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Deputado do Acre afirma que ‘Tião Viana admitiu que o Acre não é um lugar seguro ao reforçar sua própria segurança’

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O aumento do efetivo militar no quadro do gabinete do governador Tião Viana (PT) foi comentado pelo deputado Gehlen Diniz (PP) na sessão desta quarta-feira (4). Segundo o oposicionista, com quase 100 policiais militares à disposição para manter somente a sua segurança pessoal e de sua família, o governador continua reforçando sua segurança.

“Até que enfim o governador se deu conta de que a violência no Acre está sem tamanho, totalmente descabida. Com isso ele tomou uma medida importantíssima, reforçou sua própria segurança. Ele é ninja, quando a gente pensa que não pode fazer mais nada pior ele faz. E a população como fica? O governador quer defender sua integridade física e seu patrimônio, mas e as famílias do Acre? Desses 100 policiais que trabalham no gabinete dele, se três fossem enviados para Sena Madureira já ajudava muito, ou para Manoel Urbano”, disse o parlamentar.

O deputado disse que a falta de investimento na Segurança Pública também é um grave problema. “E assim a Segurança Pública segue sem equipamentos, sem inteligência e sem peritos criminais. Não temos nem 30 peritos criminais atuando no Estado, os que foram aprovados em concurso nunca foram contratados. O mesmo eu falo da prorrogação do cadastro de reserva da PM, o governo não vai contratar mais policiais este ano. Isso é mentira, eles não têm dinheiro para isso. Todo o dinheiro que tem é gasto com mídia, não sobra recursos para mais nada. O governo usa dinheiro para pagar os cargos comissionados, ele não está nem aí para o bem-estar do povo”, finalizou.

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O progressista também lamentou o fechamento da unidade da Receita Federal em Sena Madureira. A medida acontece em cumprimento a um decreto publicado no Diário Oficial da União no último dia (25), que suspende atividades de 25 unidades da Receita Federal no país. Gehlen Diniz fez um apelo à bancada federal do Acre, afirmando que os contribuintes que eram atendidos naquela cidade terão agora que se deslocar a Rio Branco para ser atendidos.

“Essa decisão pode ser revista, só depende da boa vontade dos nossos senadores e deputados federais. Para que isso aconteça precisa só de interesse. Nós, deputados estaduais, infelizmente não podemos fazer nada. Essa medida prejudicará mais de 40 mil pessoas, elas vão ter que se deslocar à capital para serem atendidas, isso é lamentável”, finalizou. Por Mircléia Magalhães.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

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A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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