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Dia do Pão é comemorado em todo o mundo | Rio de Janeiro
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Diversos alunos investem no curso de panificaçãoDivulgação
“Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho, pão gostosinho, gostosinho, gostosinho, quero mais um, mais um!”. Os versos de uma antiga música da Xuxa revelam o quanto o alimento, um dos mais antigos e apreciados no mundo, é apreciado por todos, em especial para os brasileiros. De tão importante, a delícia matinal ganhou uma data para comemorar: 16 de outubro, Dia Mundial do Pão, instituído em 2000 pela União dos Padeiros e Confeiteiros de Nova Iorque.
Capitais que precisam de profissionais
São Paulo: Com a maior concentração de padarias e confeitarias do país, a cidade possui uma demanda estimada de 25 mil padeiros para atender a suas diversas casas de pão e a crescente cena de hamburguerias.
Rio de Janeiro: A capital fluminense enfrenta uma carência de aproximadamente 10 mil padeiros, especialmente devido à popularização de produtos artesanais e a necessidade de suprir os estabelecimentos de fast food que utilizam fabricação própria.
Belo Horizonte: A demanda na capital mineira gira em torno de oito mil padeiros, refletindo a cultura local de panificação e a popularidade dos pães artesanais e produtos de confeitaria.
Curitiba: Com um mercado de panificação em expansão, Curitiba apresenta uma necessidade de cerca de cinco mil padeiros, impulsionada por novas franquias e o aumento do interesse por produtos de panificação frescos e de qualidade. Além disso, o crescimento do número de franquias e fast foods que utilizam produtos de fabricação própria intensifica a necessidade por padeiros qualificados, uma vez que essas empresas buscam atender ao crescente interesse por alimentos frescos e de qualidade.
O cenário atual oferece oportunidades únicas. Com o aumento da procura por cursos de panificação, como os oferecidos pelo Instituto Gourmet, mais pessoas têm a chance de ingressar em um mercado lucrativo e em crescimento.O padeiro profissional exerce diversas funções, incluindo a produção de pães, seleção de materiais, criação de novas receitas e gerenciamento da cozinha e estoque. Além dos pães, ele também prepara bolos, salgados, doces e cafés, atestando a qualidade e a apresentação dos produtos.
As oportunidades de trabalho vão além das padarias, estendendo-se a restaurantes, mercados, cantinas, lanchonetes e até mesmo cruzeiros, hotéis e hospedarias. Com o aumento da demanda por pães saudáveis, a interação com nutricionistas também se torna uma área promissora para o padeiro, que pode produzir pães, massas e outros alimentos veganos e funcionais. Com base nas pesquisas, o cargo de padeiro/confeiteiro se inicia com um salário médio de R$ 1.271,00, podendo chegar até R$ 2.186,00, com uma média salarial de R$ 1.611,00 no Brasil. Para aqueles que optam por empreender, os rendimentos variam conforme a linha de produção e a quantidade de vendas mensais.
Carreira sólida
Sonho de ter uma padaria
“Comecei na panificação como um fechamento de ciclo para o meu futuro. Após terminar confeitaria e cake desing que também fiz na unidade de Santa Cruz, pensei que fazer panificação seria o pacote completo para eu ter minha própria padaria que é o meu sonho ou trabalhar em uma. Além de que saber fazer seu próprio pão é muito bom pois você sabe a procedência e deixa do seu jeitinho, porque nada melhor do que fazer o que gostamos pois fazemos com amor’’, diz Léo Marques dos Santos Silva.
História de amor puro
“Estou no meu quarto curso no Instituto Gourmet de Santa Cruz, já fiz doceiro, chef mix, padeiro e estou terminando gastronomia. Minha história com a panificação é amor puro. A melhor parte é a fermentação natural. Estou empreendendo e pondo em prática tudo o que aprendi no Instituto Gourmet. Hoje não tem um dia que eu não vá para a rua com minhas encomendas e volte com algo para casa, isso é resultado de muito trabalho, aprendizado e amor pelo que fazemos”, conta Luciana de Ramos Vieira.
Melhoria da qualidade de vida
“Comeceu panificação no Instituto Gourmet Santa Cruz para aperfeiçoar minhas técnicas e crescer profissionalmente. Trabalho em um mercado, e por isso fui buscar o curso para melhorar o meu profissional e a minha qualidade de vida. Pensei comigo mesmo que seria algo que jamais conseguiria, porque não acreditava muito em mim, porém, ao chegar na unidade, fui tão bem recebido desde a recepção a finalização da minha matricula que não tinha como não me encantar com o lugar. Hoje eu exerço tudo que aprendo em sala de aula, absolutamente tudo! O curso me ajudou demais no trabalho pois aos poucos estou levando novas técnicas para lá, e estou crescendo profissionalmente”, afirma Janderson Tertulino Nascimento.
Saiba mais
A história do pão é antiga. Ele teria surgido há mais de 6 mil anos, quando os egípcios descobriram a fermentação do trigo. Ali ele era considerado um alimento básico e era um símbolo de poder. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Os egípcios se dedicavam tanto à iguaria que se tornaram conhecidos como ‘comedores de pão’.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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