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Constrangimento ocidental com o envolvimento norte-coreano
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A condenação oficial dos aliados da Ucrânia demorou três semanas a chegar. Sexta-feira, 8 de Novembro, o Conselho do Atlântico Norte, o órgão de decisão política no seio da NATO, “firmemente condenado” o envolvimento de soldados norte-coreanos ao lado da Rússia, agora comprovado na região russa de Kursk, parcialmente ocupada pela Ucrânia desde este Verão.
“A implantação de milhares de combatentes (da Coreia do Norte) constitui uma perigosa intensificação do já substancial apoio prestado por este país à guerra de agressão que a Rússia está a travar, de forma totalmente ilegal, contra a Ucrânia.denunciou a Aliança Atlântica. Um comunicado de imprensa assinado excepcionalmente pelos seus parceiros na Ásia e Oceania, Coreia do Sul, Japão, Nova Zelândia, Austrália, bem como pela Ucrânia.
Uma condenação colectiva que surge dois dias após a publicação de uma coluna invulgarmente dramática do Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, na quarta-feira, pelo site de notícias Político. “A presença de tropas norte-coreanas na Europa marca um ponto de viragem (…) Estaremos à beira de algo muito mais sombrio do que a devastação que já foi infligida ao povo ucraniano? »perguntou o novo representante da Aliança Atlântica, que tomou posse no dia 1é outubro.
Preso pelo contexto eleitoral americano
Apesar da escalada sem precedentes representada pelo envio de soldados norte-coreanos, nenhuma medida retaliatória foi tomada publicamente, nesta fase, pelos aliados. A tal ponto que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ficou irritado com isso em diversas ocasiões. “A reação hoje é nada, zero”declarou em particular no dia 31 de outubro, durante uma entrevista ao canal de televisão sul-coreano KBS.
“Estamos presos ao contexto eleitoral americano. Se isto tivesse acontecido na primavera, sem dúvida teríamos reagido de forma diferente”.lamenta uma fonte diplomática ocidental que acredita que este novo limiar seria capaz de relançar o debate sobre a utilização de armas ocidentais de longo alcance para atingir alvos em território russo. “Ainda não exploramos suficientemente toda a dimensão” do que está a acontecer, acrescenta o mesmo interlocutor.
Para além do contexto político americano, uma das razões apresentadas para justificar esta hesitação ocidental é a dificuldade dos aliados em corroborar as suas informações sobre a presença destes soldados norte-coreanos. Revelada pela primeira vez pela inteligência sul-coreana em 19 de outubro, a transferência gradual, para a região russa de Kursk, destes 12 mil soldados afiliados ao regime de Kim Jong-un, não foi confirmada pelos Estados Unidos até 23 de outubro. “Os sul-coreanos ensinaram coisas aos americanos”confirma uma fonte próxima ao assunto. “Os esforços para ocultar as origens das tropas dificultam as avaliações”, estamos também a dirigir-nos para a sede da Aliança, em Bruxelas.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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