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Diretor do Hospital Kamal Adwan de Gaza implora por ajuda antes que seja ‘tarde demais’ | Notícias do conflito Israel-Palestina

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Israel ordena o esvaziamento das instalações médicas com cerca de 400 civis no interior, incluindo bebés que precisam de oxigénio e incubadoras.

O diretor de um dos últimos hospitais parcialmente funcionais de Gaza está apelando por ajuda, dizendo que as forças israelenses cercaram as instalações médicas.

Dr. Hussam Abu Safia, diretor do Hospital Kamal Adwan no norte de Gaza, instou na segunda-feira a comunidade internacional a agir “antes que seja tarde demais”, chamando a situação de “horrível”.

Ele disse que obedecer a uma ordem israelense para esvaziar a instalação seria “quase impossível” porque quase 400 civis permanecem dentro de casa, incluindo bebês que precisam de oxigênio e incubadoras.

“Os bombardeios continuam em todas as direções, afetando o prédio, os departamentos e os funcionários. Esta é uma situação séria e extremamente horrível”, disse Abu Safia.

Do lado de fora do hospital em Beit Lahiya, as forças israelenses colocaram o que se acredita serem explosivos nos portões. Testemunhas disseram que um veículo guiado automaticamente entregou caixas com a palavra “perigo” escrita nelas.

O correspondente da Al Jazeera em Gaza, Tareq Abu Azzoum, disse que os militares israelenses implantaram veículos remotos automatizados chamados “robôs explosivos” ao redor do hospital.

“(Os robôs) estão carregados com toneladas de explosivos que podem levar à destruição do bairro”, disse Abu Azzoum.

“Vimos vídeos divulgados por alguns dos profissionais médicos dentro do Hospital Kamal Adwan mostrando como os militares israelenses os têm usado nas proximidades do hospital”, acrescentou ele, dizendo que poderia ser um sinal de que uma nova escalada poderia ocorrer em os próximos dias.

“Os militares israelenses estão sistematicamente tentando exercer pressão máxima sobre as equipes médicas, causando severa destruição nos arredores (do hospital)”, disse Abu Azzoum.

Abu Safia disse: “O mundo deve compreender que o nosso hospital está a ser alvo de ataques com a intenção de nos matar e de nos deslocar à força”, acrescentando que o bombardeamento israelita não parou durante a noite de domingo, destruindo casas e edifícios circundantes.

“Pedimos à comunidade internacional que intervenha rapidamente e pare este ataque feroz contra nós para proteger o sistema de saúde, os trabalhadores e os pacientes dentro dele”, disse o diretor do hospital.

Desde a manhã de segunda-feira, o hospital foi alvo de bombas nos seus pátios e no seu telhado, lançadas por quadricópteros, ameaçando mais uma vez o abastecimento de combustível e oxigénio do hospital, disse ele.

“A situação continua extremamente perigosa e requer uma intervenção internacional urgente antes que seja tarde demais”, disse o médico.

Abu Safia fez um apelo semelhante no domingo, acusando Israel de bombardeando diretamente a unidade de terapia intensiva do hospital.

Mais de 14 meses de ataques israelitas devastaram Gaza e deslocaram quase todos os seus 2,3 milhões de habitantes. Mais de 45 mil pessoas, a maioria crianças e mulheres, foram mortas na ofensiva.

de Israel genocídio contra palestinos começou logo depois que uma incursão liderada pelo Hamas dentro do território israelense em 7 de outubro de 2023 matou quase 1.100 pessoas, segundo autoridades israelenses, e cerca de 250 outras foram feitas prisioneiras.



Leia Mais: Aljazeera

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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