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Coreia do Sul e Japão enfatizam laços de segurança e importância dos EUA – DW – 13/01/2025

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Japão e Coréia do SulOs ministros dos Negócios Estrangeiros reuniram-se em Seul na segunda-feira para discutir o fortalecimento das suas relações, num contexto de crescentes desafios de segurança regional e de grandes convulsões políticas na Coreia do Sul.

O japonês Takeshi Iwaya visitou Seul enquanto o país enfrenta o impeachment e potencial detenção do presidente Yoon Suk YeolQuem impôs brevemente a lei marcial no início de dezembrodesencadeando uma crise política e muito possivelmente o fim deste mandato.

A visita também ocorreu em meio a preocupações sobre Testes de mísseis da Coreia do Norteo aprofundamento dos seus laços de segurança com a Rússia e as tentativas da China de fazer valer as suas reivindicações marítimas nos mares do Sul e do Leste da China.

“A situação de segurança nesta região está a tornar-se muito grave e, nesse ambiente estratégico, a importância das relações Japão-ROK (República da Coreia) não mudou e, de facto, tornou-se cada vez mais importante”, disse Iwaya numa conferência de imprensa conjunta. com Cho Tae Yul.

Trabalho trilateral com os EUA também em foco, uma semana antes da posse de Trump

Cho, da Coreia do Sul, chamou especial atenção nos seus comentários aos testes de mísseis da Coreia do Norte e aprofundando os laços militares com a Rússia.

O último teste de míssil norte-coreano coincidiu com a visita do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a Seul na semana passada.

Uma foto divulgada pela agência de notícias estatal da Coreia do Norte, KCNA, que diz mostrar o teste de lançamento de um míssil balístico em 6 de janeiro de 2025.
O último teste de míssil balístico da Coreia do Norte coincidiu com a visita do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a Seul.Imagem: aliança KCNA/KNS/dpa/picture

Cho disse que ele e Iwaya concordaram com “a necessidade de uma coordenação estreita e contínua entre a Coreia, o Japão e os Estados Unidos para combater a ameaça nuclear norte-coreana”.

As três nações reforçaram a cooperação em segurança nos últimos anos, incluindo a partilha de informações sobre lançamentos de mísseis norte-coreanos.

No entanto, com Donald Trump’s posse como presidente dos EUA na próxima semana, o impeachment do presidente sul-coreano Yoon e a recente mudança de governo no Japão, nenhum deles os líderes que estabeleceram um pacto de segurança tripartido em Camp David em 2023 parece pronto para permanecer no poder.

Trump parece questionar as relações de segurança existentes entre os EUA e os aliados na Ásia, como em grande parte do mundo.

O esforço bilateral para melhorar os laços continuará “sob quaisquer circunstâncias”

Cho, da Coreia do Sul, disse que o esforço para melhorar os laços bilaterais, após décadas de tensão após o domínio colonial do Japão, continuaria “sob quaisquer circunstâncias”, com a diplomacia a “permanecer consistente”.

O Presidente Yoon, acusado de impeachment, tem pressionado para melhorar os laços com o Japão e a cooperação com os EUA – mas agora só regressaria à sua posição se o Tribunal Constitucional decidir, num caso em curso, que ele não foi legitimamente cassado pelo parlamento.

Manifestantes pró-Yoon seguram bandeiras dos EUA e da Coreia do Sul enquanto participam de uma manifestação em apoio ao presidente sul-coreano de impeachment, Yoon Suk Yeol, perto de sua residência oficial em Seul, Coreia do Sul, em 10 de janeiro de 2025.
Os apoiadores de Yoon muitas vezes enfatizaram sua política externa mais agressiva e sua pressão por laços mais estreitos com países como os EUA e o Japão, em recentes protestos contra seu impeachment.Imagem: Tyrone Siu/REUTERS

Iwaya, do Japão, também pareceu indicar um desejo de continuação da reconciliação bilateral na segunda-feira. Antes da conferência de imprensa com Cho, ele visitou o Cemitério Nacional de Seul em homenagem aos veteranos coreanos, incluindo aqueles que morreram buscando a independência do domínio colonial japonês, que terminou em 1945.

O ministro das Relações Exteriores visitante está programado para se encontrar com o presidente interino Choi Sang-mok, que substitui Yoon enquanto se aguarda possíveis eleições presidenciais antecipadas se seu impeachment for aprovado, na terça-feira.

Yoon está atualmente escondido em sua residência, resistindo a tentativas separadas dos investigadores de detê-lo como parte de uma investigação criminal por suposta insurreição, quando ele tentou brevemente impor a lei marcial.

A insurreição é um dos poucos crimes pelos quais um presidente sul-coreano em exercício pode ser acusado.

Impasse sobre detenção de presidente sul-coreano se arrasta

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msh/ab (AFP, Reuters)



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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