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POLÍTICA

Deputado pede manifestação do TRE sobre legalidade do impulsionamento pago no Facebook

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A plataforma virtual do Facebook oferece aos seus usuários a opção de impulsionar qualquer conteúdo, publicação ou página, de forma paga, patrocinada.

O pagamento pode ser realizado mediante boleto bancário, transferência eletrônico e cartão de crédito, além de outras forma de pagamento. O usuário paga ao Facebook, e este divulga o conteúdo desejado. Isso se chama ‘impulsionamento pago’. Ou seja, quem tem dinheiro é visto.

O Deputado Jenilson Leite (PCdoB), preocupado com o tema, requereu expedição de ofício institucional ao TRE-AC, para manifestação sobre a legalidade ou não, do ‘impulsionamento pago’, realizado pelo Facebook. Por outro lado, o ‘impulsionamento orgânico’, é permitido, porque é grátis.

O Deputado, preocupou-se com o tema, após notícia de uma decisão do Ministério Público Eleitoral do Mato Grosso, que entendeu que o impulsionamento de publicações feitas por pré-candidatos em redes sociais é ilegal.

O parlamentar pediu que a Mesa Diretora da Aleac verificasse junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) o possível impedimento de impulsionamento nas páginas de redes sociais de conteúdos de pré-candidatos, a fim de que os mesmos estejam precavidos conforme exige a lei.

Assim, Jenilson Leite solicitou junto à Mesa Diretora da Aleac que verificasse com especialistas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) se de fato esse é o entendimento da Justiça. Ele alega que como parlamentar é comum que impulsione postagens em suas páginas para divulgar as ações do mandato.

Quero solicitar que a Mesa Diretora faça uma consulta junto ao TRE sobre a proibição de que pré-candidatos utilizem as redes sociais para impulsionar publicações; em alguns entendimentos isso não pode. Não podemos correr o risco de comprometer nossas pré-candidaturas. Divulgamos nossas agendas e ações nas redes sociais e não podemos ficar sem ter essa certeza oficializada”, destacou. Com informações de Andressa Oliveira.

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

Frase do dia: Ciro Gomes | VEJA

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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POLÍTICA

Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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