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‘Contra a fake news e a favor da imprensa livre e verdadeira’, diz Geraldo Alckmin sobre novo canal de TV
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Letícia Senai Letícia Sena https://istoe.com.br/autor/leticia-sena/
14/11/2024 – 16:08
Na noite do próximo domingo, 17, estreia a CNBC Brasil, uma emissora focada no jornalismo de negócios. O evento de lançamento do canal, que aconteceu em 1º de novembro, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, reuniu mais de mil convidados, incluindo líderes políticos, autoridades do Judiciário, empresários, representantes do mercado publicitário, personalidades e membros da imprensa. A reportagem de IstoÉ esteve presente no evento e relata todas as novidades da nova emissora no país.
+Data de estreia, programação que une negócios e entretenimento e time de estrelas: saiba tudo sobre a CNBC Brasil
“Este é um dos lançamentos com maior alcance dos últimos anos no país, com a projeção de atingir cerca de 50 milhões de pessoas”, afirma Douglas Tavolaro, presidente e fundador da CNBC no Brasil.
Questionado pela reportagem sobre a vinda da CNBC para o Brasil, Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, disse: “Brinco com o uso de anglicismos — sobre ser um canal ‘fake news-free’ e ‘true plus’. Em outras palavras, contra a notícia falsa e a favor da imprensa livre e verdadeira. É muito importante contar com um dos maiores canais especializados em negócios e economia do mundo, para debater e discutir com bons analistas. Quem ganha com isso é a sociedade. É ótimo ter um canal gratuito na TV aberta. Costuma-se dizer que uma boa imprensa é a sociedade conversando consigo mesma. O Brasil, hoje, é um grande protagonista no mundo, seja na segurança alimentar, energética ou no clima.”
Presença de autoridades
Além de Geraldo Alckmin, Vice-presidente da República, marcaram presença Luís Roberto Barroso (Presidente do Supremo Tribunal Federal); Juscelino Filho (Ministro das Comunicações); Fernando Haddad (Ministro da Economia); Tarcísio Gomes de Freitas (Governador de São Paulo); Elizabeth Frawley Bagley (Embaixadora dos EUA), deputados e outros cinco ministros de Estado.
“Esse lançamento é importante para a imprensa ocupar o espaço público e criar fatos comuns, sob os quais as pessoas vão ter suas opiniões. É alentador que uma TV tenha notícias econômicas em um país onde ainda existe muito preconceito contra quem empreende.” (Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal).
“Queremos que o setor de TV se mantenha forte e altivo, pois vocês têm a responsabilidade pela informação que transmitem. Com mais um veículo de credibilidade em nível global, isso representa um grande ganho para o Brasil.” (Juscelino Filho, ministro das Comunicações).
“É bom saber que uma empresa como essa escolheu o Brasil. Economistas e cidadãos serão agraciados com a chegada da CNBC.” (Fernando Haddad, ministro da Fazenda).
“Parabéns ao Douglas por tornar esse sonho real, por trazer esse canal relevante, que vai transformar um assunto muitas vezes árido em algo palatável, discutindo temas importantes como mudanças na nossa demografia, economia do conhecimento, inteligência artificial e como transformar nosso país. Esses temas, que nem sempre são fáceis, serão abordados de forma que alia conteúdo e entretenimento. É um gigante da comunicação que chega ao Brasil e a São Paulo, e todos já estão esperando o dia 17 chegar.” (Tarcísio Gomes de Freitas, governador do Estado de São Paulo).
(Foto: Divulgação CNBC Brasil)
Estreia
A estreia da CNBC no Brasil será no dia 17 de novembro, um domingo, primeiro no digital, às 19 horas, e às 20 horas na TV. A data coincide com a semana do primeiro G20 da história no Brasil, o fórum internacional que reúne as maiores economias do mundo.
O canal estará disponível em pacotes básicos no canal 562 da Claro TV+ e na SKY, no canal 187 da Vivo, no 692 da Oi e em operadoras regionais pelo país. Também estará presente nas FAST Channels Samsung TV Plus, LG, TCL e Pluto TV, além das maiores plataformas de streaming do Brasil, como Watch, Zapping, Doozy, Intv, TMW, SnTV. Por fim, estará disponível ao vivo e on demand no YouTube.
(Foto: Divulgação CNBC Brasil)
Estrutura
A operação no Brasil agora integra uma rede com 25 redações ao redor do mundo, com transmissão para 80 países e audiência mensal de meio bilhão de pessoas.
O Times Brasil | CNBC, nome oficial da operação brasileira, contará com mais de 350 colaboradores, entre jornalistas e profissionais de outras áreas, e funcionará em uma sede com mais de 2 mil metros quadrados no novo coração financeiro de São Paulo. A redação, os estúdios e as áreas operacionais já estão finalizadas e prontas para o início das transmissões.
O canal multiplataforma terá mais de 15 horas diárias de jornalismo ao vivo, além das atrações de entretenimento inspiradas em negócios.
(Foto: Divulgação CNBC Brasil)
Time de estrelas
O elenco da CNBC no Brasil conta com apresentadores como Fabio Turci, Christiane Pelajo, Marcelo Torres, Rafael Ihara, Renan de Souza, Marcus Buaiz, Natália Ariede, Camila Farani, Rita Wu, Marcelo Favalli, Gustavo Sarti, Zeca Camargo, Carol Barcellos e Walter Longo.
(Foto: Divulgação CNBC Brasil)
Grade de programação
Na grade diária, às 07h, Rafael Ihara comanda o ‘CNBC Agora’, acompanhando o fechamento das bolsas asiáticas e a situação do mercado europeu.
Na sequência, às 09h30, Marcelo Torres, ex-SBT Brasil, apresenta o ‘Real Time CNBC’.
A programação vespertina se inicia às 13h. Natália Ariede, acompanhada de Renan de Souza diretamente de Abu Dhabi, ancora o ‘Money Times‘. Na sequência, às 16h, Fabio Turci comanda o ‘Radar CNBC‘, que focará os bastidores do poder e a relação com o mundo dos negócios.
Já na faixa noturna, às 19h, Christiane Pelajo estará no ‘Times CNBC‘, reunindo informação e análises. Fechando o dia, Marcelo Favalli apresenta o ‘Conexão CNBC‘, com uma seleção de conteúdos produzidos nas redações da CNBC ao redor do mundo.
Além disso, a emissora ainda terá programas especiais com temáticas fora do hard news, como os apresentados por Zeca Camargo, Marcus Buaiz e Carol Barcellos.
- 07h00 – CNBC Agora
- 09h30 – Real Time CNBC
- 13h00 – Money Times
- 16h00 – Radar CNBC
- 19h00 – Times CNBC
- 22h00 – Conexão CNBC
Patrocinadores e apoiadores
A CNBC no Brasil também anunciou um recorde de marcas anunciantes para um canal antes da estreia. São 23 marcas fechadas com a maior emissora de informação de negócios do mundo: oito patrocinadores e 15 apoiadores.
Entre os patrocinadores estão: Bradesco, Avenue, Itaú, Toyota, Nomad, B3, BRB e Senar.
Já os apoiadores são: ArcelorMittal, GM, Be8, Ambipar, Totvs, Samsung, SoftBank, Vivo, Webull, Mitsubishi Motors, Abbott, BTG Pactual, MSC Cruzeiros e Uber.
‘Projeção de atingir cerca de 50 milhões de pessoas’
Em entrevista ao site IstoÉ, Douglas Tavolaro, presidente e fundador da CNBC no Brasil, demonstrou otimismo, empolgação e orgulho pelo projeto que estudou para trazer ao Brasil.
“Os preparativos estão a todo vapor. Serão 15 horas ao vivo de notícias e jornalismo por dia, além de uma grade de programas de entretenimento inspirados em negócios. Os pilotos já começaram, a redação está pronta, a parte técnica e operacional foi finalizada nesta semana, e o espaço da redação ficou muito bonito. Estamos na contagem regressiva para a estreia. O conteúdo de entretenimento terá sempre um foco voltado para negócios, então estamos bem preparados”, diz Tavolaro.
O ex-vice-presidente de jornalismo da TV Record e fundador da CNN Brasil ainda afirmou que este é um dos lançamentos com maior alcance dos últimos anos no país, com uma projeção de atingir cerca de 50 milhões de pessoas.
“Já fechamos com 22 ou 23 anunciantes e patrocinadores e temos 350 profissionais trabalhando no projeto. Agora é colocar no ar no dia 17, às 20h.”
Ao ser questionado sobre a expectativa de mais um sucesso, entre tantos outros casos em sua carreira profissional, Douglas Tavolaro analisa: “Acredito que o espaço foi construído com a ajuda de cerca de 4.700 amigos e apoiadores. Este projeto, em especial, é o mais inovador. Olhando para trás, tenho 27 anos de carreira, comecei como repórter da revista IstoÉ. Depois, fui para a Record, onde fiquei por 17 anos, sendo 14 como vice-presidente de jornalismo. Em seguida, fundei a CNN no Brasil, onde fui presidente e fundador. Esse foi um projeto muito importante para mim, mas em 2021 vendi minhas ações e fui morar fora. Agora, fui convidado a preparar este novo projeto, o maior canal de jornalismo de negócios do Brasil. Estamos muito felizes e confiantes de que dará certo”, finaliza Tavolaro.
(Foto: Divulgação CNBC Brasil)
Sobre o Times Brasil | CNBC
O Times | CNBC é o primeiro canal de jornalismo de negócios do Brasil, com marca internacional. A empresa é licenciada exclusivamente pela CNBC, líder mundial em negócios, que é controlada pela NBCUniversal, um dos maiores grupos de mídia do planeta. A CNBC no Brasil é uma emissora de TV presente em todas as telas, com forte atuação nas plataformas digitais, com projeção de alcance de mais de 50 milhões de brasileiros. O canal produz, todos os dias, 15 horas de notícias ao vivo e uma variedade de programas de entretenimento inspirados em negócios. A CNBC está presente em mais de 80 países e é assistida diariamente por meio bilhão de pessoas.
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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