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Concurso TRF6 poderá ter até 2.545 aprovados; entenda!

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O edital do novo concurso TRF6 é aguardado para ser lançado em breve. A seleção do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (Minas Gerais) será para formação de cadastro de reserva, mas até 2.545 candidatos terão chances de aprovação.

Isso porque, apesar da previsão de oportunidades para cadastro reserva, o concurso terá até 2.545 candidatos classificados na prova objetiva e que terão suas respectivas discursivas corrigidas pelo Cebraspe, organizador da seleção.

Vale destacar que o número de candidatos poderá ser ainda maior, uma vez que a banca deverá respeitar os empatados na última posição.

Conforme indicado no termo de referência do concurso TRF6, o número de redações a serem corrigidas seguirá o seguinte quantitativo:

Analista judiciário

  • área Judiciária sem especialidade: 450 candidatos (250 região Central, 50 região Sul, 40 região Norte, 50 região Leste e 60 região Oeste)
  • área Administrativa: 200 candidatos (120 região Central, 30 região Sul, 20 região Norte, 30 região Leste e 40 região Oeste)
  • Engenharia Elétrica: 20 candidatos
  • Engenharia Civil: 20 candidatos
  • Engenharia Mecância: 20 candidatos
  • Engenharia Eletrônica: 20 candidatos
  • Tecnologia da Informação: 120 candidatos
  • Governança e Gestão de Tecnologia da Informação: 30 candidatos
  • Contabilidade: 30 candidatos
  • Arquitetura: 20 candidatos
  • Análise de dados: 30 candidatos
  • Análise de Sistemas de Informação: 25 candidatos
  • Estatística: 20 candidatos
  • Arquivologia: 20 candidatos
  • Medicina (Clínica Geral): 20 candidatos
  • Medicina (Cardiologia): 20 candidatos
  • Medicina do Trabalho: 20 candidatos
  • Medicina (Ortopedia): 20 candidatos
  • Medicina (Psiquiatria): 20 candidatos
  • Ondontologia: 20 candidatos
  • Enfermagem: 20 candidatos
  • Psicologia: 20 candidatos
  • Serviço Social: 20 candidatos

Técnico judiciário

  • área Administrativa sem especialidade: 790 candidatos (450 região Central, 90 região Sul, 60 região Norte, 90 região Leste, 100 região Oeste);
  • área Administrativa – agente de polícia judicial: 260 candidatos (100 região Central, 40 região Sul, 40 região Norte, 40 região Leste e 40 região Oeste);
  • Contabilidade: 130 candidatos (50 região Central, 20 região Sul, 20 região Norte, 20 região Leste e 20 região Oeste);
  • Desenvolvimento de Sistemas de Informação: 80 candidatos; e
  • Suporte Técnico: 80 candidatos.

O TRF6 conta com o 1º e o 2º grau. A 1ª instância é representada pela Seção Judiciária de Minas Gerais, enquanto a 2ª instância é formada pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região.

Conforme destacado no termo de referência do concursO, os candidatos serão avaliados por meio de até três etapas, sendo elas:

  • provas objetivas (Conhecimentos Gerais e Específicos), de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos;
  • prova discursiva (redação ou estudos de caso), de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos; e
  • Teste de Aptidão Física (TAF), de caráter eliminatório, somente para o cargo de técnico judiciário da área Administrativa, na especialidade de agente de Polícia Judicial.

Ainda não há detalhes relacionadas às disciplinas que serão exigidas dos candidatos. No entanto, sabe-se que a prova objetiva contará com 120 questões do modelo “certo” ou “errado” clássico do Cebraspe.

Embora os critérios de pontuação não tenham sido informados, a tendência é que cada questão correta valha um ponto, enquanto as questões erradas retirem um ponto.

O processo de pontuação é similar ao já aplicado pelo Cebraspe em suas provas.

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Concurso TRF6 poderá contar com mais de 2 mil aprovados

(Foto: Divulgação)

Resumo do concurso TRF6

  • Instituição: Tribunal Regional Federal da 6ª região
  • Status: banca definida
  • Banca: Cebraspe
  • Cargos: técnico e analista
  • Requisito: nível superior
  • Salários: até R$13.994,78
  • Vagas: CR
  • Inscrições: a definir
  • Provas: a definir

+ Inicie a preparação para o concurso TRF6!

Qual será o salário do aprovado no concurso TRF6?

Com publicação da Lei 14.523/2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a remuneração do servidor do Tribunal Regional Federal da 6ª Região passou a contar com novos valores, a partir de fevereiro deste ano.

Conforme indicado no documento, o reajuste de 18,13% ficou dividido em três parcelas (fevereiros de 2023, 2024 e 2025). Sendo assim, o salário inicial do aprovado será de:

  • técnicos judiciários: R$8.529,64, sendo R$3.554,02 de vencimento básico e R$4.975,64 de Gratificação por Atividade Jurídica (GAJ).
  • analistas judiciários: R$13.994,76, sendo R$5.831,15 de vencimento básico e R$8.163,61 de Gratificação por Atividade Jurídica (GAJ).

O reajuste não beneficia somente servidores de Tribunais Regionais Federais, mas também o quadro funcional de outros órgãos do Poder Judiciário da União.

O aprovado ainda faz jus a diversos benefícios, como os auxílios alimentação (R$1.393,10) e pré-escolar (R$1.178,82).

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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