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Crítica ao VAR rende multa de quase US$ 1 mi a time inglês – 14/10/2024 – O Mundo É uma Bola

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Luís Curro

A Federação Inglesa de Futebol (FA) puniu o Nottingham Forest, equipe da primeira divisão do país, com uma multa de 750 mil libras, o equivalente a US$ 980 mil (R$ 5,5 milhões) por crítica direta, em rede social, a um VAR (árbitro assistente de vídeo).

Na temporada passada, quando lutava contra o rebaixamento, o clube acusou Stuart Attwell de repetidamente ignorar lances passíveis de marcação de pênalti na partida contra o Everton, em Liverpool, no dia 21 de abril deste ano.

“Nossa paciência foi testada várias vezes. Três decisões extremamente ruins –três penalidades não aplicadas– que simplesmente não podemos aceitar”, escreveu o Forest em sua conta no X. “Avisamos o PGMOL [órgão responsável pela arbitragem] antes do jogo que o VAR é torcedor do Luton, mas eles o mantiveram.”

O Luton Town era uma das equipes que, assim como o Forest, lutava contra o rebaixamento. Acabou caindo, e o time londrino, apesar da derrota por 2 a 0 para o Everton, permaneceu na elite.

Nesse jogo, cujo árbitro de campo era Anthony Taylor, houve três lances duvidosos, dentro da área do Everton, que poderiam ter resultado em marcação de pênalti. Em nenhum deles Taylor viu infração, e em nenhum deles Attwell interveio.

“Vi as imagens. Foi pênalti no Gio Reyna, ele foi chutado, não me diga que não é contato. Isso é pênalti”, declarou o treinador Nuno Espírito Santo sobre um dos lances.

“Foram por essas situações que a tecnologia de vídeo foi trazida para a Premier League [a primeira divisão da Inglaterra]. Mesmo assim, Attwell não chamou Taylor para o monitor [para checar se houve ou não pênalti]. Nem uma vez”, escreveu o ex-árbitro Mark Clattenburg, que à época trabalhava para o Forest como analista de arbitragem. “Foi uma trinca de absurdos da equipe de arbitragem.”

Com toda a chiadeira, a FA decidiu tratar internamente da atitude do Forest, o que levou à decisão, passados alguns meses, de sancionar o clube depois de julgamento.

Diz o comunicado da federação: “O clube negou que os comentários postados nas redes sociais impliquem parcialidade e/ou questionem a integridade dos árbitros e/ou do árbitro de vídeo e/ou coloquem descrédito no jogo. [Mas] uma comissão reguladora independente concluiu que a acusação foi comprovada após uma audiência e impôs as sanções ao clube.”

De acordo com a FA, o Forest violou regra da federação por ter tido “conduta imprópria ao implicar viés e/ou questionar a honestidade do(s) árbitro(s) da partida e/ou do árbitro assistente de vídeo e/ou trazer descrédito ao jogo.”

A folha salarial anual do clube é atualmente de 62,58 milhões de libras (quase US$ 82 milhões), o que faz a multa de quase um milhão de dólares parecer uma ninharia. Mesmo assim, discordou dela (“é totalmente desproporcional”) e disse que recorrerá.

Com esse valor, o time, que foi fundado em 1865 e ganhou duas vezes a Champions League (Liga dos Campeões da Europa), em 1979 e em 1980, pode pagar perto de 100% do salário de um ano do goleiro Carlos Miguel.

O ex-jogador do Corinthians é um dos quatro brasileiros no elenco do Forest. Os outros são os zagueiros Murillo (também ex-Corinthians) e Morato (ex-São Paulo) e o volante Danilo (ex-Palmeiras).


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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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