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Jocelyne Wildenstein, socialite conhecida por cirurgias plásticas extremas como as de um gato, morre | Notícias dos EUA

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Edward Helmore and agency

A socialite suíça e aficionada por cirurgia estética Jocelyne Wildenstein, também conhecida como “Mulher-Gato” devido à sua extensa cirurgia plástica, morreu, disse seu parceiro na quarta-feira.

“É com pesar e grande tristeza que Lloyd Klein anuncia a morte inesperada de sua amada noiva e companheira de longa data, Jocelyne Wildenstein”, disse o estilista em comunicado em inglês enviado à agência de notícias Agence France-Presse.

Klein disse que “a Sra. Wildenstein morreu pacificamente enquanto dormia no final da tarde de 31 de dezembro de 2024 em sua… suíte em Paris, onde o casal fixou residência temporária”.

Wildenstein, nascida Jocelynnys Dayannys da Silva Bezerra Périsset, tornou-se uma socialite nova-iorquina depois de se casar com o negociante de arte Alec Wildenstein, da dinastia francesa de comércio de arte e corridas de raça pura, com quem teve dois filhos.

Ela foi referida como Jocelyne e Jocelyn na mídia de língua inglesa. Ela nasceu em 1940 em Lausanne, Suíça, e morreu em 31 de dezembro, aos 84 anos.

Foi a extensa auto-remodelação de Wildenstein para parecer mais “felina”, inspirada em grandes felinos selvagens – juntamente com um acordo de divórcio de 2,5 mil milhões de dólares e 100 milhões de dólares por ano durante os 13 anos seguintes – que chamou a atenção do público.

Ela passou um tempo na África com o cineasta europeu Sergio Gobbi, dizendo à revista New York: “A África é um paraíso. Você conhece pessoas que olham a vida de maneira diferente. Eles adoram a aventura.”

Ela conheceu o marido, Alec Wildenstein, durante um safári no Quênia e se casou com ele um ano depois em Las Vegas. Então Wildenstein embarcou em uma aventura cosmética para se parecer mais com um grande felino.

De acordo com o Daily Mail, ela gastou £ 2 milhões em cirurgias, aparentemente para agradar o marido, que adorava os grandes felinos. Ela tinha um lince como animal de estimação, dizendo à Vanity Fair que “o lince tem olhos perfeitos”.

Mas o marido dela disse à Vanity Fair: “Ela era louca. Eu sempre descobriria por último. Ela estava pensando que poderia consertar o rosto como uma peça de mobília. A pele não funciona assim. Mas ela não quis ouvir.

Mas um divórcio complicado veio com rumores espalhados por seu ex-marido de que ela havia sido cortesã com Madame Claude, a dona do bordel parisiense. Durante o divórcio, ele teria cortado sua mesada mensal de US$ 150.000 para US$ 50.000.

Um juiz que supervisionou seu acordo de divórcio estipulou que ela não poderia usar nenhuma parte do acordo para novas cirurgias.

“Eu nunca quis mudar meu rosto”, disse ela ao canal de notícias da televisão francesa C8 neste outono, embora admitindo que talvez quisesse que seus lábios fossem um pouco mais grossos.

Ela negou os rumores de que iniciou uma cirurgia estética para manter o ex-marido.

Revista entrevista último comentou que Wildenstein “foi um dos personagens mais ultrajantes do jet set por quase cinco décadas”. Em conversa com o outlet, Wildenstein estimou que gasta mais de US$ 700 mil por ano em comida, vinho, flores, pílulas e muito mais, acrescentando “e isso foi apenas o começo”.

Onde alguns viam extremismo, outros viam beleza.

“Lembro-me de ter visto você uma vez no Beige (uma lendária festa de terça à noite no Bowery Bar and Grill em Nova York). Isso ficou gravado em meu cérebro para sempre porque o glamour estava muito alto”, escreveu o editor e entrevistador Mel Ottenberg.

Ottenberg perguntou a Wildenstein sobre seu amor por grandes felinos. Ela explicou que havia 2.000 animais sob proteção em Ol Jogi (o rancho da família Wildenstein no Quênia).

“Temos tudo, exceto leões, porque eles matariam o que estamos tentando proteger”, disse ela. Questionada sobre seu animal preferido, ela disse que gostava de todos os animais, mas optou pelo leopardo, dizendo que era porque eles se apegam a apenas uma pessoa.

“Os leopardos têm ciúmes”, disse ela.

Wildenstein disse que a grande atenção da imprensa com base em sua aparência a manteve sob os olhos do público durante seu divórcio.

“Os jornalistas podem dizer o que quiserem… realmente não é problema meu.”

Relatórios contribuídos pela AFP



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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