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Concurso da PRF é temporariamente suspenso

Folha do Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF) está temporariamente suspenso. O anúncio foi feito pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), banca que organiza a seleção.

Por meio de nota, a empresa esclareceu que a suspensão atende determinação de ação popular em tramitação na 2ª Vara Federal da Justiça do Ceará.

O processo propõe que as fases do certames sejam realizadas em todas as capitais do país, e não apenas na cidade para lotação escolhida por cada candidato.

A primeira etapa do processo seletivo, composta por provas objetivas e discursivas, foi aplicada no dia 3 de fevereiro. No comunicado, o Cespe também informa que os resultados final e provisório dos exames serão divulgados em data oportuna.

O concurso da PRF oferece 500 vagas para o cargo de policial rodoviário federal e registrou 29.152 inscrições em todo o país, sendo que os Estados que atraíram mais candidatos foram Pará, com 12.700; Goiás, com 12.605; e Rio Grande do Sul, com 11.559 inscritos.

A seleção é destinada a candidatos com curso de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A jornada de trabalho dos servidores é de 40 horas semanais. A remuneração inicial é de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458.

O certame terá ainda teste de aptidão física, avaliações de saúde e psicológica, análise de títulos, investigação social e curso de formação.

Válido pela última etapa, o curso de formação é realizado na Academia Nacional da Polícia Rodoviária Federal, em Florianópolis, capital de Santa Catarina.

Durante o treinamento, que tem duração média de três meses, os agentes acompanham aulas sobre condução veicular policial; educação e segurança no trânsito; policiamento e fiscalização; direitos humanos e cidadania; técnicas de abordagem; ética, postura profissional e atendimento ao público; entre outras disciplinas.

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Diretor da Energisa culpa bandeira tarifária e maior consumo por aumento

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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SAIMO MARTINS, DO CONTILNET

A Câmara Municipal de Rio Branco promove na manhã sexta-feira (4) uma audiência pública com a presença do representante da Energisa para que a empresa preste esclarecimentos sobre os aumentos na conta de energia em Rio Branco. Na ocasião, o diretor da empresa, Ricardo Xavier, voltou a dizer que não existe aumento de tarifa nas contas de energia elétrica e sim de consumo.

“Vim aqui responder questionamento de qualquer dúvida que tiverem, tentar esclarecer assim como eu fiz na Assembléia, no Ministério Público. Não tem aumento de tarifa, o que você tem é a inserção das bandeiras tarifárias que acontece em alguns meses, dependendo da designação da Aneel, é normal”, explicou Xavier.

O diretor  se defende e diz que não afirmou que os ventiladores consomem mais energia do que os aparelhos de ar condicionado. “Não procede, eu não falei essa frase de forma alguma, eu estava tentando explicar uma situação em que um ar condicionado no período quente, ele consome mais para o mesmo trabalho do que num período frio. Comparei ventilador e ar condicionado porque que o ventilador gasta mais por você utiliza ele mais horas por dia. Se alguém disse isso, ou quem publicou isso, fez de forma errônea”, destacou.

O debate conta com a presença de diversas instituições de fiscalização e representantes da sociedade civil organizada, deputados estaduais, como o presidente da Comissão Parlamentar de inquérito (CPI), Daniel Zen (PT), diretor André Gil do Procon e representantes da defensoria pública do Acre.

 

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Notícias institucionais

Aprovado pojeto que prevê pagamento de tornozeleiras pelos próprios presos no Acre

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Os deputados aprovaram por unanimidade o projeto do deputado Roberto Duarte (MDB), durante sessão na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que prevê o pagamento de aparelhos eletrônicos pelos próprios presos apenados no sistema jurídico acreano.

De acordo Roberto, o estado gasta milhões de reais anualmente com as tornozeleiras e, por isso, quem é julgado pela justiça, deve custear o gasto com o equipamento que vai usar.

“Outros estados já votaram a favor dessa legislação. Não há nada de inconstitucional sobre isso e, por isso, quem foi julgado deve pagar pelo equipamento que vai usar, e não o estado”, explicou.

A ementa será levada ao executivo acreano e passará pela apreciação do governador Gladson Cameli. Caso seja aprovada, valerá a partir da data de autorização.

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