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Concursos para nível médio pagam salários de até R$ 15 mil; veja

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Yoko, último chimpanzé que vivia em cativeiro na Colômbia, chega ao Brasil para viver em santuário em São Paulo ao lado de outros animais da mesma espécie. Foto: Projeto GAP Brasil

Para quem sonha com o serviço público, mas teme pelas exigências pode se tranquilizar. Há previsão de concursos em que o nível de escolaridade é o médio e os salários podem passar de R$ 15 mil. Há expectativa de publicação de vários editais até o fim do ano.

É o caso do concurso para o Tribunal de Contas da União (TCU). Serão abertas vagas para técnico federal de controle externo e salário de R$ 15.128,26, além de benefícios, como auxílio-alimentação, assistência médica e odontológica.

Ainda sem data, mas com anúncio feito, haverá o concurso de nível médio da Petrobras. É bastante aguardado porque a empresa costuma oferecer salários bons e muitos benefícios.

Edital publicado

No Distrito Federal, está aberto o concurso da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), que oferece 82 vagas e salários de R$ 4.426,60 a R$ 10.873,95.  Os valores mais altos são para nível superior – advogado e várias áreas da engenharia -, mas há nove cargos em nível médio.

O prazo de inscrição termina em 9 de abril.

A inscrição deve ser feita no endereço eletrônico do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe): https://www.cebraspe.org.br/concursos/caesb_24.

Concursos que serão abertos

É bastante esperado o concurso da Polícia Federal administrativo cujo edital pode ser publicado a qualquer momento e a banca será do Cebraspe. Os salários são de até R$ 5.173,28, mais R$ 1 mil de vale-alimentação.

Há, ainda, os concursos para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) cujo edital deve sair ainda este mês com a oferta de 400 vagas para níveis médio e superior; e para os Correios, para o cargo de atendente comercial, com edital a ser publicado em abril.

O Banco Central encaminhou o pedido de autorização encaminhou o pedido de autorização de um concurso com foco administrativo. O salário previsto é de R$ 7 mil com gratificações.

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Outras alternativas

As previsões incluem mais alternativas, como concursos para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Escola de Aprendizes-Marinheiros (EAM), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Há, ainda, para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) administrativo, o Ministério da Fazenda e a Escola de Sargentos das Armas (ESA), segundo levantamento feito pelo Correio Braziliense.

Previsões para este ano

A Companhia Metropolitano do DF (Metro-DF) ainda não tem data para a publicação do edital, segundo a assessoria de imprensa do órgão. A definição exata das áreas e do número de vagas ofertadas no certame depende de estudos internos que estão sendo realizados pela empresa.

Existe ainda a expectativa de abertura de seleções da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CL-DF), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), bem como o lançamento do edital para agente de custódia da Polícia Civil (PCDF).

O tempo está passando, mas há a previsão de vários concursos terem editais publicados até dezembro, praticamente todos com vagas para nível médio. Foto: EBC



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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