ACRE
‘Donald, parabéns’: Biden joga bem enquanto Trump retorna à Casa Branca | Donald Trump
PUBLICADO
2 anos atrásem
David Smith in Washington
Nancy Pelosi disse uma vez Donald Trump seria “fumigado” do Salão Oval se perdesse as eleições presidenciais de 2020. Joe Biden adorei descrevê-lo como “o ex-cara” e “perdedor”. Eles pensaram que o pesadelo americano havia acabado.
Então, como nos filmes, Democratas acordei suando frio apenas para perceber que afinal não era um sonho. Em vez disso, eles estão condenados a apoiar jogadores em uma sequência. Trump: a vingança. Desta vez, é pessoal.
Na quarta-feira, Trump fez um retorno triunfante que agora ri por último a Washington, provavelmente o lugar menos Trumpy do país: Kamala Harris obteve 92,5% dos votos aqui, em comparação com seus 6,7%. Uma de suas visitas mais recentes foi para comparecer ao tribunal como réu criminal acusado de tentativa de golpe.
Mas ei, quem se importa com isso agora? Ostentando sua gravata vermelha, Trump estava de volta ao espaço sagrado onde Pelosi, Liz Cheney e outros juraram que nunca mais deveria pisar: o Salão Oval. O 45.º e futuro 47.º presidente foi recebido por Biden, o 46.º, para discutir a transição presidencial, uma cortesia que nunca estendeu ao homem que o derrotou em 2020.
A dupla sentou-se em poltronas creme diante de uma lareira crepitante – as chamas subiam altas e vigorosas como se evocassem a frase de Christopher Marlowe: “Ora, isso é o inferno, e eu não estou fora dele”. Atrás de Biden estava o busto de Robert Kennedy, um ex-senador democrata cujo filho, Robert Kennedy Jr, ajudou a entregar a Casa Branca ao republicano Trump.
“Bem, senhor presidente eleito e ex-presidente…” Biden começouapertando a mão direita de Trump, cuja mão esquerda não sabia bem o que fazer enquanto respirava: “Muito obrigado, Joe”.
Biden decidiu “Donald, parabéns” – a primeira vez que usou o primeiro nome do seu rival desde a tentativa de assassinato de Trump em julho.
“Muito obrigado”, repetiu Trump.
Biden, com as mãos nos joelhos, continuou: “E ansioso por ter uma transição suave, como dissemos. Faça tudo o que pudermos para garantir que você esteja acomodado, o que você precisa. E teremos a oportunidade de falar sobre um pouco disso hoje. Bem-vindo. Bem vindo de volta.”
Foi sem dúvida a coisa certa e a única coisa digna a fazer, mostrando ao mundo que a América ainda está empenhada numa transferência pacífica de poder, apesar do fedor de 6 de Janeiro de 2021. No entanto, ainda há algo chocante sobre os Democratas, que há 10 dias proclamavam Trump como um fascista e uma ameaça existencial à democracia americana, tratando-o agora como apenas mais um político. A normalização começou.
Trump, com os dedos pressionados, respondeu: “Muito obrigado. E a política é difícil. E, em muitos casos, não é um mundo muito agradável, mas é um mundo agradável hoje. E eu aprecio muito isso – uma transição tão suave que será tão suave quanto possível. E eu aprecio muito isso, Joe.”
Biden respondeu: “De nada”.
A última reunião destes homens, com 159 anos de idade, encerrou com efeito a carreira política de Biden. Ele teve um desempenho desastroso no primeiro debate presidencial em Atlanta, Geórgia, e acabou brigando com Trump sobre quem tinha a melhor tacada no golfe. Isso desencadeou uma reação em cadeia que levou Biden a desistir e apoiar Harris para presidente.
Trump, por sua vez, descreveu Biden como “torto”, “estúpido”, um “indivíduo com baixo QI”, “deficiente mental” e o “pior presidente” da história americana. Houve momentos em que a aversão mútua entre eles parecia real e visceral. Mas na quarta-feira eles conseguiram manter a civilidade. Talvez houvesse uma afinidade ainda estranha entre eles.
Ambos mostraram que podem ser egoístas, teimosos e convencidos de que estão certos. Biden resistiu durante muito tempo aos apelos para renunciar ao cargo de candidato democrata e, após o fracasso de Harris, pode agora estar a sentir uma certa vingança do tipo “avisei-vos”. Trump foi denunciado pelas dinastias Kennedy, Bush, Clinton e Obama e ainda assim ressuscitou dos mortos como Lázaro para ganhar o voto popular nacional de 2024.
Na quarta-feira, nenhum dos homens respondeu às perguntas gritadas pela mídia. A certa altura, Biden olhou para Trump, que moveu a cabeça para o lado e deu de ombros, mas não respondeu. A dupla então conversou em particular por cerca de duas horas.
Ah, ser uma mosca naquela parede! Biden tentou algum jiu-jitsu psicológico para manter influência sobre seu sucessor? Será que ele se gabou de que teria derrotado Trump novamente se Pelosi não tivesse se intrometido? Será que, num raro momento de unidade, concordaram que Barack Obama é um sabe-tudo ou que JD Vance é simplesmente estranho? Concordaram eles em resolver todos os debates partidários que assolaram a política dos EUA durante a última década no campo de golfe?
A reunião foi o capítulo mais recente da estranha história de Trump e Washington, uma cidade onde ele passou quatro anos morando, e não onde. Suas únicas excursões além da Casa Branca foram para uma churrascaria em seu hotel próximo, agora sob propriedade diferente. Durante a campanha eleitoral, ele repetidamente chamou Washington de um lugar de “sujeira”, “decadência”, “edifícios destruídos” e “graffiti”. O sentimento entre os moradores locais é mútuo.
Mas, ao regressar ao Capitólio na quarta-feira, Trump foi recebido com estrondosos aplausos por Republicanos na Câmara dos Deputados. O presidente da Câmara, Mike Johnson, declarou: “Ele é o rei do retorno. Temos para com ele uma grande dívida de gratidão.” O presidente eleito estava acompanhado não de sua esposa, Melania, mas de sua musa política, o vilão de Bond, Elon Musk.
Em um de seus comentários de brincadeira, Trump disse aos republicanos: “Suspeito que não voltarei a concorrer, a menos que vocês digam: ‘Ele é tão bom, precisamos descobrir outra coisa’”. um homem que considera Vladimir Putin e Kim Jong-un almas gêmeas políticas.
Depois, o congressista Troy Nehls, que recentemente apoiou uma proposta para renomear um aeroporto de Washington com o nome de Trump, disse aos jornalistas que os republicanos devem abraçar cada palavra da sua agenda. “Se Donald Trump diz: ‘Salte um metro de altura e coce a cabeça’, todos nós saltamos um metro de altura e coçamos a cabeça”, disse ele.
Chega de fábulas e contos morais que ensinam as crianças a serem boas pessoas, porque mentirosos e trapaceiros nunca prosperam. Trump tentou derrubar o governo dos EUA e foi recompensado com um controle sem paralelo do governo dos EUA. Mas como Obama antes deleBiden pretende tratar seu sucessor com graça e esperar que algumas brasas de seu legado sobrevivam ao fogo.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
ACRE
Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 dia atrásem
20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
Relacionado
ACRE
Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
4 dias atrásem
17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE6 dias agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined array key 0 in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
Warning: Attempt to read property "cat_name" on null in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
4 dias agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
ACRE4 dias agoUfac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
ACRE2 dias agoUfac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login