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Crianças solidárias: 5 vezes que os pequenos mostraram empatia

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Meninas ajudam orfanato com dinheiro da mesada, unidas

Já ouviu a frase “quem quer faz, quem não quer manda”? Seis meninas quiseram, planejaram e fizeram. Com a mesada que ganham, as garotinhas de 9 e 10 anos ajudam crianças em situação de abandono do Educandário Santa Margarida, em Rio Branco. no Acre.

Elas usam o dinheirinho para comprar mantimentos para a entidade. Juntando as mesadas elas já ajudaram o Educandário três vezes, 3 meses seguidos. As amigas economizaram R$ 300 e também compraram produtos de higiene pessoal. 

Para dar nome ao trabalho solidário, elas criaram o projeto ‘Ame Amar’.

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Alunos do RJ e SP se unem para ajudar comunidades vulneráveis no Natal

Alunos de diversas escolas do Rio de Janeiro e São Paulo se uniram para ajudar pessoas em vulnerabilidade social e financeira. Os estudantes criaram ações para levar mais esperança para quem precisa e aquecer o coração de pais, professores e toda a nação.

“Exercitando a solidariedade, nossos estudantes aprendem valores humanos necessários para a construção do senso de cidadania e de responsabilidade social, da empatia, do respeito e da fraternidade, contribuindo para a formação plena de alunos éticos e conscientes do seu papel na sociedade”, disse ao Só Notícia Boa Maria Inês Medeiros, Coordenadora pedagógica de uma das instituições participantes.

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Menina faz festa de 12 anos e doa brinquedos no hospital do câncer

A festa de aniversário de 12 anos de Clara Luz Hermida, foi no Hospital do Câncer de Uberlândia, em Minas Gerais, como a menina sonhava. A ideia era levar esperança às crianças que estão em tratamento e doar a elas diversos presentes que Clara ganhou.

“Eu queria doar meus cabelos, mas por outros motivos o projeto tomou outro caminho. Eu e meus pais já conseguimos cadeiras de rodas para os pacientes, realizamos bazares para arrecadação de fundos e, neste ano, decidi que queria comemorar meu aniversário no hospital”, explicou.

Clara criou o Projeto “Esperança”. Ele ajuda crianças com necessidades físicas e financeiras em 6 cidades brasileiras.

Desde o começo de 2018, pelo Facebook, a menina criou uma corrente entre os amigos e familiares para conseguir somar cerca de 200 brinquedos de diversos tipos, que foram destinados à brinquedoteca do hospital. Além das doações, muitos parceiros apoiaram a causa e para transformar a ação em uma festa doaram bolos, doces e cachorros-quentes.

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Halloween: em vez de pedir, crianças deixam doces para menino hospitalizado

Depois que esse menino ficou hospitalizado e não pôde sair para pegar doces de Halloween na vizinhança, os amigos passaram em sua porta e deixaram várias guloseimas para ele. Que ato mais incrível!

Amy Schmitt é mãe do pequeno Jacob e mora em Michigan, Estados Unidos. No Halloween, é tradição familiar a dupla sair pela residências próximas em busca de doces, mas uma emergência de última hora mudou tudo. O menino precisou ser internado. 

Na porta de casa, Amy deixou um bilhete avisando às crianças da região que não haveria doce, porque o garotinho estava internado. Comovidos, os amigos de Jacob passaram a deixar os doces na porta dele. Quando voltasse, tudo estaria ali, prontinho, do jeito que ele sempre esperou! Na falta de doces, a mãe e Jacob receberam amor!

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Crianças internadas apoiam jogador da NFL lesionado; sempre lutou por elas!

Crianças internadas no Mott’s Children’s Hospital, nos Estados Unidos, mostraram como o bem retorna a quem faz o bem, ao apoiar o jogador da NFL, Aidan Hutchinson, depois que ele sofreu uma lesão. A estrela do futebol americano sempre lutou pelos pequenos!

O hospital faz parte da Universidade de Michigan, a mesma faculdade que Aidan trilhou o caminho até a liga profissional do país. Desde dessa época, o atleta era muito presente na instituição e sempre visitava os pequenos.

Durante os jogos, Aidan escrevia o nome das crianças que ele conheceu no hospital em sua garrafa d’água. Segundo o astro, essa era uma maneira de motivá-lo ainda mais. Mas no último jogo, o rapaz quebrou a perna e vai perder a temporada. No mesmo dia, as crianças do hospital gravaram um vídeo em forma de homenagem: todas elas tinham o nome de Aidan em suas garrafinhas. Que lindo!!!!

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A prática da solidariedade não é apenas uma questão de ensinar o que é certo ou errado, mas de proporcionar um ambiente onde as crianças experimentam, de fato, o que é cuidar de alguém, sentir o sofrimento do outro e agir para aliviar esse sofrimento.

Crianças solidárias mostram que a verdadeira força está em ajudar o próximo. Com pequenos gestos de empatia, elas ensinam a todos ao redor o valor da compaixão. – Foto: Freepik



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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