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Dinamarca anuncia acordo “histórico” sobre a implementação de um imposto sobre carbono na pecuária

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O Ministro Tripartite Verde dinamarquês, Jeppe Bruus, e os membros da coalizão apresentam um acordo político, em Copenhague, em 18 de novembro de 2024.

Nada menos que cinco ministros reuniram-se na segunda-feira, 18 de novembro, em Copenhague, para apresentar o acordo, descrito como“histórico”, o que deverá impulsionar a transição ecológica do setor agrícola, num dos principais exportadores de carne e leite da Europa. O texto prevê, nomeadamente, reduzir as emissões da Dinamarca em 1,8 a 2,6 milhões de toneladas de equivalente CO.2 até 2030 (ou seja, 55% a 60% em comparação com 1990), graças ao estabelecimento de um imposto sobre o carbono sobre a pecuária e à reflorestação de 250.000 hectares, limitando ao mesmo tempo as fugas de azoto para os cursos de água.

Este acordo é ainda mais notável no actual contexto de mobilização dos agricultores em França euma COP29 em completa desordem em Bakuque conta com o apoio de organizações agrícolas. “Quando vemos pneus de tratores a arder nas capitais e ativistas climáticos colados nas autoestradas de toda a Europa, ficamos muito satisfeitos por estarmos num país onde as diferentes partes conseguem conviver”não pôde deixar de felicitar o chefe da diplomacia dinamarquesa, Lars Lokke Rasmusseen, de Bruxelas, onde participava numa reunião do Conselho dos Negócios Estrangeiros.

A Primeira-Ministra social-democrata, Mette Frederiksen, por seu lado, saudou “um dos contratos de geração mais fortes em anos”. Apoiado por sete dos principais partidos do Parlamento, o texto repete em grande parte os termos do compromisso, nascido das chamadas negociações “tripartidos verdes”realizada na primavera pela coligação governamental, com os sindicatos dos agricultores e da indústria alimentar, bem como a Associação Dinamarquesa de Proteção da Natureza.

O modelo escolhido para o imposto sobre o carbono é aquele que recebeu o apoio de organizações agrícolas: menos ambicioso do que o inicialmente proposto por um grupo de especialistas, prevê, no entanto, tributar os agricultores até 300 coroas dinamarquesas (40 euros) por tonelada de CO2 a partir de 2030, depois 750 coroas em 2035. Os criadores poderão, no entanto, beneficiar de uma dedução fiscal, suportando o custo real da tonelada de CO2 em 120 coroas nos primeiros anos, depois em 300 coroas a partir de 2035.

Melhorar a qualidade da água

Os agricultores que investirem em tecnologias para reduzir emissões serão compensados ​​com o imposto. Outros poderão beneficiar de assistência de transição, proveniente de um fundo, parcialmente financiado pelas receitas do imposto. O acordo prevê atribuir 43 mil milhões de coroas (cerca de 5,8 mil milhões de euros) à transição do setor agrícola até 2045.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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