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Ding pode parar Gukesh? – DW – 24/11/2024
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Quando Ding Liren competir pela coroa do campeonato mundial de xadrez em Cingapura nas próximas três semanas, o simpático jogador chinês não estará – como a maioria de seus antecessores – sentado no tabuleiro como o melhor jogador. Em vez disso, ele é apenas o oprimido.
“Eu estava um pouco ansioso e tendia a pensar demais”, disse Ding ao chinês agência de notícias Xinhua, descrevendo sua recente crise de forma um tanto intrigante. Depois de conquistar o título do Campeonato Mundial em uma partida acirrada e estressante no início de 2023, nada deu certo para Ding.
“Ainda acredito que posso mudar as coisas, talvez até no próprio Campeonato Mundial”, acrescentou Ding. Mas uma olhada no ranking mundial é preocupante: o campeão mundial está atualmente em 23º.
Dommaraju Gukesh: um artista autoconfiante
Seu adversário é bem diferente: Dommaraju Gukesh pode ter apenas 18 anos, mas ganhou quase tudo que há para vencer este ano: o primeiro lugar no Torneio de Candidatos ao Campeonato Mundial na primavera, depois a vitória com o indiano seleção nacional na Olimpíada de Xadrez. Ele agora está em quinto lugar no mundo.
Gukesh é aparentemente imparável. Se o autoconfiante artista de xadrez vencer o duelo de três semanas ao longo de 14 partidas que se estende até meados de dezembro, ele será o mais jovem campeão mundial de xadrez de todos os tempos. Mas ainda há um longo caminho a percorrer.
“Ding já conhece a situação, Gukesh ainda não. Isso pode ser um problema para Gukesh”, disse Jan Gustafsson, técnico alemão de xadrez, à DW. Apesar de todas as dificuldades, Ding também tem grande força mental quando está sob pressão.
Xadrez nigeriano bate recorde mundial
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Entusiasmo pelo xadrez na Índia
Na Índia, a disputa pelo título tem sido um tema quente entre os fãs de esportes há semanas. Os recentes sucessos de Gukesh e dos seus igualmente jovens colegas Rameshbabu Praggnanandhaa e Arjun Erigaisi despertaram um grande entusiasmo pelo xadrez no subcontinente. Os principais grandes mestres indianos são agora quase tão populares quanto as estrelas do críquete do país.
Agora os fãs de xadrez esperam que Gukesh siga os passos de Viswanathan ‘(Vishy’) Anand, pentacampeão mundial que lançou as bases para o boom do xadrez em seu país.
Mesmo que a cobertura mediática tenha aumentado em comparação com há dois anos, as pessoas estão a ter uma visão muito mais sóbria do duelo na China.
“Quando Ding Liren venceu o campeonato mundial masculino de xadrez, o interesse público nos torneios de xadrez aumentou ainda mais”, disse o oficial de xadrez Xie Jun à DW. A tetracampeã mundial vem da China, país que dominou o título feminino nos últimos anos.
Xadrez: um esporte marginal na China
Na China, o xadrez também é uma questão de Estado. Nos últimos 30 anos, um sistema abrangente de promoção de xadrez para jogadores de xadrez, especialmente para mulheressurgiu. Parte disso é o modelo de treinamento “homens ajudando mulheres”, no qual os melhores jogadores masculinos apoiam suas companheiras de equipe.
Apesar de todos os sucessos e do regresso dos chineses aos melhores jogadores do mundo, o xadrez continua a ser um desporto marginal no país. Uma razão para isso é que o xadrez não é o único esporte intelectual popular.
“Xianqi (Xadrez Chinês) e Go têm uma base muito mais ampla entre a população”, explica Xie Jun, que também é vice-presidente da Federação Mundial de Xadrez FIDE.
Quem quer que ganhe o campeonato mundial em Cingapura, Xie Jun acredita que uma coisa já está clara: “O centro do xadrez está cada vez mais se deslocando para a Ásia.”
Não é apenas na China e na Índia que o jogo de tabuleiro tradicional está em franca expansão. No Uzbequistão, no Irão e CazaquistãoAlém disso, cada vez mais pessoas estão jogando xadrez – e jogando muito bem.
Este desenvolvimento também está atraindo patrocinadores. No passado, os Campeonatos Mundiais de Xadrez eram financiados principalmente por empresas com laços estreitos com a Rússia. Com o gigante da Internet Google a ser agora um dos patrocinadores da final de 2,5 milhões de dólares (2,4 milhões de euros), as peças estão em movimento para uma nova era.
Este artigo foi adaptado do alemão
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Exame Nacional de Acesso ENA/Profmat em 2026 — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
13 de janeiro de 2026A Coordenação Institucional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT/UFAC) divulga a lista de pedidos de matrícula deferidos pela Coordenação, no âmbito do Exame Nacional de Acesso 2026.
LISTA DE PEDIDO DE MATRÍCULA DEFERIDOS
1 ALEXANDRE SANTA CATARINA
2 CARLOS KEVEN DE MORAIS MAIA
3 FELIPE VALENTIM DA SILVA
4 LUCAS NASCIMENTO DA SILVA
5 CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA
6 ISRAEL FARAZ DE SOUZA
7 MARCUS WILLIAM MACIEL OLIVEIRA
8 WESLEY BEZERRA
9 SÉRGIO MELO DE SOUZA BATALHA SALES
10 NARCIZO CORREIA DE AMORIM JÚNIOR
Informamos aos candidatos que as aulas terão início a partir do dia 6 de março de 2026, no Bloco dos Mestrados da Universidade Federal do Acre. O horário das aulas será informado oportunamente.
Esclarecemos, ainda, que os pedidos de matrícula serão encaminhados ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico da UFAC, que poderá solicitar documentação complementar.
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Linguagem e Identidade — Universidade Federal do Acre
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12 de janeiro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Ufac chega aos 20 anos com um legado consolidado na formação de profissionais da educação na Amazônia. Criado em 2005 e com sua primeira turma de mestrado iniciada em 2006, o PPGLI passou a ofertar curso de doutorado a partir de 2019. Em 2026, o programa contabiliza 330 mestres e doutores titulados, muitos deles com inserção em instituições de ensino e pesquisa na região.
Os dados mais recentes apontam que 41% dos egressos do PPGLI atuam como docentes na própria Ufac e no Instituto Federal do Acre (Ifac), enquanto 39,4% contribuem com a educação básica. Com conceito 5 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no quadriênio 2017-2020, o PPGLI figura entre os melhores da região Norte.
“Ao longo dessas duas décadas, o programa de pós-graduação em Linguagem e Identidade destaca-se pela excelência acadêmica e pela forte relevância social”, disse a reitora Guida Aquino. “Sua trajetória tem contribuído de forma decisiva para a produção científica e cultural, especialmente no campo dos estudos sobre linguagens e identidades, fortalecendo o compromisso da Ufac com formação qualificada, pesquisa e transformação social.”
O coordenador do programa, Gerson Albuquerque, destacou que, apesar de recente no contexto da pós-graduação brasileira, o PPGLI promove uma transformação na educação superior da Amazônia acreana. “Nesses 20 anos, o PPGLI foi responsável não apenas pela formação de centenas de profissionais altamente qualificados, mas por inúmeras outras iniciativas e realizações que impactam diretamente a sociedade.”
Entre essas ações, Gerson citou a implementação de uma política linguística pioneira que possibilitou o ingresso e permanência de estudantes indígenas e de outras minorias linguísticas, além do protagonismo de pesquisadores indígenas em projetos voltados ao fortalecimento de suas culturas e línguas. “As ações do PPGLI transcenderam os limites acadêmicos, gerando impactos sociais, culturais e econômicos significativos”, opinou. “O programa contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua riqueza linguística e cultural.”
Educação básica, pesquisa e projetos
Sobre a inserção dos egressos na educação básica, Gerson considerou que, embora a formação stricto sensu seja voltada prioritariamente ao ensino superior e à pesquisa, o alcance do PPGLI vai além. “Se analisarmos o perfil de nossos mestres e doutores, 72% atuam em instituições de ensino superior, técnico, tecnológico ou na educação básica. Isso atesta a importância do programa para a Amazônia e para a área de linguística e literatura, uma das que mais forma mestres e doutores no país.”
O professor também destacou a trajetória de 15 egressos que hoje se destacam em instituições de ensino, projetos de extensão e pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior. Para ele, esses exemplos ilustram a diversidade de atuações do corpo formado pelo programa, que inclui professores indígenas, pesquisadores em literatura comparada, especialistas em língua brasileira de sinais (Libras), artistas da palavra, autores de livros, lideranças educacionais e docentes em universidades peruanas.
A produção científica do PPGLI também foi ressaltada pelo coordenador, que apontou os avanços no quadriênio 2021-2024 como reflexo de um projeto acadêmico articulado com os desafios amazônicos. “Promovemos ações de ensino, pesquisa e extensão com foco na diversidade étnica, linguística e cultural. Nossas parcerias internacionais ampliam o alcance do programa sem perder o vínculo com as realidades locais, especialmente as regiões de fronteira com Peru e Bolívia.”
Entre os destaques estão as políticas afirmativas, a produção de material didático bilíngue para escolas indígenas, a inserção em redes de pesquisa e eventos científicos, a publicação de livros e dossiês temáticos e a atuação dos docentes e discentes em comunidades ribeirinhas e florestais.
Para os próximos anos, o desafio, segundo Gerson, é manter e ampliar essas ações. “Nosso foco está no aprimoramento das estratégias de educação inclusiva e no fortalecimento do impacto social do Programa”, afirmou. Para marcar a data, o PPGLI irá realizar um seminário comemorativo no início de fevereiro de 2026, além de uma série de homenagens e atividades acadêmico-culturais ao longo do ano.
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Ufac lança nova versão do SEI com melhorias e interface moderna — Universidade Federal do Acre
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12 de janeiro de 2026A Ufac realizou a solenidade de lançamento da nova versão do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que passa a operar na versão 5.0.3. A atualização oferece interface mais moderna, melhorias de desempenho, maior segurança e avanços significativos na gestão de documentos eletrônicos. O evento ocorreu nesta segunda-feira, 12, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da modernização para a eficiência institucional. Ela lembrou que a primeira implantação do SEI ocorreu em 2020, antes mesmo do início da pandemia, permitindo à universidade manter suas atividades administrativas durante o período de restrições sanitárias. “Esse sistema coroou um momento importante da nossa história. Agora, com a versão 5.0, damos mais um passo na economia de papel, na praticidade e na sustentabilidade. Não tenho dúvida de que teremos mais celeridade e eficiência no nosso dia a dia.”
Ela também pontuou que a universidade está entre as primeiras do país a operar com a versão mais atual do sistema e reforçou o compromisso da gestão em concluir o mandato com entregas concretas. “Trabalharei até o último dia para garantir que a Ufac continue avançando. Não fiz da Reitoria trampolim político. Fizemos obras, sim, mas também implementamos políticas. Digitalizamos assentamentos, reorganizamos processos, criamos oportunidades para estudantes e servidores. E tudo isso se comunica diretamente com o que estamos lançando hoje.”
Guida reforçou que a credibilidade institucional conquistada ao longo dos anos é resultado de um esforço coletivo. “Tudo o que fiz na Reitoria foi com compromisso com esta universidade. E farei até o último dia. Continuamos avançando porque a Ufac merece.”
Mudanças e gestão documental
Responsável técnico pela atualização, o diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Jerbisclei de Souza Silva, explicou que a nova versão exigiu mudanças profundas na infraestrutura de servidores e bancos de dados, devido ao crescimento exponencial de documentos armazenados.
“São milhões de arquivos em PDF e externos que exigem processamento, armazenamento e desempenho. A atualização envolveu um trabalho complexo e minucioso da nossa equipe, que fez tudo com o máximo cuidado para garantir segurança e estabilidade”, explicou. Ele ressaltou ainda que o novo SEI já conta com recursos de inteligência artificial e apresentou melhora perceptível na velocidade de navegação.

O coordenador de Documentos Eletrônicos e gestor do SEI, Márcio Pontes, reforçou que a nova versão transforma o sistema em uma ferramenta de gestão documental mais ampla, com funcionalidades como classificação, eliminação e descrição de documentos conforme tabela de temporalidade. “Passamos a ter um controle mais efetivo sobre o ciclo de vida dos documentos. Isso representa um avanço muito importante para a universidade.” Ele informou ainda que nesta quinta-feira, 15, será realizada uma live, às 10h, no canal UfacTV no YouTube, para apresentar todas as novidades do sistema e tirar dúvidas dos usuários.
A coordenação do SEI passou a funcionar em novo endereço: saiu do pavimento superior e agora está localizada no térreo do prédio do Nurca/Arquivo Central, com acesso facilitado ao público. Os canais de atendimento seguem ativos pelo WhatsApp (68) 99257-9587 e e-mail sei@ufac.br.
Também participaram da solenidade o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; e a pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino.
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