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Cuidados essenciais para saúde íntima no verão – 25/01/2025 – Equilíbrio
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Vitória Macedo
Todo verão, eles entram em cena: os shorts jeans. Curtos ou mais compridos, justos ou mais largos, eles podem se tornar vilões nessa temporada. O tecido sintético combinado ao calor e ao suor na região íntima formam o combo perfeito para prejudicar a saúde dessa área.
Suar é algo natural, a transpiração serve para regular a temperatura corporal em dias muito quentes ou durante atividades físicas, ajudando no equilíbrio do organismo. Enquanto uns suam mais, outros transpiram menos. “Isso é geneticamente determinado, mas algumas doenças também podem afetar essa regulação térmica”, afirma a ginecologista e obstetra Maria Regina Galante Nassif.
O que o calor do verão pode causar na região íntima?
O calor faz com que as glândulas responsáveis pela produção de suor trabalhem excessivamente para manter o corpo em uma temperatura mais baixa, principalmente em áreas já abafadas, como a virilha. “Locais com suor excessivo podem ser invadidos por bactérias, causando odor”, explica Nassif.
Nesse contexto, a dermatologista Ligia Novais, especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), alerta para os cuidados com a umidade. “Além de facilitar a irritação da pele devido ao atrito, seja entre a própria pele ou com roupas íntimas e biquínis, a umidade cria um ambiente mais propício para a proliferação de bactérias e fungos. Isso pode comprometer a saúde íntima, causando coceira, desconforto e até mau cheiro.”
Entre as principais causas da foliculite está o suor. “Isso ocorre porque, nessa região, o suor pode contribuir para o entupimento dos poros, aumentando o risco de inflamação”, afirma Novais. Para tratar, a médica recomenda:
- Usar apenas sabonetes antibacterianos na região;
- Suspender o uso de produtos cosméticos nessa área;
- Evitar exposição ao sol na região;
- Aplicar pomadas para tratamento de infecções de pele —antibióticos leves que não necessitam de prescrição.
Em casos muito recorrentes ou severos, é importante consultar um dermatologista.
Como cuidar da região íntima no verão?
Os cuidados nessa época do ano começam com a alimentação, conforme orienta a ginecologista. “Alimentos inflamatórios ou apimentados, ricos em açúcar e carboidratos, podem agravar o desconforto”, diz. Beber bastante líquido também ajuda na regulação térmica.
Para quem vai à praia ou piscina, é fundamental evitar permanecer com biquínis molhados por muito tempo. Ter uma muda de roupa na bolsa é sempre uma boa ideia.
Outro cuidado importante é com as roupas íntimas. Opte por peças leves e que permitam maior transpiração, como calcinhas de algodão ou malha de algodão —que deixam a pele respirar. Evite peças muito justas ao corpo. Além disso, calças e shorts jeans apertados não são recomendados, pois aumentam a transpiração, dificultam sua absorção, podem machucar a pele e facilitar a proliferação de bactérias e fungos, que preferem ambientes quentes e úmidos.
No dia a dia, a dermatologista enfatiza a importância de manter a região seca e lavar com frequência, preferindo sabonetes antissépticos ou antibacterianos e secando bem a área após o banho.
Existem tratamentos?
Muitos tratamentos locais podem ser utilizados para pessoas que enfrentam transtornos causados pela transpiração excessiva na região íntima. Entre eles estão desodorantes e sabonetes antitranspirantes. Tratamentos médicos mais intensivos, como a aplicação de toxina botulínica (botox) ou a iontoforese, também são opções.
Nassif ainda sugere o uso de compressas com chá preto antes da prática de atividades físicas, já que o chá ajuda a diminuir o suor excessivo.
“O que considero mais importante do que qualquer outro cuidado é individualizar o tratamento, porque muitos sintomas se agravam em situações de estresse ou quando o corpo não está em equilíbrio com sua energia vital”, conclui a ginecologista.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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