiplas gerações que nunca precisaram fazê-lo, Algumas das máquinas de escrever de Tom podem pelo menos oferecer uma versão breve e ampliada dessas experiências perdidas.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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