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Larissa Tomásia chora e relata crise de ansiedade após exposição de Lucas Selfie
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1 ano atrásem
Larissa Tomásia relatou o momento difícil que tem vivido desde o fim de A Fazenda 16. A ex-peoa, que participou do reality show e foi eliminada logo no início, contou neste sábado (21) que tem sido atacada por conta de um áudio particular que foi exposto sem autorização por Lucas Selfie, durante a Cabine de Descompressão.
Larissa teve um affair com Sacha Bali dentro do reality da Record e ele foi questionado por Selfie sobre como seria essa relação com a ex-peoa fora da Fazenda. O apresentador exibiu ao vivo um áudio em que ela — que também participou do Big Brother Brasil 22 — pedia para conversar com Sacha no hotel.
As palavras de Larissa foram interpretadas de forma, segundo ela, equivocada pelas pessoas que ouviram e a influenciadora tem sido atacada com acusações de ser uma mulher vulgar e interesseira, já que Sacha venceu o programa e faturou um prêmio de R$ 2 milhões.
“Infelizmente, o Selfie expôs o áudio ao vivo, deu a entender outra coisa relacionado ao meu respeito, algo que está afetando muito a minha família”, chorou. “Eu nem ia falar nada, mas minha mãe pediu para falar. Sempre fui uma boa amiga, filha, sempre tratei as pessoas bem, com carinho, aqueles que estavam ao meu redor. Não sou uma mulher vulgar e não acho justo as coisas que estou passando e a pessoa envolvida não se pronunciar. Por que a pessoa não se pronuncia? Aqui fora foi mostrado outra coisa…”, declarou.
A influenciadora ainda contou que teve uma crise de ansiedade durante a gravação do último programa Hora do Faro, nesta sexta-feira, e precisou deixar o palco. Em lágrimas, Larissa comentou que não teve apoio das pessoas que eram mais próximas dela no reality e reforçou que não tinha segundas intenções quando pediu para encontrar com Sacha no hotel.
“Sabe qual foi meu único arrependimento dessa Fazenda? Foi ter demonstrado carinho demais, ter priorizado uma pessoa enquanto a casa inteira estava contra ele. Eu era a única que defendia. Eu não sou uma pessoa vulgar, sou uma mulher honesta, digna…”, pontuou.
Larissa Tomásia conta que teve uma crise de ansiedade durante a gravação do ‘Hora do Faro’ na tarde de ontem (20).
A ex peoa disse que este é o momento mais difícil que ela tem passado desde quando começou a trabalhar com a internet.
A moça ainda explicou sobre o áudio que… pic.twitter.com/9WjmFQXPtR
— Central Reality (@centralreality) December 21, 2024
Leia o relato completo:
É a primeira vez que venho ao Instagram para demonstrar uma fraqueza para vocês. Ontem, infelizmente, durante a dinâmica do [Hora] do Faro, eu tive uma crise de ansiedade, após eu ser exposta mais uma vez, e quero explicar toda a situação, não por mim, mas por toda minha família, a pedido de minha mãe… porque minha vontade mesmo era de tirar uns dias só para mim.
De todos esses anos que eu trabalho com internet, esse período tem sido o mais difícil para mim. Eu nunca achei que demonstrar carinho por alguém dentro de um reality fosse tomar tanta proporção quanto tomou aqui fora. Não adianta eu falar, as pessoas que saíram falarem que o que acontecia lá dentro era outra realidade…
No dia que anunciaram o campeão, teve a Cabine de Descompressão, aí eu vi o Sacha falando sobre a minha pessoa, que eu era alguém maravilha, que queria conversar comigo, entender as coisas, e mandei uma mensagem para o [Lucas] Selfie dizendo ‘avise ao Sacha que eu estou esperando ele no hotel para a gente conversar’. Ele me pediu para mandar um áudio e ele mostrou isso na Cabine. Eu tenho os prints aqui e vou colocar vocês. Eu não estava esperando o Sacha no hotel para fazer algo a mais… era realmente para conversarmos e colocar os pingos nos i’s como ele mesmo disse.
Até então, esperei ele no hotel para conversarmos, depois que eu tinha visto que ele tinha falado bem de mim. Eu e Luana descemos até a recepção e demos de cara com os meninos que tinham acabado de chegar. A gente fez um brinde pela participação deles no reality e o Sacha disse ‘depois a gente conversa’. Foi isso. No dia seguinte teve a dinâmica do Faro e não nos falamos. Foi isso! Não aconteceu absolutamente nada!
Infelizmente, o Selfie expôs o áudio ao vivo, deu a entender outra coisa relacionado ao meu respeito, algo que está afetando muito a minha família. Eu nem ia falar nada, mas minha mãe pediu pra falar. Sempre fui uma boa amiga, filha, sempre tratei as pessoas bem, com carinho, aqueles que estavam ao meu redor. Não sou uma mulher vulgar e não acho justo as coisas que estou passando e a pessoa envolvida não se pronunciar. Por que a pessoa não se pronuncia? Aqui fora foi mostrado outra coisa…
Gente, de verdade, estou cansada! Toda minha vida sempre fui uma pessoa esforçada, de correr atrás dos sonhos, sem passar por cima de ninguém e até pessoas próximas a mim no reality nem vieram me ver [após a crise]. Só a Flora e a Suelen vieram!
Sabe qual foi meu único arrependimento dessa Fazenda? Foi ter demonstrado carinho demais, ter priorizado uma pessoa enquanto a casa inteira estava contra ele. Eu era a única que defendia. Eu não sou uma pessoa vulgar, uma mulher honesta, digna…
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Sacha Bali e seu rival no reality, o ex-jogador Zé Love • Reprodução/Playplus
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Sacha Bali atingiu recorde estabelecido por Dado Dolabella, na primeira temporada • Reprodução/Playplus
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Sacha Bali saiu como vencedor com mais de 600 mil seguidores nas redes • Reprodução/Playplus
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Sacha Bali chegou a final ao lado de dois aliados no jogo • Reprodução/Playplus
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Sacha Bali entrou no reality com a intenção de melhorar sua vida financeira • Reprodução/Playplus
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Sacha Bali se tornou favorito ao prêmio na reta final do reality • Reprodução/Playplus
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Sacha se fortaleceu ao formar o G4 com Gui, Luana e Yuri, grupo que se uniu com a intenção de chegarem à final juntos • Instagram/Sacha Bali
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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