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Crianças de 6 meses a 2 anos sem comorbidades são vacinadas no Crie neste sábado (26)

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Crianças de 6 meses a 2 anos começaram a ser vacinadas neste sábado (26) no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), em Rio Branco, contra a Covid-19. Os pais e responsáveis agendaram o atendimento durante a semana para a vacinar ser aplicada aos fins de semana.

O atendimento começou às 8h e segue até às 18h. Esse também será o horário de atendimento neste domingo (27) do público infantil.

A coordenação do Crie informou que estão agendadas 40 crianças para imunização neste primeiro fim de semana. Deste total, 20 são vacinadas neste sábado e 20 no domingo.

A dona de casa Angélica Oliveira levou o filho Alisson, de 8 meses, para ser vacinado. Ela disse que marcou o atendimento do bebê logo que soube da liberação da vacina. “Quando fiquei sabendo já liguei logo pra agendar porque, como a gente sabe, os casos vão aumentando e como ele não usa máscara, fica difícil. Pra evitar qualquer tipo de contaminação é melhor. Não sabemos o que pode acontecer. Já que saiu é melhor vacinar”, contou.

Outra mãe que não perdeu tempo foi a médica Letícia Brasil, que foi com a filha Rafaela, de 7 meses, para o Crie. Ela falou que estava ansiosa por esse momento. “Estava aguardando a aprovação e liberação da vacina. Estão crescendo os casos de gripe e Covid e estávamos preocupado”, complementou.

O agendamento para o atendimento dessas crianças começou na quarta-feira (23). Pais e responsáveis precisam agendar a vacinação do filho pelo número: (68) 98402-1136.

Coforme o Crie, a vacinação é agendada para evitar desperdício de doses, pois, há em cada frasco 10 doses.

No último dia 11, o Ministério da Saúde enviou 3,3 mil doses pediátricas da Pfizer para o Acre. Já no sábado (12), as equipes de vacinação começaram a ser capacitadas de forma on-line por profissionais da Pfizer para atender esse público. A previsão é de que mil bebês sejam imunizados.

Covid no Acre

O Acre voltou a registrar aumento nos casos de Covid-19. O estado havia apresentado uma queda significativa no número de casos positivos e de mortes pela doença nos últimos meses.

Os boletins Covid voltaram a ser publicados diariamente desde à última quinta (17).

Após o aumento no número de casos de Covid no estado e o avanço da nova variante Ômicron (BQ.1) no país, a Sesacre voltou a recomendar que a população use máscaras em ambientes fechados ou com aglomeração. A orientação foi divulgada nesta segunda (21), durante entrevista coletiva com representantes da pasta.

Colaborou a repórter Agatha Lima, da Rede Amazônica Acre.

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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