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Conheça o cão vira-lata brasileiro só responde comandos em inglês; vídeo
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2 anos atrásem
Esse cão vira-lata é muito brasileiro, mas só responde se falam com ele em inglês. O Zero ou Litle Ze, como é chamado, é como se fosse um estrangeiro perdido no Brasil. Ele simplesmente não reage a comandos em português. Olha isso!
E os vídeos da tutora Paulinne Pontarolli, de Curitiba, no Paraná, provam que o cãozinho nem dá ouvidos quando falam com ele na nossa língua. E isso tem motivo.
Paulinne e o namorado norte-americano adotaram juntos o Zero, quando ele era ainda um bebê. Assim, em casa, o cão só ouvia inglês, inclusive os comandos, e acabou se acostumando. Agora, ele só passa alguns dias do mês com a mãe humana e age desse jeito.
Acha que é gringo
O super brasileiro cão Zero nunca saiu do Brasil, mas tem certeza absoluta que é gringo. Assim, se a tutora pergunta em português se quer passear ou se está com fome, ele não responde.
Mas se Paulinne fala em inglês ou o elogia também, o cão entende. “Bom menino”, diz ela, o cão nem olha. “Good boy”, repete a tutora, ele rapidamente levanta as orelhinhas e agita-se.
Zero hoje mora com o pai humano norte-americano e passa uma vez por mês com a mãe brasileira. Daí a não reação dele à nossa língua.
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Brincadeiras e piadas
Nos comentários, os internautas não resistiram a essa fofura do cãozinho que só entende inglês.
“Mais que um cachorro, um dog”, reagiu um internauta.
“”Sim, sim, eu falo português, mas é melhor se falarmos em inglês”, completou outro.
O cão Zero, super brasileiro, só entende se falarem com ele em inglês. Detalhe: ele nunca deixou o Brasil, mas tem certeza de que é gringo. – Foto: 2dogsemeio
Assista ao vídeo do cão vira-lata brasileiro que só atende comandos em inglês:
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Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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