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Coty recebe 100 consumidores por dia no Brasil para testes – 15/01/2025 – Mercado

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Daniele Madureira

O brasileiro adora cheiros –inclusive o de “casa limpa”. Essa paixão olfativa o leva a colecionar perfumes: tem o do dia a dia, o da noite, o do fim de semana, o de verão, o de inverno. Além disso, é um dos povos que mais tomam banho no mundo: cerca de 14 por semana.

Estes são alguns dados das milhares de pesquisas com consumidores que a multinacional franco-americana Coty conduz por ano no Brasil. No centro de pesquisa e tecnologia da companhia em Barueri, na Grande São Paulo, cerca de 100 pessoas são recebidas por dia para “testes cegos” (quando a marca não é identificada), a fim de garantir a qualidade e a eficiência dos produtos.

“No caso dos esmaltes da Risqué, testamos em especial a cor e a cobertura. Pedimos que a consumidora volte depois de alguns dias para saber se deu bolinha”, diz Regiane Bueno, vice-presidente de marketing e consumo da Coty para o Brasil e América Latina, entrevistada do Arena do Marketing, videocast quinzenal da Folha produzido pela TV Folha.

As pesquisas envolvem lançamentos e novas versões das mais de 20 marcas da companhia comercializadas no Brasil, em especial das brasileiras Risqué, Monange, Paixão e Bozano.

O país é um terreno fértil para a multinacional de cosméticos, sendo o terceiro maior mercado do setor no mundo, só atrás dos Estados Unidos e da China. Faturou pouco mais de R$ 170 bilhões em 2024, número equivalente ao PIB (Produto Interno Bruto) de Honduras, de acordo com a consultoria Euromonitor.

“A cada vez que o consumidor toma banho, ele quer passar desodorante, aplicar hidratante, perfume, arrumar o cabelo. Faz o pacote completo”, diz Regiane. “Beleza e autocuidado para o brasileiro é importante, faz parte da autoestima do povo, de se sentir bem e empoderado.”

De acordo com a executiva, o Brasil é o número 1 em esmaltes no mundo. Não por acaso, a marca Risqué tem no seu portfólio 12 tons diferentes de branco e 10 tons de vermelho –entre eles, a cor Rebu, que está há mais de 40 anos no mercado.

O país é ainda o número 2 no mundo em desodorantes e em fragrâncias como um todo. “Mas quando falamos das fragrâncas ‘life style’, com preços de até R$ 250, o Brasil é o número 1”, diz ela.

Há cerca de um ano, a multinacional começou a comercializar em drogarias do Brasil algumas das suas grifes internacionais dentro dessa faixa de preço, como Katy Perry, David Beckham, Gabriela Sabatini, Adidas, Nautica e Mon Bourjois. A estratégia é popularizar fragrâncias antes vendidas apenas em lojas especializadas ou na internet.

“Temos como propósito democratizar a beleza, com marcas fortes, que entreguem tendências e tecnologias de uma forma mais acessível”, diz Regiane. De acordo com a executiva, hoje as marcas da companhia estão presentes em 74% dos lares brasileiros –ou seja, 7 em cada 10 têm algum produto da Coty.

Considerando apenas Monange, a marca está presente em metade dos lares do país, com hidratantes, desodorantes, sabonetes líquidos, produtos para cabelo e para a face. Recentemente, a marca lançou uma linha de dermocosméticos, com propriedades antissinais e antirressecamento.

De acordo com a Euromonitor, os dermocosméticos são um filão de crescimento dentro do segmento de cremes para pele: responderam por vendas de R$ 3,3 bilhões em 2023, um salto de 74% sobre 2018. Mas costuma ser um mercado de nicho, uma vez que os produtos são de alto valor.

“Existe uma questão de preço que é bastante importante e acaba sendo um limitador para o consumo. Daí entramos com um produto acessível.”

Embora não revele qual a posição do Brasil no ranking mundial dos principais mercados da Coty, o país é dono da maior fábrica e do maior centro de distribuição da companhia no mundo, em Senador Canedo (GO), que foram adquiridos da antiga Hypermarcas. Com 1.500 funcionários, a planta trabalha em três turnos. “Não para”, diz Regiane.

Presente em 170 mil pontos de venda no Brasil, a Coty conta com um time de mais de 600 profissionais de merchandising, responsáveis por fazer a promoção e reposição dos produtos nas lojas, cumprindo uma agenda de até 50 mil visitas por mês. Sua missão é garantir espaço privilegiado nas gôndolas para os produtos da multinacional, uma tarefa desafiadora dependendo da categoria. Só em xampus, por exemplo, o país conta com cerca de 1.000 marcas, segundo a Coty.



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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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