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Deportações atingem o maior nível em cinco anos, apesar das preocupações de grupos de direitos humanos | Escritório em casa

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Diane Taylor

O governo anunciou que deportou quase 13.500 pessoas desde que assumiu o poder, algo que os ministros dizem que prova a sua abordagem dura em relação aos migrantes, mas que os defensores dos direitos humanos alertaram que poderia colocar vidas em risco.

O governo afirma que está no caminho certo para entregar o maior número de regressos em cinco anos e inclui os quatro maiores voos de regresso de sempre.

O Observador revelado no início deste mês que pelo menos três desses quatro voos eram de retorno ao Brasil, e acredita-se que o quarto também deverá ir para lá.

Entre 5 de julho e 7 de dezembro de 2024, foram registados um total de 13.460 regressos, a maioria deles voluntários. Mas o número de regressos forçados aumentou 25% em comparação com o mesmo período de 2023.

O Escritório em casa organizou voos de deportação para pelo menos sete países, incluindo Paquistão, Nigéria e Albânia. Fontes do departamento confirmaram que 37 pessoas foram removidas no voo para o Paquistão. Um dos que foram removidos à força foi um requerente de asilo recusado, cuja esposa dependia do seu pedido de asilo.

O escritório doméstico removeu-o mas deixou sua esposa no Reino Unido. Organizações de direitos humanos alertaram que alguns dos deportados teriam sido separados à força de seus familiares.

Emma Ginn, diretora da instituição de caridade Medical Justice, que trabalha para apoiar a saúde dos detidos de imigração que enfrentam remoção do Reino Unido, disse: “Os novos dados que estão sendo celebrados pelo governo incluem pessoas reais que não conseguiram ter acesso a representação legal, nem o são necessárias provas médicas e periciais para apresentar adequadamente o seu caso, o que significa que alguns podem enfrentar um risco real no regresso forçado ao seu país.

“Os nossos médicos voluntários visitaram alguns deles e documentaram as suas cicatrizes físicas e psicológicas de tortura, bem como a deterioração devido às condições de detenção de imigração notoriamente perigosas no Reino Unido. Muitos foram separados à força da sua família, dos seus amigos e da sua comunidade.”

A ministra do Interior, Yvette Cooper, também está a anunciar planos para aumentar a actividade de fiscalização contra migrantes descobertos a trabalhar ilegalmente no Reino Unido. No sábado, ela visitou Roma para se encontrar com o seu homólogo, o ministro do Interior italiano Matteo Piantedosi, numa tentativa de agir contra as gangues de contrabando de pessoas.

Cooper disse: “O trabalho ilegal é uma praga para a nossa economia. É profundamente explorador e prejudica os empregadores que fazem a coisa certa e cumprem as regras.

“Desde as eleições, intensificámos os nossos esforços para reprimir a exploração e o trabalho ilegal – o número de operações e detenções aumentou e estamos no bom caminho para cumprir o nosso objectivo de aumentar as remoções ao mais alto nível durante cinco anos.”

O governo também criou uma unidade intergovernamental para reforçar a segurança das fronteiras com a criação de uma nova unidade conjunta de migração irregular internacional composta por funcionários do Gabinete dos Negócios Estrangeiros, da Commonwealth e do Desenvolvimento (FCDO) e do Ministério do Interior.

O secretário dos Negócios Estrangeiros, David Lammy, afirmou: “A migração não é simplesmente uma questão interna. Está interligado com desafios internacionais, desde os conflitos à crise climática e à criminalidade transfronteiriça. Esmagar os gangues significa trabalhar com os nossos parceiros no estrangeiro.

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“Este Ministério dos Negócios Estrangeiros está a trabalhar lado a lado com o Ministério do Interior para combater a migração irregular com a nossa nova unidade conjunta de migração irregular internacional.”

Steve Valdez-Symonds, diretor dos direitos dos refugiados e migrantes da Amnistia Internacional no Reino Unido, afirmou: “É profundamente decepcionante ver tão pouca mudança de atitude ou compreensão por parte do novo governo.

“A corrida para retirar um maior número de pessoas do país não vai reduzir a exploração humana e não contribui em nada para desmantelar o crime organizado.

“Os perigos disto incluem que pessoas com boas reivindicações de permanência ou que deveriam ser testemunhas-chave na investigação ou acusação daqueles que as exploraram estejam entre as que estão a ser expulsas às pressas.

“O facto de os ministros mal terem tido tempo para reparar os danos causados ​​ao sistema de imigração pelo governo anterior aumenta a preocupação de que a remoção de muitas pessoas possa ser insegura e imprudente.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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