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Dia Mundial da Água: palestras de conscientização e exposições marcam abertura de programação no AC

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Durante evento, prefeito de Rio Branco pediu conscientização da população e afirmou que cerca de 64% da água produzida na capital é desperdiçada.

Capa: Dia Mundial da Água: palestras de conscientização e exposições marcam abertura de programação no AC — Foto: Ágatha Lima/Rede Amazônica.

Em alusão ao Dia Mundial da Água, celebrado nesta quarta-feira (22), o governo do Acre e a prefeitura de Rio Branco estão com uma programação especial que vai até sexta-feira (24). A abertura foi marcada por palestras de conscientização e exposições de fotografias e equipamentos, no Centro da capital.

Criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) durante a Conferência Rio-92, a data internacional aborda uma temática a cada ano. Em 2023, o tema escolhido foi “Acelerando mudanças – seja a mudança que você deseja ver no mundo”.

O evento é promovido pelas secretarias de Estado de Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (Semapi) e de Educação (SEE), pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), pelo Serviço de Água e Esgoto do Estado (Saneacre) e pela Agência Reguladora dos Serviços Públicos (Ageac) em parceria com a prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semeia).

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, pediu a conscientização da população para o uso responsável da água. Segundo ele, mais de 60% da água produzida pelo Serviço de Água e Esgoto da capital (Saerb) é desperdiçada.

“A água é vida e precisamos lutar todos os dias para melhorar o fornecimento de água, especialmente, aqui na nossa Rio Branco. Essa parceria com o governo do estado é fundamental que aconteça, até mesmo porque a gente assumiu o sistema de água no ano passado, com muitos problemas. O investimento que fizemos no ano passado, no valor de R$ 60 milhões, valeu a pena, consertamos uma bomba que estava parada há mais de quatro anos. Aproveitamos para pedir nesse dia que ajudem a cuidar da água, economizem água. Da água que a prefeitura produz hoje, 64% é perdido, se aproveita só 36%”, disse o prefeito.

Durante evento, prefeito de Rio Branco pediu conscientização da população — Foto: Ágatha Lima/Rede Amazônica

Durante evento, prefeito de Rio Branco pediu conscientização da população — Foto: Ágatha Lima/Rede Amazônica

Bocalom pediu ainda que a população informe ao Saerb casos de vazamento na rede para que o problema seja resolvido. E reforçou a importância da parceria com o governo.

“Com parceria, devemos iniciar a perfuração de poços aqui no Segundo Distrito. Vamos fazer, pelo menos, dois poços, vamos tentar buscar água até 300 metros de profundidade, para ver se temos lençóis de água de qualidade”, afirmou.

O presidente do Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre), José Bestene afirmou que a ideia da parceria com entre governo e prefeitura é aumentar para 40% esgotamento sanitário para a população da capital acreana.

“Hoje é o dia mundial da água, esse líquido precioso que serve para todos nós. Nós já tivemos duas reuniões com a equipe do Saerb, e Saneacre, houve a reversão do sistema de saneamento aqui na capital. Nessa área de saneamento sanitário estamos fazendo uma parceria com o município, inclusive, assinamos ordem de serviço na ETE [Estação de Tratamento de Esgoto] Redenção para atender 40 mil pessoas daquela região do Vitória, Eldorado, Chico Mendes, Quixadá. Importante é que há um trabalho conjunto com estado e município para que a população de Rio Branco venha a ter 40% de esgotamento sanitário.”

Plano estadual de recursos hídricos

 

A secretária estadual de Meio Ambiente, Julie Messias falou sobre a importância da programação de conscientização e disse que a equipe técnica da pasta trabalha na atualização do plano estadual de recursos hídricos.

“Para além da comemoração, é um dia para que a gente consiga trazer informações e gerar esse processo de conscientização nas pessoas. O cuidado com esse recurso tão importante para a vida é individual, mas também coletivo. E aqui integramos os esforços para demonstrar a atuação do governo do estado e prefeitura e ter esse olhar cuidadoso para os recursos hídricos. Estamos atualizando o plano estadual de recursos hídricos, fazemos monitoramento da qualidade ambiental”, afirmou.

A gestora lembrou que o estado costuma ter dois momentos de eventos extremos, que é a enchente dos rios e o período de seca, que tem sido severo nos últimos anos.

“Estamos nesse processo de atualização dos nossos planos, fizemos 17 oficinas nos municípios, vamos ampliar esse processo, que é consultivo, para que esse plano realmente consiga refletir as necessidades do estado relacionada aos recursos hídricos. Estamos elaborando todo um planejamento para que o estado não atue apenas em momentos extremos e que conseguimos realmente fazer um trabalho preventivo”, concluiu.

Saneamento básico em Rio Branco

 

A capital Rio Branco continua entre os municípios com os piores índices de saneamento básico do país. O município acreano aparece entre os 20 piores do Brasil no Ranking de 2023, ocupando, mais precisamente, a 14ª posição. É o que mostra o Instituto Trata Brasil na 15ª edição do Ranking do Saneamento com foco nos 100 maiores municípios.

O levantamento faz uma análise dos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). A população da capital acreana, conforme o estudo, é de 419.452 habitantes. De acordo com o estudo, 60,73% desses moradores têm acesso à água potável, apenas 22,67% tem coleta de esgoto e 19,88% esgoto tratado.

Considerando o investimento médio anual por habitante, Rio Branco investiu R$ 32,63 por pessoa em 2022. Sendo que o patamar nacional médio de investimento anual por habitante para atingir a universalização do saneamento, de acordo com dados do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), é de R$ 203,51.

Veja a programação abaixo do evento:

 

Quarta-feira (22) – Biblioteca Estadual Adonay Barbosa, no Centro

  • Das 8h às 17h – Exposição de atividades ao lado da Biblioteca Pública com as equipes da Saneacre, Ageac e Semapi. Nesse mesmo horário e local também será realizada a exposição fotográfica com imagens feitas por profissionais da Agência Nacional do Acre
  • 9h às 10h – Abertura e assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Saneacre e a prefeitura
  • 10h às 10h40 – Palestra Magna – Água e Mudanças Ambientais Globais: Qual seu papel? – Pesquisador dr. Irving Foster Brown
  • 10h40 às 11h10 – Apresentação: Política Estadual de Recursos do Acre – Avanços e Desafios / Maria Antônia Zabala de Almeida Nobre – Semapi
  • 11h10 às 11h30h – Apresentação: Gestão de Recursos Hídricos no Acre: Instrumentos de Comando e Controle – Licenciamento e Outorga – Imac/ Luís Carlos Cruz da Silva
  • 11h30 às 12h – Apresentação: A Atuação do Ministério Público em Defesa dos Recursos Hídricos – Larissa Cristina Araújo de Almeida e Nésia Maria da Costa Moreno
  • 14h às 14h35 Apresentação: Reflorestamento de Área de Preservação Permanente no município de Rio Branco – Semeia/Cassia Melo
  • 14h50 às 15h25 – Apresentação: O Uso de Insetos Aquáticos no Monitoramento de Recursos Hídricos – Ifac/Diego Viana Melo Lima
  • 15h30 às 16h – Apresentação: O papel da Funasa no Território Acreano – Funasa / Carlos Bruno Pirauá Ferreira
  • 16h – encerramento

 

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Embrapa do Acre alerta para o surto da mandarová, lagarta que é a maior ameaça à cultura da macaxeira no estado

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O maior inimigo da cultura da macaxeira no Acre, uma atividade estratégica para a economia do Estado, tem nome, é bem pequena, mas tem um poder devastador.

A mandarová, uma lagarta que é capaz de destruir plantações inteiras em poucos dias. O combate aquela que é considerada hoje o maior inseto-praga das plantações de macaxeira é um desafio para diminuir o surto que, conforme registros da Embrapa, chegou ao Acre pela primeira vez em 1980.



Em um artigo, o biólogo Rodrigo Souza Santos, doutor em Entomologia Agrícola e pesquisador da Embrapa Acre, alerta sobre os cuidados necessários para evitar a destruição dos plantios pela lagarta. As orientações vão desde o uso de luz incandescente comum, fixada a um poste, e de um tambor cortado ao meio contendo água com sabão, como coletor, que podem ser utilizadas para o monitoramento do início das revoadas das mariposas, bem como para reduzir o número de adultos na área, até a catação manual e até a produção de um inseticida biológico, produzido a partir das próprias lagartas mortas, que pode ser “fabricado” pelos próprios produtores rurais.

Leia o artigo abaixo na íntegra:

Surto populacional de insetos: o caso do mandarová-da-mandioca no Vale do Juruá

A mesorregião do Vale do Juruá corresponde a oito municípios do estado do Acre (Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Feijó, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Jordão), com área de 85.448 km² e população aproximada de 250 mil habitantes. A farinha de mandioca desempenha importante papel socioeconômico para as populações rurais acreanas, especialmente do Vale do Juruá. Além de gerar trabalho e renda no campo, é componente básico da dieta alimentar de grande parte das famílias. Em 2018, a tradicional farinha produzida em Cruzeiro do Sul entrou para a lista de produtos com selo de indicação geográfica, que atesta sua procedência e qualidade.

A produção de mandioca é uma atividade estratégica para a economia acreana, mas, como toda cultura agrícola, enfrenta entraves que podem representar ameaça ao fortalecimento desse arranjo produtivo local, destacando-se a incidência de pragas. Atualmente os insetos-praga associados ao cultivo da mandioca no estado do Acre são: a mosca-das-galhas [Jatrophobia brasiliensis (Rüebsaamen)], mosca-branca [Bemisia tabaci (Genn.)], percevejos-de-renda [Vatiga manihotae (Drake), Vatiga illudens (Drake) e Gargaphia opima (Drake)], formigas-cortadeiras [Atta spp. e Acromyrmex sp.], broca-da-haste [Sternocoelus sp.] e o mandarová-da-mandioca [Erinnyis ello (L.)]. Esse último é considerado o inseto-praga mais importante da cultura, devido aos danos que provoca em altas infestações.

O mandarová-da-mandioca, conhecido como “gervão”, “mandarová”, “mandruvá” ou “lagarta-da-mandioca”, é uma mariposa (ordem Lepidoptera) com 90 mm de envergadura, coloração acinzentada e faixas pretas no abdome. As asas anteriores são de coloração cinza e as posteriores são vermelhas com bordos pretos. Na fase jovem, os insetos causam danos às suas plantas hospedeiras, visto que as lagartas são herbívoras vorazes, podendo consumir até 12 folhas bem desenvolvidas em 15 dias. Por outro lado, quando adultos, se alimentam de néctar e não causam danos à cultura.

Todo inseto herbívoro é classificado como praga a partir de seu nível populacional e nível de dano que provoca na planta hospedeira. No estado do Acre, frequentemente são registrados surtos do mandarová em plantios de mandioca, especialmente na região do Vale do Juruá, mas também já houve registro de surto populacional desse inseto-praga em cultivos de seringueira. Entretanto, o mandarová é um inseto polífago, podendo se alimentar de mais de 35 espécies de plantas.

Um surto populacional de insetos é um evento de alta complexidade, determinado por diversos fatores (bióticos e/ou abióticos) interligados, extremamente difícil de se prever. No entanto, algumas situações certamente contribuem para ocorrência desse evento, tais como: 1) monocultivo – sistema de produção que simplifica o ecossistema e permite aos insetos acessarem grande quantidade de recurso alimentar, geralmente em plantas com baixa diversidade genética; 2) temperatura, luminosidade, umidade e precipitação – os insetos necessitam de condições abióticas ótimas para se desenvolverem e reproduzirem; 3) controle biológico natural – os inimigos naturais (predadores, parasitoides e entomopatógenos) são responsáveis pela regulação de populações de insetos herbívoros em condições naturais. Assim, a ausência de inimigos naturais permite que os herbívoros se proliferem mais rapidamente; e 4) potencial biótico do inseto-praga – cada espécie de inseto possui uma capacidade máxima de reprodução, que é determinada, dentre outros fatores, pela duração de seu ciclo de vida e tamanho da sua prole, em condições ideais.

A literatura aponta que o primeiro surto do mandarová em cultivo de mandioca no Acre ocorreu em 1980, seguido de outros dois em 1993 e 1998, com perdas de até 60% na produção. Posteriormente, datam surtos de menor magnitude em 2002 e 2007, e surtos mais recentes na região do Vale do Juruá, registrados em 2019, na Terra Indígena Carapanã, localizada à margem do Rio Tarauacá, e em 2023, em propriedades rurais de Cruzeiro do Sul. Em 2014 foram registrados surtos do mandarová em seringais comerciais de sete municípios acreanos.

A catação manual, com eliminação das lagartas por esmagamento ou corte com tesoura, é recomendada para cultivos de mandioca de até 2 ha. A eliminação de plantas invasoras hospedeiras à praga, presentes na plantação ou em suas imediações é outra alternativa para minimizar os riscos de surtos. No que tange ao controle químico, atualmente 22 produtos estão registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária para o controle do mandarová na cultura da mandioca. É importante ressaltar que a aquisição e utilização de qualquer inseticida devem ser recomendadas por um engenheiro-agrônomo, seguindo-se o receituário agronômico apropriado, além da observância quanto ao uso de equipamento de proteção individual (EPI).

Existem insetos predadores e parasitoides associados ao mandarová atuando no controle biológico do inseto em campo. No entanto, o principal agente de controle biológico natural é o Baculovirus erinnyis, um vírus específico do inseto, que não causa danos em humanos. Aproximadamente 4 dias após a ingestão do vírus pelas lagartas surgem os primeiros sintomas de infecção no organismo do inseto (descoloração da lagarta, perda dos movimentos e da capacidade de se alimentar). No estágio final da infecção, as lagartas morrem e ficam dependuradas nos pecíolos das folhas.

Para produção desse inseticida biológico, lagartas recém-mortas são coletadas e maceradas com uso de aproximadamente 5 mL de água pura. Essa mistura deve ser coada em um pano fino e limpo, resultando em um líquido viscoso que pode ser acondicionado em embalagem plástica tipo “sacolé” e congelado por prazo indefinido. Para ser utilizado, o produto deve ser descongelado e diluído em água limpa, na proporção de 100 mL do extrato por hectare, para pulverização no campo. O uso do baculovírus pode controlar até 98% das lagartas nos primeiros 3 dias após a aplicação, quando realizada em lagartas jovens, entre o primeiro e terceiro instar (até aproximadamente 3 cm de comprimento).

Rodrigo Souza Santos é Biólogo, doutor em Entomologia Agrícola, pesquisador da Embrapa Acre, Rio Branco, AC

Fotos: Embrapa/AC.

O monitoramento do cultivo é essencial para a tomada de decisão sobre a época e formas de controle do mandarová. Armadilhas atrativas, com uso de luz incandescente comum, fixada a um poste, e de um tambor cortado ao meio contendo água com sabão, como coletor, podem ser utilizadas para o monitoramento do início das revoadas das mariposas, bem como para reduzir o número de adultos na área.

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TJAC participa de entrega de títulos definitivos

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Poder Judiciário do Acre possui parceria com o Governo do Acre com a campanha nacional do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) sobre regularização fundiária intitulada “Solo Seguro”.

Ter títulos de propriedade definitivos traz segurança e estabilidade permitindo que as pessoas possam investir em suas propriedades. Nesta sexta-feira, 5, 500 títulos definitivos urbanos e das entidades religiosas foram entregues em mais uma ação do Governo do Estado do Acre, que contou com o apoio do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).



A atividade, que ocorreu na quadra da Escola Doutor Mário de Oliveira, contou com representantes do TJAC pela questão de o órgão possuir parceria com o Instituto de Terras do Acre (Iteracre), através da campanha nacional do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) sobre regularização fundiária intitulada “Solo Seguro”.

O juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Alex Oivane destacou que a falta de títulos de terras é um problema em muitas regiões causando incerteza e dificuldades para as pessoas que vivem nessas áreas. Ele ainda reforçou que a ação também contribui para a superação dos conflitos fundiários, a promoção da justiça, o acesso à terra, proteção ambiental e segurança jurídica.

“Isso trará não só a devida segurança jurídica a essas comunidades, fazendo com que as pessoas passem a possuir a legalidade habitacional e a possibilidade de instalar comércios, mas também tenham sua dignidade devolvida. Isso impacta positivamente a vida das pessoas e das comunidades”, disse.

Nesta ação em Rio Branco, foram beneficiadas famílias dos bairros: Aeroporto Velho, Areal, Ayrton Senna, Bahia Nova, Bahia Velha, Boa União, Boa Vista, Calafate, Chico Mendes, Custódio Freire, Esperança III, Farhat, Glória, Israel Lira, João Paulo II, Jorge Lavocat, Palheiral, Pedro Roseno, Pista, Plácido de Castro, Santa Inês, Sobral e Vila Acre. Títulos rurais também serão entregues na capital.

Ao lado da presidente do Iteracre, Gabriela Câmara, o governador Gladson Cameli ressaltou sobre a união entre os poderes e uma série de benefícios que as famílias recebem com os títulos. “Hoje, estamos entregando cidadania, que é o título da terra para as pessoas que terão o documento da sua moradia, do seu local, a prova definitiva do pertencimento”, disse.

Segundo a presidente do Iteracre, entre 2023 e 2024, já foram entregues mais de 8 mil títulos, divididos entre áreas urbanas e rurais. Essa iniciativa faz parte das ações executadas pelo Programa Minha Terra de Papel Passado e do Programa Igreja Legal, do Iteracre

A ação marcou também o lançamento do Mutirão de Cirurgias Ortopédicas da Fundhacre.

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“As vozes Tarauacá ” Inscrições vão até 29 de Março

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Estão abertas e se estendem até o final do mês de março (29), inscrições para o projeto “As Vozes de Tarauacá”. Os interessados em participar deverão procurar os seguintes locais:
Crianças de 10 a 14 anos: Escola onde estuda

Jovens de 14 a 18 anos: Escola onde estuda



Adulto, acima de 18 anos, escola, se ainda estudar e Rádio Comunitária Nova Era FM.

A inscrição deve ser realizada num formulário simples disponibilizado para a direção das escolas e da rádio.

Informações:

WHATSAAP – 99977 5176 (Raimundo Accioly) 99938 6041 (Leandro Simões)

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