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CRISE

Diretores de hospitais poderão ser exonerados por falta de eficiência nos cargos

Notícias da Hora, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Turbilhão de problemas na Saúde pode resultar em exonerações; Alysson, pressionado, chegou a pedir para sair, mas foi mantido.

O turbilhão de problemas na Saúde Pública do Acre e a falta de resolutividade no setor podem resultar na queda de importantes gestores da pasta, incluindo diretores de hospitais.

O dentista Alysson Bestene, pressionado pela enxurrada de dificuldades, já chegou a pedir pessoalmente a Gladson Cameli exoneração do cargo. O governador, entretanto, o manteve.

Amigo de Gladson, Alysson continua, a priori, em nome da governabilidade e pela confiança que o governador deposita no dentista. Cameli tem pelo sobrinho de José Bestene enorme apreço.

Turbilhão de problemas na Saúde pode resultar em exonerações; Alysson, pressionado, chegou a pedir para sair, mas foi mantido

Ocorre, porém, que o ambiente fica a cada insustentável e se agravou quando veio à tona denúncias do próprio governador da possível existência de cartel na Saúde. Houve ainda o suposto pedido de propina feito por um diretor da Sesacre a um fornecedor. Cameli mandou investigar o caso.

Mas os problemas na Saúde também passam pela falta de condições mínimas de trabalho, desconexão entre gestores e servidores e ameaças rotineiras de greve.

O setor está sob um decreto de calamidade pública, o que facilitaria, por exemplo, a contratação urgente de profissionais, medicamentos e equipamentos. Porém, o processo seletivo aberto foi suspenso por suspeita de fraude, e os medicamentos comprados não foram suficientes para suprir a demanda.

Nesta quinta-feira, 30, o governador Gladson Cameli de reuniu com os mandatários do setor. Cobrou resultados para “ontem”. A equipe entendeu o recado. Mas não sabe por onde começar.

O governador já teria em sua agenda pessoas para compor a gestão em uma eventual mudança e, segundo, fontes da Casa Azulada, teria até um nome para o lugar de Alysson Bestene.

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Trabalhadores vão ao TST para cobrar acordo com os Correios, mas empresa rejeita negociação

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Greve pode ser deflagrada a partir do dia 3 de setembro por culpa da empresa

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect/AC), Suzy Critiny, encaminhou ofício pedindo ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) a mediação de novas negociações para evitar que haja greve, resultando na paralisação das entregas, além de apresentar denúncias contra a estatal. A categoria cobra a manutenção de agências dos Correios em todo país, a contratação de funcionários e a retomada da entrega diária.

Segundo a sindicalista, a direção da empresa tenta sucatear os serviços para buscar um forte argumento de venda da estatal, mas, caso haja a privatização, Estados como o Acre poderão ficar sem a entrega de encomendas e sem banco postal, agravando ainda mais as dificuldades vividas pela população que mora em localidades mais distantes e que não geram lucros para as empresas privadas.

“No TST, os sindicatos fecharam um acordo com a diretoria dos Correios para que até o dia 31 de agosto não existisse paralisação ou greve, mas, para isso, a empresa deveria cumprir os acordos fechados anteriormente e deveria buscar uma negociação com a categoria”, explicou Suzy Cristiny.

A presidente do Sintect/AC explicou que entre as reivindicações está a contratação de novos carteiros, a melhoria da estrutura das agências.

“Durante a coleta de assinaturas contra a privatização, a diretoria do Sindicato também recolheu as reclamações dos clientes. A maior queixa é a falta de entrega em alguns bairros e em outros as faturas que chegam com atraso. Esses problemas poderiam ser resolvidos com a contratação de empregados e a retomada da entrega diária, bandeiras nossas para que haja melhorias para a população. Acontece que o Ministério da Comunicação delimitou que as entregas não fossem mais diárias, prejudicando o cliente”, detalhou a sindicalista.

Caso não haja intermediação do TST e os Correios continuem rejeitando a negociação, os trabalhadores podem ser obrigados a entrar em greve a partir do dia 3 de setembro.

“Não queremos greve, mas a diretoria dos Correios está acabando com a empresa e com os direitos dos trabalhadores. Queremos apenas melhores serviços para a população e respeito aos trabalhadores”, finalizou a representante do Sintect.

O Sintect e a Fentect tentam prorrogar a negociação, ampliando a validade do acordo coletivo, mas a estatal vem negando o diálogo, deixando a categoria desamparada, sem cobertura dos benefícios adquiridos historicamente.

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Sindicato dos Trabalhadores dos Correios abre coleta de assinaturas contra a venda da empresa

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Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) abriram na segunda-feira (12) a campanha da coleta de assinaturas contra a venda da empresa, no terminal urbano. O temor é que Estados que não geram lucro tenham agências fechadas, deixando de existir entregas de encomendas.

Segundo a presidente do Sintect-AC, Suzy Cristiny, as empresas que já atuam no mercado, realizando entregas, preferem não atuar no Acre, por exemplo, porque não é possível ter lucro. Assim, as empresas acabam atuando apenas em grandes cidades, chegando a enviar os produtos pelos Correios por terem conhecimento do papel social realizado pela empresa.


“Algumas pessoas criticam os serviços atuais e apoiam a privatização alegando que não deveria existir monopólio, mas não existe monopólio. Qualquer empresa do ramo pode estar apta a operar, mas eles preferem não concorrer em Estados menores, porque não gera lucro, com isso a estatal tem um papel fundamental nos municípios pequenos de garantir o encaminhamento de encomendas”, argumentou.

Suzy Cristiny apontou ainda que não são todas as cidades pequenas que possuem bancos ou caixas, com isso os pagamentos e os saques também são realizados por meio do banco postal.

A presidente do Sintect-AC explicou que os diretores e funcionários estão coletando as assinaturas até o dia 20, pois até o dia 22 a relação será entregue ao governo federal por meio da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos, entidade nacional que mobiliza a campanha nacional contra a privatização.

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