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dez mortos, incluindo dois menores

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Em Cetinje, Montenegro, 1º de janeiro de 2025.

Dez pessoas, incluindo dois menores, foram mortas por um homem armado na quarta-feira, 1é Janeiro, num restaurante em Cetinje, uma cidade do sul de Montenegro. Entre estas vítimas estão o proprietário do estabelecimento e membros da sua família, anunciou o ministro do Interior montenegrino.

Segundo os primeiros elementos comunicados pelo governo e pela polícia, foi uma luta que correu mal e o suspeito também matou membros da sua própria família, segundo o ministro, que falou de um acontecimento “privado”. Este homem de 45 anos ainda estava foragido durante a noite, procurado pela polícia e pelo exército, que convidou os habitantes de Cetinje a ficarem em casa.

Num discurso durante a noite, o primeiro-ministro Milojko Spajic anunciou um luto nacional de três dias, nos dias 2, 3 e 4 de janeiro, e especificou que quatro pessoas ficaram gravemente feridas. “Os médicos estão lutando para salvá-los”disse o Primeiro-Ministro, acrescentando que “todas as equipes policiais, unidades especiais e todas as agências de aplicação da lei possíveis (eram) em Cetinje ». “Procuramos o culpado e estamos no caminho certo”ele enfatizou.

Segundo ele, não seria uma questão “do que uma briga num restaurante, durante a qual foram sacadas armas, e que degenerou”. Milojko Spajic também anunciou novas restrições à posse de armas. “Esta tragédia levanta a questão de quem pode ter armas em Montenegro”acrescentou.

Dezenas de homens e viaturas policiais

“Nossos pensamentos esta noite estão com as famílias que perderam entes queridos e com os residentes de Cetinje. Todo Montenegro sente e compartilha sua dor. Oramos pela recuperação de todos os feridos”escreveu o presidente do país, Jakov Milatovic, na rede social

No local, próximo ao tradicional restaurante onde ocorreu a tragédia, a polícia impediu que alguém se aproximasse à noite. Dezenas de homens, viaturas policiais e pelo menos uma ambulância eram visíveis atrás das barreiras. Garantindo no seu comunicado de imprensa que este tiroteio não foi “não é o resultado de um confronto entre grupos pertencentes ao crime organizado”a polícia montenegrina instou os residentes a ficarem em casa enquanto o suspeito estivesse em fuga.

Embora a polícia pareça favorecer a hipótese de um crime não mafioso, o crime organizado e a corrupção afectam há muito o Montenegro, e a cidade de Cetinje foi particularmente afectada nos últimos meses. Em junho, duas pessoas morreram e três ficaram feridas numa explosão ali – membros de um grupo criminoso, segundo a polícia. Entre os feridos estavam outros dois supostos membros de gangue, bem como uma espectadora.

Após esta explosão, o governo prometeu atacar o crime organizado. Mas no final de Setembro, outro membro de um clã mafioso foi morto, novamente em Cetinje, uma antiga capital real situada na depressão de um vale. Ele foi baleado e morto por um atirador de elite enquanto estava sentado em seu quintal. Estes acertos de contas estão todos ligados, suspeitam os investigadores, ao conflito que há anos opõe dois grupos criminosos, os Skaljari e os Kavaci.

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O pequeno país dos Balcãs, que tem 630 mil habitantes, prometeu muitas vezes combater estes grupos na esperança de aderir à União Europeia.

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O mundo com AFP

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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