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Dalton Trevisan:escritores são eternos, como vampiros – 10/12/2024 – Painel do Leitor

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Dalton Trevisan

“Morre o escritor Dalton Trevisan, o lendário vampiro de Curitiba, aos 99 anos” (Ilustrada, 9/12). “Tio Galileu”, um de seus contos que trabalhei muito em sala de aula. É gratificante a leitura de contos, principalmente de um escritor como ele. Grande perda!

Jeronimo Ferreira (São Paulo, SP)

Os escritores são eternos, assim como os vampiros. Dalton viverá em nossos corações e na vasta e rica obra que nos legou. Viva Dalton, viva a literatura!

Mauricio Ribas (Curitiba, PR)

Uma honra amar a mesma mulher que você: nossa Curitiba. Inesquecível, insubstituível. Gênio.

Max Ribas (Miracatu, SP)

Recuperação do presidente

“Lula evolui bem após cirurgia; médicos descartam lesão no cérebro e preveem alta em 1 semana” (Política, 10/12). Como eleitor da direita, digo que nesse momento não é hora de falar aqui de questões polícias, de preferências partidárias. É hora sim de desejar plena recuperação ao Lula. Como de direita que sou, não morro de amores pelo presidente Lula. Mas aqui não se trata do presidente e sim do ser humano. Boa recuperação para ele!

Antonio Ivair Arrais (Brasília, DF)

Desejo pronto reestabelecimento ao presidente. Que possa retornar às atividades em breve e totalmente curado.

Ivone Patelli (São Paulo, SP)

Reflexos

“Assassino de CEO da UnitedHealthcare é tratado como herói por parte do público nos EUA” (Mercado, 9/12). Esse crime possui características de “justiçamento”, ou seja, o Estado está ausente ao oferecer saúde pública de qualidade à população ou de pelo menos regular o serviço privado: é o “nós” (segurados) contra “eles” (seguradoras). Aqui no Brasil, o que seria uma saúde suplementar, virou principal, com todas as falhas já conhecidas desse modelo.

Paloma Fonseca (Brasília, DF)

Agressão

“Casal de idosos é espancado durante roubo a residência em SP; homem de 85 anos morreu” (Cotidiano, 9/12). A segurança pública em São Paulo está em crise profunda.

Ricardo Andrade (Brasília, DF)

Estatal no vermelho

“Correios voltam a dar prejuízo bilionário sob gestão petista” (Opinião, 9/12). Os Correios prestam um serviço público e não devem ter como premissa o lucro. O lucro é uma premissa do setor privado e não é revertido para o público, mas sim para os acionistas em forma de dividendos que não pagam impostos. Se os Correios não foram privatizados até agora é porque não há perspectiva de lucro que justifique o interesse privado.

Guilherme Zambrana Toledo (São Bernardo do Campo, SP)

Alistamento

“Direitos das mulheres são obtidos ‘a fórceps’, diz nova presidente do STM” (Política, 9/12). Passou da hora de o alistamento militar ter que ser obrigatório para todas as mulheres. Se querem a igualdade de direitos, devem ter os mesmos deveres dos homens.

Maria Cecilia C. Silva (São Paulo, SP)

Fé como negócio

“Quando a igreja tem dono e lucra, deve pagar imposto” (Juliano Spyer, 9/12). No limite, todas geram lucro e devem recolher impostos.

Debora Mazza (Campinas, SP)

Como qualquer relação de troca, essa também deveria ser taxada. Eu pago imposto pelo pão nosso de cada dia, ora bolas!

Karina Kanazawa Rienzo (São Paulo, SP)

Impor empecilhos que não sejam necessários à fé alheia não é outra coisa senão perseguição. Abusos e desvios podem ser reprimidos pelo direito penal.

Felipe Vasconcelos (Juiz de Fora, MG)

Componentes cósmicos

“Telescópio Webb confirma que Universo está se expandindo a taxa inesperada” (Ciência, 10/12). A matéria e a energia escura são apenas alguns dos fenômenos misteriosos desconhecidos, mas há muito mais, o próprio Universo em si é um mistério. Talvez o determinismo cientifico não seja mesmo suficiente para responder as questões mais fundamentais.

Ademilton Ferreira (São Paulo, SP)

Prioridades

“O ‘não’ que viralizou e escancarou o poder de ser verdadeiro” (Natalia Beauty, 9/12). Escancarou como que uma situação banal vira ouro na mão de aproveitadores. Tem gente querendo tecer uma tese sociológica em cima de um desentendimento irrelevante.

Fernando Alves (São Paulo, SP)

Impostura

“O homem diminuído” (Vera Iaconelli, 9/12). O que contribuirá para esse avanço é a liberalização do aborto. Trata-se da derrubada, não do último, mas de um importante bastião na conquista das mulheres rumo a sua autonomia ou liberdade de escolha.

Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG)



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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