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Djokovic contrata Andy Murray como técnico do Grand Slam de tênis do Aberto da Austrália | Notícias sobre tênis

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Ex-rivais se unem antes da nova temporada de tênis, enquanto Djokovic busca o recorde de 25º título de simples e 11º título do Aberto da Austrália.

Novak Djokovic contratou o rival de longa data Andy Murray para sua equipe técnica, enquanto a lenda sérvia busca seu 25º título de Grand Slam de simples, começando no Aberto da Austrália em janeiro.

“Estou emocionado por ter um dos meus maiores rivais do mesmo lado da rede comigo, desta vez como meu treinador. Estou ansioso para começar a temporada com Andy e tê-lo ao meu lado em Melbourne, onde compartilhamos muitos momentos excepcionais ao longo de nossas carreiras”, disse Djokovic em comunicado no sábado.

Murray, tricampeão do Grand Slam que se aposentou do tênis competitivo nas Olimpíadas em agosto, disse: “Estou muito animado com isso e espero estar do mesmo lado da rede, para variar.

“Também estou grato pela oportunidade de ajudá-lo a atingir seus objetivos para o próximo ano.”

Djokovic postou um vídeo dele e de Murray no X durante a carreira de jogador do escocês, com o título de brincadeira: “Ele nunca gostou da aposentadoria, de qualquer maneira”.

O jogador de 37 anos venceu o Aberto da Austrália 10 vezes, um recorde, derrotando Murray em quatro finais em Melbourne.

Djokovic não conseguiu vencer um Grand Slam em 2024 e caiu para o sétimo lugar no mundo, embora tenha conquistado o título olímpico de simples em Paris, uma vitória que ele descreveu como sua “maior conquista”.

Jannik Sinner, que terminará o ano como o número um do mundo, venceu-o nas semifinais do Aberto da Austrália e Djokovic perdeu para Carlos Alcaraz em dois sets na final de Wimbledon.

Ele está no mesmo nível de Margaret Court no maior número de títulos de simples de qualquer jogador e adoraria ultrapassar o australiano em Melbourne.

‘Gamechangers, tomadores de risco, criadores de história’

Djokovic e Murray se enfrentaram 36 vezes em suas carreiras, com o sérvio vencendo 25 vezes.

Dezenove desses confrontos aconteceram em finais, incluindo sete nos Slams.

Para Murray, dois desses duelos no campeonato principal foram significativos.

Ele conquistou seu primeiro título de Grand Slam com uma vitória em cinco sets sobre seu rival no Aberto dos Estados Unidos de 2012, enquanto, um ano depois, ele se tornou o primeiro britânico a vencer Wimbledon em 77 anos, graças a uma vitória em dois sets na final em o All England Club.

“Jogamos um contra o outro desde que éramos meninos – 25 anos sendo rivais, empurrando um ao outro além dos nossos limites. Tivemos algumas das batalhas mais épicas do nosso esporte”, disse Djokovic.

“Eles nos chamavam de gamechangers, de assumir riscos, de fazer história. Achei que nossa história poderia ter acabado. Acontece que tem um capítulo final. É hora de um dos meus adversários mais difíceis entrar no meu canto.”

Djokovic terminou sua parceria como treinador com Goran Ivanisevic em março, apesar de vencerem 12 Slams juntos.

O ex-vencedor de Wimbledon Ivanisevic admitiu que Djokovic “não é um cara fácil”, tamanha é a sua intensidade para fazer história no esporte.

“Especialmente quando algo não está indo do jeito dele. Às vezes é muito complicado”, disse Ivanisevic depois que Djokovic conquistou o Aberto da França de 2023.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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