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Paris Saint-Germain se tranquiliza e volta ao sucesso contra o Salzburgo

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Gonçalo Ramos celebra o golo com os companheiros durante o jogo de futebol da UEFA Champions League entre o FC RB Salzburg e o Paris Saint-Germain, em Salzburgo, Áustria, a 10 de dezembro de 2024.

Foi um momento preocupante para o Paris Saint-Germain na Liga dos Campeões. Depois de duas derrotas consecutivas contra o Bayern de Munique (1-0) e outros Atlético Madrid (1-2), os comandados de Luis Enrique venceram (3-0) no campo austríaco do RB Salzburg, terça-feira, 10 de dezembro, na sexta rodada da Liga dos Campeões.

Esta segunda vitória, a dois dias da fase do campeonato, traz uma lufada de ar fresco ao clube da capital, preso nas suas deficiências e sem eficiência ofensiva (apenas três golos em cinco jornadas europeias).

O PSG fixa-se assim temporariamente aos 24e lugar (a última qualificação para os play-offs), a uma distância do Dínamo Zagreb (8 pontos, 23e). O espectro da eliminação ainda não foi afastado: ainda faltam duas partidas para vencer para ter esperança de disputar os play-offs da Liga dos Campeões nesta temporada.

Na noite desta terça-feira, o nome de um atacante parisiense finalmente apareceu nas telas dos estádios. Já são cinco partidas na competição que eles pareciam silenciosos diante dos boxes. Sem Ousmane Dembélé, castigado, Gonçalo Ramos, regressado de lesão após uma ausência de três meses, colocou inicialmente os parisienses no caminho certo (30e), à frente de Nuno Mendes (72e) e Désiré Doué (85e) não sobrecarregam a marca. « É muito bom para os atacantes e para a equipe se libertar. Acho que temos que nos adaptar, seja com o número 9 ou sem o número 9. Estou muito feliz pelo Gonçalo Ramos”, reagiu João Neves ao microfone do Canal+.

PSG ainda carece de eficiência

« Esta partida foi importante. Ele irá clicar. Estávamos lutando na frente do gol há algum tempo, Bradley Barcola, anfitrião da partida e em busca do primeiro gol na Copa da Europa, disse ao Canal+. Ainda falta o pequeno gol que vai me dar confiança. Não foi um bloqueio, mas nos fizemos muitas perguntas. » Portanto, não é um bloqueio, segundo o melhor atacante parisiense da temporada (10 gols em todas as competições).

Mas já há algum tempo que as dúvidas se instalaram e os críticos não pouparam uma equipa cujo jogo estava a escorregar e os resultados foram decepcionantes como estes dois empates consecutivos na Ligue 1 contra o Auxerre (0-0) e Nantes (1-1). Se Paris convenceu esta noite, a verdade é que o Salzburgo não é um grande nome no campeonato europeu. Teremos de mostrar mais frente às grandes equipas europeias.

Leia também a coluna | Artigo reservado para nossos assinantes “O denominador comum de todos os fracassos do PSG é o seu presidente, Nasser Al-Khelaïfi”

Mais ainda, as incertezas parisienses na vanguarda não desapareceram. A falta de eficiência ainda pesa no PSG: no primeiro período, o clube da capital criou 11 chances, para cinco chutes a gol e apenas um gol pequeno. Há muito que vemos a frustração nos rostos dos jogadores, inegavelmente desajeitados, apesar da boa atuação do guarda-redes austríaco Alexander Schlager. Como a falha de Gonçalo Ramos, que desperdiçou uma oportunidade de ouro a menos de um metro da baliza, ao não tocar na bola num cruzamento de Hakimi (24e).

Apesar destes pontos críticos, os parisienses estão respirando um pouco mais aliviados e estão de volta à corrida pelas vagas de qualificação. Acima de tudo, estes últimos interrompem a sua espiral negativa. “Foi um jogo da Liga dos Campeões onde estivemos concentrados. A atitude dos jogadores foi excepcional, lembrou Luis Enrique em seu estilo característico. Nosso adversário teve poucas chances. Poderíamos ter marcado mais gols. Esta equipe precisa melhorar em todas as áreas. As partidas difíceis que disputamos foram benéficas para nós no futuro. »

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E o futuro parece bem diferente: para continuar a sua aventura europeia, o PSG terá de vencer o Manchester City no dia 22 de janeiro e depois no campo de Estugarda no dia 29 de janeiro. Um 3 a 0 na Liga dos Campeões foi necessário para recuperar a confiança.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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